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MP defende volta de Maurício Requião ao Tribunal de Contas do Estado

Mistério Público do Paraná reconhece direito de Maurício Requião à  vaga no Tribunal de Contas, mas o mantém no banco de reserva aguardando a próxima cadeira, em 2017, e garante cargo para o conselheiro Ivan Bonilha; órgão responsável pelo resguardo jurídico, no Paraná, acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo, haja vista que um litigante é aliado de Requião e outro de Richa; pela recente jurisprudência do STF, Maurício Requião teria direito de voltar já ao TCE; resumo da ópera: são três homens disputando duas cadeiras; quem piscar primeiro dança.

Mistério Público do Paraná reconhece direito de Maurício Requião à  vaga no Tribunal de Contas, mas o mantém no banco de reserva aguardando a próxima cadeira, em 2017, e garante cargo para o conselheiro Ivan Bonilha; órgão responsável pelo resguardo jurídico, no Paraná, acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo, haja vista que um litigante é aliado de Requião e outro de Richa; pela recente jurisprudência do STF, Maurício Requião teria direito de voltar já ao TCE; resumo da ópera: são três homens disputando duas cadeiras; quem piscar primeiro dança.

O Mistério Público é uma piada pronta no Paraná. O órgão acendeu uma vela para Deus e outra para o diabo, segundo o jornal Gazeta do Povo, edição desta segunda-feira (19). A mesma Promotoria que emitiu parecer pela volta de Maurício Requião também defendeu a manutenção da cadeira de conselheiro para Ivan Bonilha no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O MP não quer ficar “de mal” com o governador Beto Richa (PSDB) nem com o senador Roberto Requião (PMDB), por isso achou uma solução salomônica: Maurício, irmão do peemedebista, fica no banco esperando a próxima vaga no TCE, que abre somente em 2017; Bonilha, ex-coordenador jurídico da campanha do tucano, permanece em campo ad eternum.

Até as capivaras do tradicional Parque Barigui, em Curitiba, sabem que Bonilha “tomou” a vaga de Maurício Requião a partir de uma canetada do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), em 2011, respaldado por uma liminar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2008.

Pela decisão do mesmo STF, em abril deste ano, devolveu ao ex-deputado Fábio Camargo a vaga de conselheiro do TCE até o julgamento do mérito de seu afastamento. Portanto, abriu-se jurisprudência para o retorno já de Maurício Requião. à‰ esta a luta agora do ex-secretário da Educação.

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