Choramingo derrotou seleção brasileira, diz craque alemão Matthà¤us

do Brasil 247

"Não entendo por que um jogador de futebol chora, brasileiros sempre choram. Toca o hino, choram; eliminam o Chile, choram; perdem para a Alemanha, choram. Eles têm que mostrar que são homens e são fortes. Nunca vi nada tão nefasto como a linguagem corporal dessa equipe", criticou Lothar Matthà¤us, capitão da Alemanha campeã do mundo em 1990.

“Não entendo por que um jogador de futebol chora, brasileiros sempre choram. Toca o hino, choram; eliminam o Chile, choram; perdem para a Alemanha, choram. Eles têm que mostrar que são homens e são fortes. Nunca vi nada tão nefasto como a linguagem corporal dessa equipe”, criticou Lothar Matthà¤us, capitão da Alemanha campeã do mundo em 1990.

Em entrevista a um jornal francês, Lothar Matthà¤us, capitão da Alemanha campeã do mundo em 1990, criticou o lado emotivo dos jogadores brasileiros.

“Não entendo por que um jogador de futebol chora, brasileiros sempre choram. Toca o hino, choram; eliminam o Chile, choram; perdem para a Alemanha, choram. Eles têm que mostrar que são homens e são fortes. Nunca vi nada tão nefasto como a linguagem corporal dessa equipe”, disse ao “Le Journal du Dimanche”.

O alemão também não concordou com a atitude da Seleção diante da lesão de Neymar: “Eles tinham medo. O que é isso de camisa do Neymar? A França perdeu Ribéry e não ouvimos nada. O mesmo aconteceu com Falcao García na Colômbia e Reus na Alemanha. Em vez de choramingar, os brasileiros tinham que mostrar que podiam conseguir sem ele”.

Segundo ele, havia um verdadeiro perigo psicológico para os brasileiros, uma sobrecarga de emoções, que teve seu preço.

16 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. Bando de marica, bem fez Diego Costa de virar a casaca. Enquanto existir esta diretoria na CBF, o fracasso perdura.

  2. mau perdedor já é chato, mau vencedor então…

  3. Realmente este babaca perdeu a oportunidade de ficar com a boca fechada! O brasileiro independente de sua profissão eh emocional! Chorar não eh uma questão de ser forte ou homem e sim de coração coisa que alemão desconhece e, para ganhar a simpatia de meia dúzia de brasileiros que acham a Europa um must fazem um marketing de simpatia e educação, responsabilidade, técnica e outras cositas do ramo! Não esqueçam o Brasil perdeu um jogo e eles a dignidade pois a mancha pela morte de mais de 3 milhoes de judeus não se apaga com Copa nenhuma! Idiota…

  4. A postura dos jogadores e comissão técnica parecia de novela da globo (muito salão de cabeleireiro e pouco futebol) e pior narrada pelo Galvão Bueno que sempre criticou tudo e todos, porém, não precisamos da opinião do Mateus – o mesmo que fugiu dos seus compromissos aqui no Atletico. vai cuidar do seu chucrute e não enche o saco).
    O IMPORTANTE é que fizemos o dever de casa e a copa foi uma festa bonita que teve bom futebol, negócios, gerou emprego e renda para os brasileiros e, mais uma vez, desmascarou a mídia podre e os Vips brasileiros que não tem educação, ofendem, mentem, não tem autoestima nem patriotismo. abraço a todos

  5. O choro deles eu não sei, até porque levam vida de rei. Mas o da população:

    Da boa parte pro Estado, chora.
    Vai no Hospital público para tentar ser atendido, chora.
    Quando precisa de segurança, chora.
    Pensa em matricular o filho em escola pública chora.

  6. Teoria & Prática.

    “Religião move montanhas. Montanhas de dinheiro”.

