Requião e Pessuti podem fazer as pazes em nome da candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná

Pessutistas e requianistas trabalham nos bastidores para pacificar o PMDB; bancada estadual do partido na Assembleia, preocupada com sua reeleição, desenha acordo de paz entre senador Requião e ex-governador Pessuti, até a convenção de junho, "em nome da candidatura própria" e para salvar o Paraná da quebradeira!; fórmula permitiria ao perdedor na convenção  indicar candidatos a vice-governador e senador da chapa peemedebista; parlamentares sugerem dois "fiadores comuns" em caso de acordo, a saber: o ex-secretário da Educação, Maurício Requião, e o suplente do senador Requião, Chico Simeão, o Chico Rico, que está na expectativa de assumir a vaga.

Pessutistas e requianistas trabalham nos bastidores para pacificar o PMDB; bancada estadual do partido na Assembleia, preocupada com sua reeleição, desenha acordo de paz entre senador Requião e ex-governador Pessuti, até a convenção de junho, “em nome da candidatura própria” e para salvar o Paraná da quebradeira!; fórmula permitiria ao perdedor na convenção indicar candidatos a vice-governador e senador da chapa peemedebista; parlamentares sugerem dois “fiadores comuns” em caso de acordo, a saber: o ex-secretário da Educação, Maurício Requião, e o suplente do senador Requião, Chico Simeão, o Chico Rico, que está na expectativa de assumir a vaga.

O senador Roberto Requião e o ex-governador Orlando Pessuti podem dividir a mesma mesa em nome da candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná. Isto não é novidade para o leitor deste blog (clique aqui), mas há novas movimentações e fatos novos que relatarei a seguir.

Nos bastidores, a maioria da bancada estadual do partido, preocupada com a própria pele, isto é, com sua própria reeleição, agora busca selar a paz entre suas duas lideranças maiores. Pessuti e Requião romperam politicamente em 2010, mas podem se repactuar para salvar o Paraná da quebradeira promovida pelo governo de Beto Richa (PSDB).

A síntese do acordo no PMDB seria mais ou menos essa: ao perdedor na convenção estadual da legenda caberia a indicação do vice-governador e do candidato ao Senado.

Vamos ver como ficaria na prática os dois cenários possíveis, caso houvesse combinação: 1- se os convencionais escolhessem Pessuti candidato a governador, o vice o senador seria indicação de Requião; 2- Se Requião fosse o vitorioso na convenção do PMDB, o ex-governador Pessuti indicaria o vice e o senador.

Porém, há uma crise de confiança mútua que ainda impede a execução desse entendimento acima. Deputados sugerem dois “fiadores comuns” em caso de acordo, a saber: o ex-secretário da Educação, Maurício Requião, e o suplente do senador Requião, Chico Simeão, o Chico Rico, que está na expectativa de assumir o Senado.

Do lado das trincheiras requianistas e pessutistas não há descarte do acordo desenhado pelos bombeiros! de plantão, pois se sabe que o partido unido faz diferença danada no processo eleitoral. No entanto, publicamente, ninguém se atreve “ainda” a confirmar que está em marcha a articulação para trazer de volta a dupla Requião/Pessuti.

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