Por Esmael Morais

Palácio Iguaçu quer saber de que lado joga deputado Romanelli

Publicado em 02/04/2014

Segundo o Palácio do Iguaçu, Romanelli levanta a bola para a oposição chutar contra Beto Richa; nesta quarta (2), Assembleia decidiu enviar na semana que vem "expedição" a Brasília, comandada pelo peemedebista, para audiência com o secretário Nacional do Tesouro, Arno Augustin; sob testemunha do líder da oposição, deputado Tadeu Veneri (PT), comitiva quer saber os motivos de os empréstimos pleiteados pelo governo do estado têm batido na trave; afinal, perguntam os palacianos, Romanelli está do lado da "mão peluda" ou da "mão delicada"?

Segundo o Palácio do Iguaçu, Romanelli levanta a bola para a oposição chutar contra Beto Richa; nesta quarta (2), Assembleia decidiu enviar na semana que vem “expedição” a Brasília, comandada pelo peemedebista, para audiência com o secretário Nacional do Tesouro, Arno Augustin; sob testemunha do líder da oposição, deputado Tadeu Veneri (PT), comitiva quer saber os motivos de os empréstimos pleiteados pelo governo do estado têm batido na trave; afinal, perguntam os palacianos, Romanelli está do lado da “mão peluda” ou da “mão delicada”?

Um orelha seca do blog informa que o terceiro andar do Palácio Iguaçu desconfia do deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), que recentemente voltou à  Assembleia Legislativa. Os palacianos acreditam que o parlamentar esteja fazendo “três cantos”, ou seja, levantando a bola para os adversários do governador Beto Richa (PSDB) chutar.

Foi de Romanelli a ideia de convidar o secretário Nacional do Tesouro, Arno Augustin, para esclarecer os motivos de os empréstimos federais baterem na trave. Entrou na jogada até o deputado João Arruda (PMDB), sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), que apresentou requerimento de audiência ao secretário do STF na Comissão de Fiscalização da Câmara.

Requião vai disputar o Palácio Iguaçu com o governador tucano e é contra os empréstimos.

O diabo é que Augustin já tem preparado documentos que comprovaria o estado falimentar da gestão Richa. O secretário nacional possui farto material técnico que evidenciaria as dificuldades financeiras do governo do estado para tomar tais recursos emprestados.

Enquanto o líder do governo, Ademar Traiano (PSDB), sustenta a tese de que a saúde financeira do estado é igual de vaca premiada, o peemedebista Romanelli pode colocar a perder toda essa discussão acumulada nos últimos meses porque a STN tem como provar o que vem falando: não tem como emprestar ao Paraná.

O Palácio Iguaçu pergunta: afinal, de que lado está Romanelli? Do lado da “mão peluda” ou da “mão delicada”?