    Marcar 14 gols numa Copa é muito difícil. Agora, levar 14 gols é muito mais difícil. Porém, aconteceu com a seleção brasileira no mundial realizado aqui no Brasil. E, quando estava observando os dados que trazem uma vergonha aos fãs do futebol, lembrei do zagueiro Thiago Silva. Na verdade de uma tatuagem em seu braço que tinha a seguinte frase: “Não sou dono do mundo. Sou filho do dono”.
    Pois, no mundo do futebol parece ser uma habitualidade jogadores fazerem referência a sua opção religiosa. E, no mundo das organizações ocorre tal fenômeno?
    Infelizmente, acontece e já é uma habitualidade. Lembro, que trabalhei numa instituição que havia uma vez por mês realizava um café especial para os aniversariantes do mês. O que poderia ser um café de confraternização, tornava-se uma oportunidade para se fazer uma “oração despreocupada” de um candidato ou candidata a realizar seu testemunho de fé.
    Nas feiras culturais das escolas parece que esqueceram da cultura popular, sua música, danças, regiões e etnias. E, despreocupadamente aparece uma apresentação de música gospel, uma apresentação religiosa sem “nenhuma” intenção, um testemunho de algo milagroso, um convite para ter um “grande encontro de f锝.
    Volto ao personagem Thiago Silva que pensou que através da fé e do coração chegaria a final. Este é o pensamento que está na cabeça dos seguidores de tais religiões, basta ter fé. E, que só através da religião tudo se conquista.
    Porém, a fé não iria superar anos de planejamento, a fé não iria superar o treinamento, a fé não iria superar a seriedade, a fé não iria superar a organização. Precisamos valorizar o estudo, o planejamento, a filosofia, a ciência, a arte, entre outras práticas humanas que estamos deixando de lado.
    E dar menos importância aos que estão explorando boa parte de nossa população por intermédio da fé, retirando 10% dos salários dos trabalhadores, utilizando o final de semana da população em visitas nas casas procurando novos adeptos ao mercado da fé.
    Em Curitiba há aproximadamente 3000 igrejas, não existindo controle sobre suas atividades e a circulação de dinheiro. A cada dia há mais membros das igrejas nas instituições de poder, e são os principais defensores do pensamento autoritário e retrogrado da sociedade brasileira.
    Portanto, far-se-á necessário no mundo das organizações planejar, realizar estudos, valorizar o aspecto multicultural, a defesa do estado laico. E, com certeza, não teremos surpresas como uma goleada ou resultados que poderiam ser previstos antecipadamente, através de estudos e informações.

  7. Alemão idiota!!! burro e inculto…. tudo bem que a seleção não estava bem emocionalmente… mas esse idiota deveria saber que somos latinos, emotivos e sentimentais.. isso faz parte da nossa cultura… não somos anglo saxões e nem germânicos… esse tolo deveria estudar antes de dar entrevistas… Estupido…

  8. Nada contra os alemães, mas Matthaus perdeu a chance de ficar calado. O mesmo deveria ter feito Aécio que inventou a Futebras para falar bobagens. Juca Kfouri virou inimigo número 1 dos tucanos porque criticou as bobagens ditas por Aécio e ilustrou sua matéria com fotos de Aécio sorrindo com os inimigos do futebol brasileiro, José Maria Marin e Ricardo Teixeira. Veja o que disse Kfouri em
    http://blogdojuca.uol.com.br/2014/07/aecio-ama-a-cbf/

  9. Alemão babaca. Eles também choraram após ganharem a copa. Não foi esse o problema dos brasileiros. O que falta ao Brasil são craques. Os nossos jogadores são medianos, não temos mais craques como tínhamos no passado. E a nossa preparação, pelo Felipão, foi de que não precisava treinar pois a diferença de qualidade individual superaria isso. Grande engano. Enquanto os alemães treinaram o ano inteiro (7 jogadores jogam no mesmo time na Alemanha), os nossos se reuniram em 30 dias e assim mesmo, treinaram poucas vezes o conjunto. Falta qualidade individual e de conjunto. Não podemos mais nos enganar de que somos os reis do futebol. FOMOS. Os outros cresceram e nós paramos no tempo.

  10. ESMAEL E DEMAIS ELE É UM BENDITO ALEMÃO, FOI UM EXCELENTE JOGADOR DE FUTEBOL CAMPEÃO DO MUNDO, ENTENDE DE FUTEBOL, É TÉCNICO DE FUTEBOL, É COMENTARISTA DE FUTEBOL E A SELEÇÃO DE FUTEBOL ALEMÀÉ TETRA CAMPEÃO DO MUNDO NO DITO “PAÍS DO FUTEBOL”!
    RESUMINDO: TEM MORAL PARA FALAR O QUE QUISER!

    E MAIS NO BRASIL “AINDA ACREDITAM” QUE CRAQUES DE FUTEBOL “BROTAM DO CHÃO OU NASCEM EM ÁRVORES!”
    MAS ALEMANHA 7 X BRASIL 1; HOLANDA 3 x BRASIL 0, DERAM FORTES PAULADAS NA CABEÇA DESTAS BOBAGENS AMADORAS E IMPROVISADAS DO PASSADO!

