6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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PSDB e PT “juntos” na Festa do Carneiro do Buraco. Juntos?

Juntos?; a ironiza é do senador Requião, ao saber que os adversários do PT, Gleisi Hoffmann, e do PSDB, Beto Richa, estiveram "juntos" neste domingo (6), em Campo Mourão, na Festa Nacional do Carneiro do Buraco; peemedebista acha que PT, PCdoB e PSDB são muito parecidos, sem diferenças, por isso faz questão de chamar o trio Richa, Gleisi e Gomyde de "Ken, Barbie e Lacoste", respectivamente.

Juntos?; a ironiza é do senador Requião, ao saber que os adversários do PT, Gleisi Hoffmann, e do PSDB, Beto Richa, estiveram “juntos” neste domingo (6), em Campo Mourão, na Festa Nacional do Carneiro do Buraco; peemedebista acha que PT, PCdoB e PSDB são muito parecidos, sem diferenças, por isso faz questão de chamar o trio Richa, Gleisi e Gomyde de “Ken, Barbie e Lacoste”, respectivamente.

O amor é lindo, disse o senador Roberto Requião (PMDB) ao saber que os adversários do PT, Gleisi Hoffmann, e do PSDB, Beto Richa, estiveram “juntos” neste domingo (6), em Campo Mourão, na Festa Nacional do Carneiro do Buraco. ... 

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6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Campanha ao governo começa com comilança no Paraná

Richa, Cida, Gomyde e Gleisi dão início oficial à  campanha de 2014 visitando a Festa do Carneiro no Buraco, em Campo Mourão; Requião preferiu degustar uma "Cambira" na Festa Nacional da Tainha, em Paranaguá; já é certo que todos os candidatos ao Palácio Iguaçu !“ e ao Senado -- ganharão uns quilinhos a mais nesta campanha.

Richa, Cida, Gomyde e Gleisi dão início oficial à  campanha de 2014 visitando a Festa do Carneiro no Buraco, em Campo Mourão; Requião preferiu degustar uma “Cambira” na Festa Nacional da Tainha, em Paranaguá; já é certo que todos os candidatos ao Palácio Iguaçu !“ e ao Senado — ganharão uns quilinhos a mais nesta campanha.

Os três principais candidatos ao governo do Paraná deram início à  campanha eleitoral de 2014 com apetite de leão. Eles visitaram neste fim de semana eventos gastronômicos em Curitiba, Campo Mourão e Paranaguá. ... 

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6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Campanha eleitoral começa hoje

via Folha de Londrina

Liberados pela Justiça Eleitoral, a partir de hoje candidatos, partidos e coligações podem levar a campanha para as ruas. Entra em vigor o período da propaganda política, que vai até o dia 4 de outubro, um dia antes das eleições. Até lá os concorrentes poderão, efetivamente, pedir voto aos eleitores, porém sem infringir as regras impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pelos códigos de posturas municipais.

Nas cidades em que há legislação específica sobre a publicidade visual em espaços públicos, como Londrina, com a lei Cidade Limpa, os candidatos devem ficar atentos à s proibições locais. De acordo com o advogado especialista em Direito Eleitoral, Luiz Fernando Pereira, a questão já está pacificada no TSE. “Prevalece o código de posturas municipal, mesmo que seja mais restritivo. O que não pode nas eleições é o juiz eleitoral baixar portarias colocando regras, pois não é atribuição dele.” Também citando a jurisprudência, a chefe do cartório da 189!ª zona eleitoral de Londrina, Jacqueline Piton Volpi, disse que “convém aos candidatos o respeito a ambas legislações”, eleitoral e municipal.

A fiscalização de eventuais excessos caberá ao Ministério Público Eleitoral (MPE) e aos juízes eleitorais de primeiro grau, que terão o chamado “poder de polícia”, quando podem tomar as providências necessárias para inibir práticas ilegais ou ordenar a retirada de material em desacordo com a legislação. Mas, como se trata de eleição estadual, a aplicação de qualquer sanção será decidida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, ou, no caso de candidatos à  presidência, pelo TSE.

A Corte do TRE é formada pelo presidente e mais seis juízes e desembargadores, além de três juízes auxiliares. De acordo com o coordenador de comunicação do tribunal, Marden Machado, “diferente das disputas municipais, nesta eleição os processos são julgados no TRE e o grau de recurso é o TSE”. Aos candidatos também é vedada a participação em solenidades de entrega e inauguração de obras públicas. A punição, neste caso, é a cassação do registro ou do diploma.

