Revolta popular e confronto na greve dos ônibus em Ponta Grossa

Enfrentando uma greve que já dura mais de 10 dias, população se revoltou e protestou bloqueando as saídas do terminal central de Ponta Grossa. O protesto gerou tumulto e um homem foi preso. A paralisação prejudica cerca de 100 mil passageiros por dia. A Justiça do Trabalho determinou percentuais mínimo de ônibus em circulação, que nos horários de pico chegam a 50%. Ainda não há data marcada para uma nova rodada de negociações.

Enfrentando uma greve que já dura mais de 10 dias, população se revoltou e protestou bloqueando as saídas do terminal central de Ponta Grossa. O protesto gerou tumulto e um homem foi preso. A paralisação prejudica cerca de 100 mil passageiros por dia. A Justiça do Trabalho determinou percentuais mínimos de ônibus em circulação, que nos horários de pico chegam a 50%. Ainda não há data marcada para uma nova rodada de negociações.

Com mais de dez dias de paralisação no transporte coletivo, o terminal central de Ponta Grossa foi palco de conflitos entre manifestantes e policiais. Em protesto contra a interrupção parcial dos serviços, um grupo de pessoas bloqueou, ontem, a saída dos ônibus do local. A Guarda Municipal e a Polícia Militar interviram e uma pessoa foi presa na aglomeração.

Sem acordo entre a Viação Campos Gerais (VCG) e o sindicato dos motoristas e cobradores (Sintropas), há quase duas semanas a população conta com somente 40% da frota para se deslocar na cidade. Em horários de pico, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou que 50% dos ônibus da VCG operem.

A paralisação atinge cerca de 100 mil passageiros por dia. Em uma audiência realizada na segunda-feira (26), o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) sugeriu a fixação da data base em 1!º de fevereiro, um reajuste salarial de 7,5% e um aumento de 30% no auxílio-alimentação dos funcionários. A Justiça do Trabalho ofereceu também um adicional de 10,5% para motoristas de micro-ônibus, um abono salarial de R$ 200 incidente sobre a folha de maio e o não desconto dos dias parados.

Contudo, o Sindicato de Motoristas e Cobradores do Transporte Coletivo de Ponta Grossa e Região não aceitaram a proposta da Justiça. Esta foi a terceira tentativa de acordo entre o sindicato e a Viação Campos Gerais (VCG), mas não houve avanço em nenhuma delas.

Com informações do Jornal da Manhã e do G1 Paraná

3 Comentários

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  1. Por isso que o trabalhador precisa ganhar um monte de dinheiro e parar de aguentar o desaforo dessa gente que se acha… Cada uma compra o seu carro e para com essa porcaria de greve…

  2. Beto não está subsidiando o transporte de Ponta Grossa? Por que então este descontentamento?