Estudantes do IFPR iniciam paralisação em Palmas

via RBJ

Estudantes do campus de Palmas do Instituto Federal do Paraná, iniciaram na noite de terça-feira (03) um movimento com paralisação por tempo indeterminado. Eles protestam contra a falta de professores, ausência de diálogo com a direção da instituição e o possível fechamento de cursos superiores no campus local. A mobilização aconteceu na entrado do campus e teve participação de centenas de estudantes. Na manhã de hoje, a mobilização foi retomada.

Estudantes do campus de Palmas do Instituto Federal do Paraná (IFPR)! iniciaram na noite de terça-feira (03) um movimento de! paralisação por tempo indeterminado. Eles protestam contra a falta de professores, ausência de diálogo com a direção da instituição e o possível fechamento de cursos superiores no campus local. A mobilização aconteceu na entrado do campus e teve participação de centenas de estudantes. Na manhã de hoje, a mobilização foi retomada.

Alunos de vários cursos do IFPR iniciaram na noite de terça-feira (03) um movimento de paralisação das atividades regulares no campus em Palmas, sul do Estado. O ato que reuniu centenas de estudantes foi iniciado com uma concentração no portão principal da Instituição. Hoje pela manhã, o movimento foi retomado com a intenção de impedir qualquer acesso de estudantes ao campus. Os professores e servidores da Instituição tiveram acesso normal aos locais de trabalho.

Dentre as principais reclamações está a falta de professores, dificuldade de diálogo com direção e Reitoria da Instituição e o temor pelo fechamento de cursos superiores no campus local, gerado por vários comentários que circulam entre a comunidade acadêmica.!  Os estudantes cobram um posicionamento oficial da Reitoria e da Direção local, bem como a resolução imediata para os problemas. O movimento deverá continuar até que tenhamos um contato e documento assinado pelo Reitor, prof. Irineu Mário Colombo!, destacam os organizadores .A mobilização estudantil iniciou ainda na última semana pelos alunos do curso de Pedagogia que aproveitaram a realização de uma audiência pública que tratava de questões relacionadas à  saúde para apresentar as reclamações. Na segunda-feira à  noite, já com a adesão de acadêmicos de outros cursos, participaram da Sessão do Poder Legislativo do município.

Na noite de terça-feira, a mobilização teve início 18h00 e rapidamente foi sendo aderida por estudantes que iam chegando à  Instituição. à”nibus com acadêmicos vindos de outros municípios eram interceptados no portão de acesso e eram motivados a participar do ato. Longas filas de carros foram se formando ao longo da Rua Bento Munhoz da Rocha Neto e no viaduto da PRC 280.

Equipes da Polícia Militar! acompanharam a manifestação e auxiliaram na organização do trânsito permitindo o fluxo normal dos veículos que chegavam ou deixavam a cidade. A manifestação ocorreu sem qualquer incidente.

10 Comentários

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  1. Que a entrada de funcionários estava liberada sim verdade! Mais a dos alunos que queriam entra não, foram barrados quem e o que forneceu este direito a tal movimento de dizer quem entra e quem sai! não sei só sei que não é deste jeito que se resolve as coisas.

  2. Meu Deus!!! Será que a greve também reinvindica melhorias no ensino de Língua Portuguesa básica?!!! Vão escreve mal assim lá longe!!!

  3. Caracas!! Espero que o Academico acima melhore sua escrita.Parece meu amigo Juruna, do PSOL falando, sendo que como militante, jamais concluiu o curso fundamental!!#nunpresiçacumpanheru.

  4. é tão verdade que ocorreram agressões quanto que a distância percorrida foi de 1,5 Km. Os alunos respeitam e as únicas queixas são daqueles que estão do outro lado. E convenhamos, andar uns 600 metros naquela paisagem maravilhosa não deve ser tão difícil neh!

  5. Aí depois vem militante da UJS dizer que o PT melhorou muito as universidade federais, só se for em arrumar “coisinhas” pro Gaiveski.

  6. Discordo do que uma pessoa que se identificou como cidadão disse, pois a entrada para servidores estava livre sim, o diálogo com a diretoria há meses não existe, ninguém sabe o que está acontecendo de fato no campus, se tem inverdades pode ter certeza que não vem do movimento dos alunos!
    Há pauta de reivindicação sim, que foi protocolada hoje a noite na entrega para a diretoria, e mentira, não houve ameaças, até porque em todos os cursos, a grande maioria aderiu a greve!
    O que acontece é que tem professores com cargos e vagas em outros campus prometidas e não conseguem pensar na coletividade, por isto é tão difícil apoiarem as manifestações!

  7. Tem várias inverdades nessa nota. Os professores e funcionários foram barrados de entrar no campus, obrigados a deixar o carro na entrada ao lado dos manifestantes e andar 1,5 km até os prédios. Além disso, ocorreram agressões verbais e ameaças. A pauta é digna e justa mas a forma com que se colocaram, sem pauta de reivindicações, impedindo o trabalho das pessoas e ameaçando alunos foi desnecessária e agressiva.

    • Olha, se houve agressões verbais ocorreram pela parte da diretoria e que levou para nós um certo papel para nos “manipular e amedrontar” isso sim é crime, e nos vamos ver já nossos direitos, e vocês bem sabem QUE NOS ESTAMOS CERTOS, agora aceitem e revejam os conceitos, o senhor deve ser um da corja deles, que tem algum cargo e que não aceita nossas propostas, DEVE GANHAR MAIS TAMBÉM, vá lá conversar com nós e vera como estamos muito correto nas nossas propostas!

    • Poxa 1,5 km? Aonde voce estava indo?? Acredito q não deveria ser até o campus pois do portão até o prédio naã da 1000mts … e outra que varios estudantes fazem esse trajeto apé todos os dias, eu mesmo já o fiz desde o centro da cidade até o campus … –‘