O eleitor que identificar desrespeito à s regras durante a campanha, poderá levar o caso à  Justiça Eleitoral. De acordo com Jacqueline, as notícias de irregularidades apresentadas perante o cartório eleitoral serão encaminhada Leia mais

6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Rocha Loures, ex-presidente da Fiep, será novo colunista do Blog do Esmael

Empresário Rocha Loures, especialista em cidades inovadoras, escreverá nos domingos sobre "trabalho, inovação e desenvolvimento sustentável"; ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) pretende, neste espaço, contribuir para o processo eleitoral em curso sugerindo pautas de interesse do empresariado, dos trabalhadores, da educação e da sociedade; novo colunista é um dos principais pensadores na área de desenvolvimento sustentável e estudioso sobre o fenômeno da desindustrialização do país.

Empresário Rocha Loures, especialista em cidades inovadoras, escreverá nos domingos sobre “trabalho, inovação e desenvolvimento sustentável”; ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) pretende, neste espaço, contribuir para o processo eleitoral em curso sugerindo pautas de interesse do empresariado, dos trabalhadores, da educação e da sociedade; novo colunista é um dos principais pensadores na área de desenvolvimento sustentável e estudioso sobre o fenômeno da desindustrialização do país.

O empresário Rodrigo Rocha Loures, ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), estreia no próximo domingo (13) como novo colunista de “trabalho, inovação e desenvolvimento sustentável”. Quem vai ganhar é o leitor. Eu explico o porquê. ... 

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6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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#CopaDasCopas é premiada com semifinal épica. Golaço de Dilma?

do Brasil 247
Nem nos melhores sonhos seria possível imaginar um final de Copa do Mundo tão épico quanto o que se desenha na próxima semana. Estarão em campo, na terça-feira, no Mineirão, e no dia seguinte, no Itaquerão, as quatro grandes superpotências do futebol mundial: Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda. Um prêmio justo à quela que, fora de campo, já foi classificada, por torcedores e jornalistas especializados do mundo inteiro, como a #copadascopas.

No primeiro confronto, o Brasil do gigante David Luiz, que será o capitão na ausência de Thiago Silva, pega a Alemanha do surpreendente goleiro Neuer, que, muitas vezes, joga avançado e faz o papel de último zagueiro, ajudando os alemães a encurralar os adversários. Será uma reprise da final da Copa do Mundo de 2002, na Coréia e no Japão, quando o Brasil se sagrou pentacampeão.

Na quarta-feira, Holanda e Argentina repetem a final de 1978, quando nossos vizinhos conquistaram seu primeiro título mundial, jogando em casa. Os holandeses passaram com dificuldades contra uma Costa Rica que levou a decisão para os pênaltis, mas o resultado foi justo. Num mundial de sonhos, como o que o Brasil realiza, a Costa Rica, com todo o respeito que merece, seria uma intrusa na festa final.

Ao todo, estarão em campo dez títulos mundiais: os cinco do Brasil, três da Alemanha e dois da Argentina. Isso sem contar as três finais já disputadas pela Holanda. Com essas quatro equipes em campo, qualquer resultado será normal. Finais entre Brasil e Holanda ou Brasil e Argentina, assim como Alemanha e Holanda ou Alemanha e Argentin serão absolutamente normais.

Qualquer uma delas teria grande significado. Se Argentina e Alemanha se enfrentarem, será um tira-teima das duas finais já disputadas entre as duas equipes, em 1986, vencida pelos argentinos, e 1990, quando os alemães levaram o título. Caso a Holanda dispute contra a Alemanha, poderá usar seus craques Robben, Snejder e Van Persie para vingar a derrota da laranja mecânica, de Cruyff, em 1974. Uma disputa entre holandeses e brasileiros seria também a oportunidade perfeita, do ponto de vista holandês, para pagar três derrotas em mundiais. Essa sina amarga só seria compensada por uma eventual vitória contra o Brasil, em pleno Maracanã, o palco sagrado do futebol.

No entanto, a final dos sonhos seria mesmo entre Brasil e Argentina, que transformaria o Maracanã no palco da maior batalha de todos os tempos. Se o Brasil chega à s semifinais desfalcado de Neymar, a Argentina também perdeu um dos seus: o atacante Di Maria. E se eles têm Messi, o Brasil tem David Luiz.

O Brasil, que re Leia mais