Cargo de R$ 7 mil no Porto é trocado por voto a favor de Richa na convenção do PMDB!, acusa deputado

Deputado federal João Arruda denunciou, nesta terça (10), que o governo Beto Richa trocou um cargo de R$ 7 mil ao mês, no Porto de Paranaguá, por dois votos na convenção estadual do PMDB; segundo o parlamentar, que é sobrinho do senador Roberto Requião, pré-candidato do partido ao Palácio Iguaçu, o escambo seria para aprovar coligação com o PSDB; em março de 2012, o então superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Airton Maron, foi demitido porque era alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Federal por suposta cobrança de pedágio partidário! utilizando cargos comissionados para essa finalidade; deputado informa que vai pedir na Justiça a suspeição dos dois convencionais parnanguaras, ou seja, para que tenham seus votos invalidados na convenção do partido.

Deputado federal João Arruda denunciou, nesta terça (10), que o governo Beto Richa trocou um cargo de R$ 7 mil ao mês, no Porto de Paranaguá, por dois votos na convenção estadual do PMDB; segundo o parlamentar, que é sobrinho do senador Roberto Requião, pré-candidato do partido ao Palácio Iguaçu, o escambo seria para aprovar coligação com o PSDB; em março de 2012, o então superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Airton Maron, foi demitido porque era alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Federal por suposta cobrança de pedágio partidário! utilizando cargos comissionados para essa finalidade; deputado informa que vai pedir na Justiça a suspeição dos dois convencionais parnanguaras, ou seja, para que tenham seus votos invalidados na convenção do partido.

O deputado federal João Arruda, nesta terça-feira (10), acusou o governador Beto Richa (PSDB) de trocar cargo comissionado de R$ 7 mil ao mês, no Porto de Paranaguá, por voto de convencional no dia 20 de junho.

Segundo denúncia de Arruda, o tucano nomeou Camila Roque para ocupar o cargo de Relações Públicas do Porto de Paranaguá em substituição ao jornalista Ivan Bueno – demitido para acomodação política da moça. Ela ingressou no cargo através da Portaria n!º 184-APPA, assinada pelo superintendente Luiz Dividino.

“Coincidentemente”, de acordo com denúncia do parlamentar, Camila é filha do vereador Marquinhos Roque, presidente da Câmara Municipal de Paranaguá, que é delegado à  convenção estadual do PMDB. A sortuda nomeada no emprego de R$ 7 mil, ao mês, também é sobrinha de outro convencional: Mário Cezar Elias Roque, conhecido como Maruca.

“O governador deveria dedicar sua energia ao salvamento das vítimas das enchentes que castigam o Paraná, não se metendo na disputa interna do PMDB. Esses e outros R$ 7 mil distribuídos por aí vão fazer falta aos desabrigados”, disse o sobrinho do senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do estado.

O deputado informa que vai pedir na Justiça a suspeição dos dois convencionais parnanguaras, ou seja, para que tenham seus votos invalidados na convenção do partido.

No próximo dia 20, em Curitiba, cerca de 600 delegados decidirão entre candidatura própria ao Palácio Iguaçu e coligação com o PSDB do governador Beto Richa.

A denúncia de João Arruda é um capítulo à  parte de várias denúncias que surgiram nas últimas semanas. O próprio Requião, por exemplo, teria recebido proposta de R$ 30 milhões para desistir da convenção; a vereadora Neide Sena, de Goioerê, afirma que foi abordada para vender o voto de seu sogro a favor da coligação com os tucanos.

O jornalista à‚ngelo Rigon, de Maringá, registrou que o voto contra Requião estaria valendo em torno de R$ 20 mil na convenção do PMDB.

A história se repete

Em março de 2012, o governador Beto Richa demitiu o então superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Airton Maron, que era alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Federal por suposta cobrança de pedágio partidário! utilizando cargos comissionados para essa finalidade (clique aqui).

Comentários encerrados.