Richa deverá enfrentar inédita greve na Polícia Militar; assista ao vídeo

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O jornal Gazeta do Paraná, de Cascavel, edição desta sexta (9), revela que está sendo preparada uma inédita greve na Polícia Militar; coronel Elizeo Furquim, presidente da Amai, diz que o movimento é por salário, condições de trabalho e melhoria no atendimento da saúde; Richa já conseguiu a proeza, depois de 14 anos, colecionar uma grevezinha! na educação; será que o tucano agora vai propiciar uma greve na PM ou vai atender a justa reivindicação dos policiais?; último movimento dos PMs, através de suas esposas, ocorreu no governo Lerner, em 2001, quando o Batalhão de Choque interveio; na época, as mulheres foram à s lágrimas diante da agressão televisionada; assista ao vídeo.
O jornal Gazeta do Paraná, de Cascavel, edição desta sexta (9), revela que está sendo preparada uma inédita greve na Polícia Militar; coronel Elizeo Furquim, presidente da Amai, diz que o movimento é por salário, condições de trabalho e melhoria no atendimento da saúde; Richa já conseguiu a proeza, depois de 14 anos, colecionar uma grevezinha! na educação; será que o tucano agora vai propiciar uma greve na PM ou vai atender a justa reivindicação dos policiais?; último movimento dos PMs, através de suas esposas, ocorreu no governo Lerner, em 2001, quando o Batalhão de Choque interveio; na época, as mulheres foram à s lágrimas diante da agressão televisionada; assista ao vídeo.
Depois de debelar uma “grevezinha” de educadores que durou uma semana, no mês de abril, o governador Beto Richa (PSDB) poderá agora encarar uma inédita greve na Polícia Militar. Havia 14 anos que não ocorria greve na educação. A última manifestação de policias e de suas esposas ocorreu há 13 anos, ambos os fatos no governo Jaime Lerner.

“Grevezinha” foi o adjetivo usado na segunda-feira (5) pelo tucano na entrevista ao programa Roda Vida, da TV Cultura, para falar sobre a insatisfação do magistério paranaense, que ainda lhe cobra respostas sobre promessas passadas e recentes.

Richa resgatou o ideário do ex-governador Jaime Lerner, considerado um dos piores da história do Paraná, ao criar ambientes favoráveis à s greves na educação e na PM.

Tanto policiais quanto professores estão muito insatisfeitos com o atual governo, como alertou ontem o colunista deste blog Requião Filho (clique aqui).

A possibilidade de greve na PM é considerada pelo presidente da Amai (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos Inativos e Pensionistas), coronel Elizeo Ferraz Furquim, em entrevista à  Gazeta do Paraná, disse que as principais questões giram remuneração por subsídio, que acontece de forma inconstitucional no Paraná, proporcionando apenas o avanço de carreira vertical e não horizontal.

Segundo o coronel, os policiais também exigem melhorias no atendimento da saúde.

Para se ter uma ideia, a dificuldade de atendimento dos servidores do Estado é em relação ao atendimento secundário, quando à  necessidade de tratar alguma especialidade. No hospital da polícia até mesmo o atendimento primário, ambulatorial, apresenta problemas!.

Na crise de 2001, Lerner mandou o Batalhão de Choque bater nas mulheres dos policiais militares, que estavam acampadas por nove dias em frente ao quartel da PM. Elas foram à s lágrimas diante da insensibilidade do governo do estado. Recorde, assista ao vídeo com reportagens da época:

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