Por Esmael Morais

Eleição tem cerca de 30 “herdeiros políticos” no Paraná

Publicado em 14/07/2014

Os casos de “dobradinha” baseada em DNA extrapolam os muros do Palácio Iguaçu. O empresário Walter Parcianello (PMDB), irmão do deputado federal Hermes “Frangão” Parcianello (PMDB), o vereador de Maringá Mário Verri (PT), irmão do presidente estadual do PT e deputado estadual, Enio Verri, e o ex-deputado estadual Alisson Wandscheer (PT), filho do deputado estadual Toninho Wandscheer (PT), buscarão vagas na AL, enquanto Walter, Enio e Toninho miram cadeiras em Brasília.

Apesar de seus partidos integrarem coligações diferentes, Reinhold Stephanes (PSD) e o filho, Stephanes Junior (PMDB), conseguiram autorização da executiva do PMDB para dividir palanque nas corridas aos Legislativos federal e estadual, respectivamente. Felipe (SD) e Fernando Francischini (SD), assim como Luiz Renato (PSDB) e seu pai, o ex-secretário de Estado da Fazenda Luiz Carlos Hauly (PSDB), também vão se desdobrar em campanhas para as duas Casas.

Além de Felipe e Luiz Renato, integram a lista de novos “herdeiros” postulantes à  AL Tiago Amaral, filho do conselheiro do Tribunal de Contas (TC) e ex-deputado estadual Durval Amaral; Paulo Litro (PSDB), filho da deputada estadual Rose Litro (PSDB) e do ex-deputado estadual Luiz Fernandes Litro (PSDB); e Maria Victoria (PP), filha da deputada federal Cida Borghetti (Pros), vice na chapa de Beto, e do ex-secretário de Estado da Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP). Cotado para também se lançar na disputa, na esteira do “puxador de votos” Ratinho Junior (PSC), o vereador de Curitiba Bruno Pessuti (PSC), filho do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB), acabou desistindo. Já Cristina Silvestri (PPS), mulher do secretário de Estado da Casa Civil Cézar Silvestri e mãe do prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho (PPS), fez seu registro no TSE.