Feitiço contra feiticeiro: Justiça abre processo criminal contra Ogier Buchi

A equipe jurídica coordenada pelo advogado Luiz Fernando Pereira assegurou a candidatura de Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; nesta quinta (31), o TRE rejeitou, por unanimidade, pedido de impugnação formulado pelo candidato Ogier Buchi; Ministério Público Eleitoral (MPE) abriu processo criminal contra o candidato do PRP por "má fé"; (...) chama a atenção o eminente cunho político que a presente impugnação aparenta ter, seja pela grande repercussão da impugnação na imprensa, seja pelos fraquíssimos argumentos para seu ajuizamento!, espinafrou o parecer do MPE; será que o feitiço virou contra o feiticeiro?

A equipe jurídica coordenada pelo advogado Luiz Fernando Pereira assegurou a candidatura de Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; nesta quinta (31), o TRE rejeitou, por unanimidade, pedido de impugnação formulado pelo candidato Ogier Buchi; Ministério Público Eleitoral (MPE) abriu processo criminal contra o candidato do PRP por “má fé”; (…) chama a atenção o eminente cunho político que a presente impugnação aparenta ter, seja pela grande repercussão da impugnação na imprensa, seja pelos fraquíssimos argumentos para seu ajuizamento!, espinafrou o parecer do MPE; será que o feitiço virou contra o feiticeiro?

A Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou, por unanimidade, na tarde desta quinta-feira (31), o pedido de impugnação da candidatura de Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do Paraná.

Gleisi Hoffmann é a primeira candidata ao governo do Paraná a ter aprovado o registro de candidatura.

O pedido de impugnação foi feito pelo candidato Ogier Buchi (PRP), que alegava que a indicação do vice de Gleisi, Haroldo Ferreira (PDT), ocorreu fora do prazo estabelecido pela legislação eleitoral.

Além de rejeitar o pedido de impugnação, o Ministério Público Eleitoral (MPE) determinou ainda a abertura de processo criminal contra Ogier Buchi por má fé.

Em seu parecer, o MPE já havia alertado para o cunho político do pedido de Ogier Buchi. (…) chama a atenção o eminente cunho político que a presente impugnação aparenta ter, seja pela grande repercussão da impugnação na imprensa, seja pelos fraquíssimos argumentos para seu ajuizamento!.

Desde que o pedido de impugnação foi protocolado, o coordenador jurídico da coligação Paraná Olhando pra Frente, Luiz Fernando Pereira, afirmou que não havia irregularidade alguma no registro da candidatura de Gleisi.

Ele explicou que dia 30 de junho foi o prazo final para as convenções, mas os registros dos candidatos poderiam ser feito até cinco dias depois. No caso do PDT e de outros partidos, os convencionais delegaram à  executiva do partido a escolha do vice. A indicação de Haroldo aconteceu no dia 1!º de julho.

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