Por Esmael Morais

Grevistas da educação decidem ocupar Assembleia Legislativa do PR

Publicado em 23/04/2014

Grevistas ocupam galerias da Assembleia Legislativa do Paraná, na tarde desta quarta (23), em Curitiba, para pressionar parlamentares e governo; magistério tem 13 pontos na pauta de reivindicação, dentre os quais o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que, segundo eles, é desrespeitado pelo governo Beto Richa (PSDB); O Blog do Esmael apurou que o governo do estado nada tem a oferecer ao magistério. Apenas sinaliza com o pagamento de 6,7% do índice IPCA na data-base de maio. Esse reajuste -- já previsto em lei -- seria dado a todos os servidores públicos.

Grevistas ocupam galerias da Assembleia Legislativa do Paraná, na tarde desta quarta (23), em Curitiba, para pressionar parlamentares e governo; magistério tem 13 pontos na pauta de reivindicação, dentre os quais o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que, segundo eles, é desrespeitado pelo governo Beto Richa (PSDB); O Blog do Esmael apurou que o governo do estado nada tem a oferecer ao magistério. Apenas sinaliza com o pagamento de 6,7% do índice IPCA na data-base de maio. Esse reajuste — já previsto em lei — seria dado a todos os servidores públicos.

Cerca de três mil professores e funcionários manifestantes decidiram “ocupar”, na tarde desta quarta (23), as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná. Indiferentes à  chuva, os manifestantes estão acampados em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba.

Os educadores entraram em greve hoje por tempo indeterminado. Eles têm 13 pontos na pauta de reivindicação, dentre os quais o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que, segundo eles, é desrespeitado pelo governo Beto Richa (PSDB).

O magistério parou porque o governo também não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

O movimento paredista ainda cobra R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e 10,6% nos salários deste ano.

Os grevistas vão ocupar as galerias do legislativo estadual para pressionar os parlamentares a intermediar, junto ao governo, o atendimento à s demandas da categoria.

O Blog do Esmael apurou que o governo do estado nada tem a oferecer ao magistério. Apenas sinaliza com o pagamento de 6,7% do índice IPCA na data-base de maio. Esse reajuste — já previsto em lei — seria dado a todos os servidores públicos.

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