    “Pátria de chuteiras”, “país do futebol”, “terra do futebol-arte”, “celeiro de craques” e “futebol: paixão nacional”, “vá nos campos de várzea e nos campinhos das periferias das cidades e escolha seu futuro craque”, são algumas das expressões adotadas para identificar o futebol como uma das bandeiras culturais do Brasil. Alguns resultados expressivos em competições internacionais amplamente explorados pela mídia e a constante revelação de talentos fizeram com que essa mística falsa e hipócrita se consolidasse no imaginário alienado popular. Agora aguentem a imprensa nacional relatar, comentar e criticar esse período de crise apresentando como sempre opiniões que prometem ser a solução para salvar o futebol. Irão inicialmente mapear a conjuntura do período do esporte no Brasil e analisar o significado de certas ações no campo esportivo futebolístico. Mas o básico é o seguinte: estado financeiro decadente dos clubes de futebol, a recorrente desorganização com baixo nível técnico dos campeonatos estaduais e nacionais que são movidos por interesses corruptos, políticos, deficitários e consequentemente violência junto a diminuição da média de público nos estádios.
    A conjuntura nos diz faz anos e não precisa ser do meio, ou seja: “O futebol brasileiro caiu de novo no fundo do poço!”
    A eterna crise do futebol brasileiro, amplamente divulga pela mídia e conhecia por todos é causada por um conjunto de fatores:
    De ordem econômica: fracasso financeiro dos clubes, campeonatos deficitários, empobrecimento da população: tudo isso relacionado, de modo geral, ao fim do período do “milagre” econômico, ao adensamento da recessão no final dos anos 70, à inflação, enfim, ao que os economistas passaram a denominar de “a década perdida da economia brasileira”.
    De ordem social: péssimo nível educacional e cultural, aumento da violência e da insegurança nos estádios.
    De ordem político-administrativa: a interferência do Estado, através de uma legislação esportiva que não dava autonomia aos clubes e federações; os interesses pessoais e políticos dos diretores das federações, da CBF e de alguns clubes; o paradoxo de haver dirigentes amadores e corruptos administrando uma atividade cada vez mais profissional e comercial.
    De ordem técnica: a falta de grandes craques experientes como em décadas passadas, associada ao êxodo dos melhores jogadores em atividade para o exterior, tendo em vista o empobrecimento dos clubes. Tudo isso se reflete no progressivo desinteresse e afastamento dos torcedores dos estádios.

  11. Eles são a cara do treinador, outra coisa, tanto faz perder como ganhar, pois recebem muita grana para não fazer nada, choram pois não acreditam que estão naquela luxuosidade toda bancada por um bando de trouxas, nós brasileiros.
    Futebol empobrece o Brasil é coisa de trouxas,digo, para enganar os trouxas, veja o exemplo a Alemanha, ganharam a copa mas terão dia normal de trabalho, o Brasil para por causa dessa porcaria, chega disso, precisamos acordar.

  12. Em um país sem história cuja cultura se baseia na camiseta regata e no chinelo de dedo não se pode esperar equilíbrio emocional nem dos que ganham salários milionários.

    • No futebol, como na política, na ciência e na economia, ser empírico leva sempre a resultados pífios, ou a nada.
      Uma mistura de improvisação, política clubística
      interferindo, interesses econômicos dos
      patrocinadores, e a fé no “jeitinho brasileiro”
      que é = a malandragem, nos conduziu ao caos.
      Teria sido + honroso se aquela bola na trave
      tivesse entrado logo.
      Chegamos à semifinal sem mérito, pegamos uma
      chave “mamão com açucar” e mesmo assim
      “patinamos” nas 4ªs, aí para foi só jogar
      contra 2 equipes de verdade, e sentir a “naba”
      entrar.
      O brasileiro deve entender que em todos os
      setores da vida humana, o que existe lá fora é
      estudo, planejamento, trabalho, e criatividade
      (não no sentido de malandragem, mas SIM de
      inovação e talento).
      Fora disso tem que chorar mesmo pelo leite
      derramado.

  13. Uma coisa que notei, é que o Neymar só começava a chorar durante o hino, somente quando a câmera focava nele. Só que a mulherada achavam isso o máximo. David Luiz que o diga.