Coluna do Enio Verri: Com os almofadinhas Aécio e Campos, povo deixará de ser prioridade

Enio Verri, em sua coluna desta terça, renova a fé na vitória de Dilma em outubro porque, segundo ele, o PT tem DNA do povo cuja relação intrínseca com os trabalhadores teria ficado mais evidente no pronunciamento da presidenta no dia 1!º de Maio; ela anunciou o reajuste de 10% nos valores do Bolsa Família e correção da tabela do Imposto de Renda; também assumiu o compromisso de continuar a política de valorização do salário mínimo como um instrumento de diminuição da desigualdade e resgate da dívida social que o país tem com os trabalhadores mais pobres; colunista afirma que os almofadinhas! Aécio Neves e Eduardo Campos, se eleitos, colocariam todas essas conquistas a perder; A opção pelo corte de gastos públicos e, consequentemente, o açodamento das políticas sociais e a desvalorização do salário mínimo, ficou claro nas recentes declarações dos pré-candidatos e seus coordenadores de campanha!, alerta Verri, um dos generais do lulopetismo e da coordenação da pré-campanha da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta terça, renova a fé na vitória de Dilma em outubro porque, segundo ele, o PT tem DNA do povo cuja relação intrínseca com os trabalhadores teria ficado mais evidente no pronunciamento da presidenta no dia 1!º de Maio; ela anunciou o reajuste de 10% nos valores do Bolsa Família e correção da tabela do Imposto de Renda; também assumiu o compromisso de continuar a política de valorização do salário mínimo como um instrumento de diminuição da desigualdade e resgate da dívida social que o país tem com os trabalhadores mais pobres; colunista afirma que os almofadinhas! Aécio Neves e Eduardo Campos, se eleitos, colocariam todas essas conquistas a perder; A opção pelo corte de gastos públicos e, consequentemente, o açodamento das políticas sociais e a desvalorização do salário mínimo, ficou claro nas recentes declarações dos pré-candidatos e seus coordenadores de campanha!, alerta Verri, um dos generais do lulopetismo e da coordenação da pré-campanha da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

No último final de semana estive em São Paulo para participar do Congresso Nacional do PT, que teve como ponto alto o lançamento da pré-candidatura da presidenta Dilma à  reeleição. Um dos destaques da reunião foi o ex-presidente Lula. Ele desmentiu categoricamente as notícias de que poderia ser candidato à  presidência e garantiu estar pronto para entrar na pré-campanha de Dilma.

Tenho muita confiança de que a jornada que teve início na sexta-feira (2) vai terminar com a vitória de Dilma em outubro !“ a disputa eleitoral que começa nos próximos meses, porém, será uma das mais desafiadoras e difíceis da história do PT.

Meu otimismo em relação à  vitória de Dilma vem da relação que o PT tem com o povo: o PT está do lado do povo e o povo está no DNA do PT. No pronunciamento que fez sobre o Dia do Trabalhador, Dilma tornou esta relação ainda mais intrínseca.

Na ocasião, ela anunciou o reajuste de 10% nos valores do Bolsa Família, que beneficia 36 milhões de brasileiros, assegurando que esta parcela da população continue acima da linha da extrema pobreza definida pela ONU. Também anunciou a correção da tabela do Imposto de Renda, medida que significa um importante ganho salarial indireto aos trabalhadores. A maior novidade, porém, foi o compromisso de continuar a política de valorização do salário mínimo, que tem sido um instrumento para a diminuição da desigualdade e resgate da dívida social que o país tem com os trabalhadores mais pobres.

Nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial, nem o governo da mão dura contra o trabalhador. Nosso governo será sempre o governo da defesa dos direitos e das conquistas trabalhistas, um governo que dialoga com os sindicados e com os movimentos sociais e encontra caminhos para melhorar a vida dos que vivem do suor do seu trabalho.!

Enquanto Dilma reforça os laços com o povo e reitera o compromisso de manter o governo federal posicionado na defesa incondicional dos interesses dos trabalhadores e das classes mais pobres, Aécio Neves e Eduardo Campos já sinalizaram que, se eleitos, os interesses do povo deixarão de ser prioridade no Brasil.

A opção pelo corte de gastos públicos e, consequentemente, o açodamento das políticas sociais e a desvalorização do salário mínimo, ficou claro nas recentes declarações dos pré-candidatos e seus coordenadores de campanha, conforme apontou de maneira muito equilibrada o jornalista André Singer em artigo no jornal Folha de S. Paulo de domingo (clique aqui).

*Enio Verri é deputado estadual, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

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