Propina de R$ 200 mil leva à  prisão braço direito do presidente do TCE

Prisão do analista Luiz Bernardo Dias Costa, braço direito do presidente do TCE-PR, Artagão de Mattos Leão, leva Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) a buscar elo entre propina paga pela construtora responsável por obra de anexo no órgão de contas e financiamento de campanhas políticas; o empresário Edenilso Rossi, também detido ontem, é pré-candidato a deputado federal.

Prisão do analista Luiz Bernardo Dias Costa, braço direito do presidente do TCE-PR, Artagão de Mattos Leão, leva Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) a buscar elo entre propina paga pela construtora responsável por obra de anexo no órgão de contas e financiamento de campanhas políticas; o empresário Edenilso Rossi, também detido ontem, é pré-candidato a deputado federal.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão vinculado ao Ministério Público Estadual (MP), prendeu em flagrante ontem à  tarde, em Curitiba, o coordenador-geral do Tri!­bunal de Contas do Paraná (TCE), Luiz Bernardo Dias Costa, depois de receber R$ 200 mil em propina de um empreiteiro de São José dos Pinhais.

Costa era o braço direito do presidente do TCE, conselheiro Artagão de Mattos Leão.

De acordo com o Gaeco, a propina foi paga por empresário ligado à  construtora que venceu a concorrência pública para a construção de um anexo ao prédio do TC, no Centro Cívico, na capital.

O Gaeco agora procura elo entre a propina no TCE e financiamentos de campanhas, haja vista que o empresário Edenilso Rossi, também detido ontem, é pré-candidato a deputado federal. Foi ele quem teria feito o repasse dos R$ 200 mil ao braço direito do presidente do TCE.

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