Coluna do Enio Verri: Richa vestiu a carapuça da incompetência e fez vergonha nacional

"Beto sucumbiu". Esta é a avaliação de Enio Verri, em sua coluna desta terça, ao analisar a entrevista de Beto Richa no programa Roda Viva, da TV Cultura, na semana passada; "Por uma hora e meia, em rede nacional, o governador envergonhou os paranaenses com seu despreparo técnico e um discurso vazio, recheado de inverdades e contradições", afirma o colunista; Para o deputado do PT, o tucano vestiu a carapuça da incompetência, confessou que não investiu na saúde o mínimo exigido pela Constituição e que não respeitou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal ao inchar a máquina com cargos comissionados; leia o texto e compartilhe.

“Beto sucumbiu”. Esta é a avaliação de Enio Verri, em sua coluna desta terça, ao analisar a entrevista de Beto Richa no programa Roda Viva, da TV Cultura, na semana passada; “Por uma hora e meia, em rede nacional, o governador envergonhou os paranaenses com seu despreparo técnico e um discurso vazio, recheado de inverdades e contradições”, afirma o colunista; Para o deputado do PT, o tucano vestiu a carapuça da incompetência, confessou que não investiu na saúde o mínimo exigido pela Constituição e que não respeitou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal ao inchar a máquina com cargos comissionados; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

A entrevista de Beto Richa no programa Roda Viva, na TV Cultura, na semana passada, foi pródiga para ilustrar a desfaçatez do governador e o fracasso da gestão tucana no Paraná. Sem corar, Beto empilhou mentira em cima de mentira. Em rede nacional, vestiu a carapuça da incompetência e envergonhou os paranaenses.

Beto reconheceu a péssima condição da saúde financeira do Paraná. Sem demonstrar culpa ou arrependimento, afirmou que não ia a Brasília defender os interesses do Estado, como seria seu dever e obrigação.

No momento mais importante da entrevista, quando falou sobre o processo de liberação dos empréstimos, confessou que não investiu o mínimo exigido pela Constituição Federal em saúde e não respeitou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ao admitir que desrespeitou a Constituição e não cumpriu as exigências da LRF, reconheceu que ele próprio foi o culpado por transformar o Paraná num estado inadimplente e, portanto, impossibilitado de receber os financiamentos federais.

Ora, ao assumir que foi o culpado por lançar o Paraná na inadimplência, o governador não apenas reconheceu que não houve qualquer perseguição ao Estado como fez cair por terra a retórica da discriminação do governo federal do Paraná!.

Ainda que diante de uma bancada de entrevistadores convenientemente complacentes !“ alguns jornalistas ficaram visivelmente constrangidos com as fragilidades dos argumentos apresentados pelo governador para explicar as razões da crise do Paraná !“, Beto sucumbiu. Por uma hora e meia, em rede nacional, o governador envergonhou os paranaenses com seu despreparo técnico e um discurso vazio, recheado de inverdades e contradições.

*Enio Verri é deputado estadual, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

Comentários encerrados.