Governo Richa se explica à  coluna de Enio Verri mais uma vez

Publicado em 10 julho, 2014
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Outra vez, o Governo Richa pede direito de resposta para a coluna do deputado Enio Verri (PT), e o assunto é um novo pedido de aumento da Copel para a tarifa de energia, solicitado à  Aneel. Após recuar do aumento de 35% diante da repercussão negativa, Richa solicitou a Aneel autorização para aumentar em 25% a tarifa; a diferença ficaria para o ano que vem.
Outra vez, o Governo Richa pede direito de resposta para a coluna do deputado Enio Verri (PT), e o assunto é um novo pedido de aumento da Copel para a tarifa de energia, solicitado à  Aneel. Após recuar do aumento de 35%, Richa solicitou a Aneel autorização para aumentar em 25% a tarifa; a diferença ficaria para o ano que vem.

Em sua coluna de segunda-feira (8) aqui no Blog do Esmael, o deputado estadual Enio Verri (PT), criticou a nova solicitação de reajuste de energia enviada pela Copel à  Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), solicitando 25% de aumento na tarifa. A Copel enviou uma nota contestando a coluna de Verri.

Fato semelhante já ocorreu quando o governo pleiteou o primeiro reajuste de 35%, mas recuou diante da repercussão negativa. Naquela oportunidade, Verri criticou o governo em sua coluna, e a Copel solicitou direito de resposta que foi atendido. Respeitando o princípio democrático do contraditório, publicamos a seguir a íntegra da nova mensagem enviada pela Copel:

Em relação à  coluna do deputado Enio Verri, esclarecemos:

Não é a Copel nem o Governo do Paraná quem define o reajuste da tarifa da luz.

A definição do reajuste é, sim, feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Governo Federal, até porque a distribuição da energia é um monopólio, por isso a Copel não tem autonomia para definir sua tarifa.

O reajuste definido pela Aneel de 35,05% não contempla o diferimento do ano passado, como informou erroneamente o deputado, até porque o diferimento é de 4,34%, e não de 3%, como informou erroneamente o deputado.

A pedido do Governo do Estado, a Copel não aplicará o diferimento de 4,34% neste ano. Se tivesse incluído, somados aos 35,05% definidos pela Aneel, o reajuste agora seria de 39,39%.

A diferença de 3% a que o deputado se refere é porque a Aneel tem uma expectativa ainda maior de acionamento de usinas térmicas nos próximos meses, acionamento este feito pelo Governo Federal.

E é justamente este acionamento de usinas térmicas que tem elevado as tarifas em todo o País.

Companhia Paranaense de Energia!

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