Coluna do Ricardo Gomyde: O clima de Copa pegou!

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, destaca a presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, no jogo Equador x Honduras, na Arena da Baixada, em Curitiba; colunista ainda aborda o fluxo de turistas na capital paranaense proporcionado pela Copa; "O clima de Copa do Mundo, definitivamente, pegou!", comemora Gomyde; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, destaca a presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, no jogo Equador x Honduras, na Arena da Baixada, em Curitiba; colunista ainda aborda o fluxo de turistas na capital paranaense proporcionado pela Copa; “O clima de Copa do Mundo, definitivamente, pegou!”, comemora Gomyde; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Em clima de festa e sob os olhares do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e do presidente da FIFA, Joseph Blatter, Curitiba recebeu ontem seu segundo jogo da Copa do Mundo 2014: Honduras x Equador. Presentes o presidente de Honduras e o embaixador do Equador. Nossa cidade, novamente, se mobilizou para, de braços abertos, recepcionar os milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, que passaram pela capital paranaense. Como foi no primeiro jogo entre Nigéria e Irã, na segunda-feira (16/06), toda a operação saiu como o planejado. Aliás, a FIFA e o Comitê Organizador Local (COL) avaliaram que Curitiba executou a mais bem sucedida operação dentro do estádio na primeira rodada de jogos nas cidades-sede.

Na ocasião, enquanto quase 40 mil pessoas se dirigiram ao jogo, usufruindo de um planejamento operacional detalhadamente debatido com governos Federal, Estadual e Municipal, FIFA e COL. Outras milhares saíram à s ruas para sentir esse clima único que a Copa do Mundo nos proporciona. Por todos os lados víamos torcedores da Nigéria e do Irã enrolados nas bandeiras de seus países e aguardando o início da partida. Apesar do primeiro empate do Mundial, o espetáculo foi garantido pela torcida e pela alegria do povo.

A movimentação de turistas, por sinal, tem sido sensacional em várias regiões do Brasil. Em Curitiba, de acordo com previsão da prefeitura, as viagens pela rodoviária do município aumentaram bastante durante a Copa do Mundo. A média anual de embarque no terminal para o mês de junho é de 8 mil passageiros por dia. Em 2014, segundo o levantamento, mais de 9,5 mil embarques diários são realizados. O mesmo crescimento é constatado em Foz do Iguaçu.

Voltando ao jogo de ontem, hondurenhos e equatorianos exibiram suas cores e contaram com a hospitalidade do povo curitibano. Apesar de não serem fortes candidatos a erguer a taça, mais de 39 mil torcedores fizeram uma festa digna do maior evento esportivo do planeta e pintaram a Arena da Baixada de amarelo, azul, vermelho e branco. Em campo, o Equador (26!º do ranking da FIFA) e Honduras (43!ª seleção do mundo) tentavam a reabilitação após estrearem com derrota na Copa do Mundo. Ao final, melhor para o Equador, que venceu por 2 x 1 e continua brigando por vaga na próxima fase. Foi uma bela noite de futebol em Curitiba.

O clima de Copa do Mundo, definitivamente, pegou!

*Ricardo Gomyde, assessor do Ministério do Esporte, especialista em políticas de inclusão social, é membro da Comissão Organizadora da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Escreve nos sábados no Blog do Esmael.

4 Comentários

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  1. Nunca na história das copas a FIFA foi presenteada com isenção de impostos. O governo tá sendo uma mãe para a FIFA e para os trabalhadores falta saúde, educação e sobra tarifas absurdas no transporte coletivo e ingressos caríssimos que impedem que os ambulantes e a população da periferia de se aproximarem dos estádios. Lembremos que a NYKE tem trabalho escravo na Ásia e que a ADIDAS fez uma propaganda nojenta e machista desreipeitando as mulheres.

  2. Daqui alguns dias a Copa acaba. Daqui alguns dias voltamos à realidade.

  3. Não há como negar que a Copa vai bem. Mais por causa do clima de alegria proporcionado pela brasileirada. Somos aderentes por natureza. Basta um vizinho ao lado na arquibancada puxar conversa e a gente já o chama prá tomar um pileque num buteco qualquer, jantar em casa.
    As reclamações contra a situação dos estádios são pontuais e, se satisfazem, muito se deve às próprias críticas, as seguidas cobranças dos fiscais da Fifa e, principalmente ao tufo de dinheiro que jorrou aos borbotões. A Copa vai bem, sim senhores, mas a um custo que sai do lombo de cada um de nós, e que a gente sente quando vai a posto de saúde, quando se publica o campeonato da Educação Brasil na rabeira, quando se pega a estrada e quando o tiroteio pipoca na esquina.

  4. o clima pegou e o gaeco também