Gleisi perde o PCdoB para Requião

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Senadora Gleisi Hoffmann, do PT, tende a ficar sem o tradicional apoio do PCdoB na corrida pelo governo do Paraná; dirigentes e militantes da legenda vermelha têm se manifestado, até nas redes sociais, a favor de uma aliança com o senador Roberto Requião, do PMDB, que tentará o quarto mandato no Palácio Iguaçu; comunistas e sua juventude, a UJS, têm participado ostensivamente na caravana "Volta, Requião"; o presidente estadual da agremiação, Ricardo Gomyde, desconversa ao dizer que "as bases do partido" ainda vão definir o melhor caminho para as eleições de 5 de outubro; entretanto, se fosse fazer uma aposta hoje, de zero a 10, Requião teria a preferência de 8 dentro do PCdoB ante dois para a petista.
Senadora Gleisi Hoffmann, do PT, tende a ficar sem o tradicional apoio do PCdoB na corrida pelo governo do Paraná; dirigentes e militantes da legenda vermelha têm se manifestado, até nas redes sociais, a favor de uma aliança com o senador Roberto Requião, do PMDB, que tentará o quarto mandato no Palácio Iguaçu; comunistas e sua juventude, a UJS, têm participado ostensivamente na caravana “Volta, Requião”; o presidente estadual da agremiação, Ricardo Gomyde, desconversa ao dizer que “as bases do partido” ainda vão definir o melhor caminho para as eleições de 5 de outubro; entretanto, se fosse fazer uma aposta hoje, de zero a 10, Requião teria a preferência de 8 dentro do PCdoB ante dois para a petista.
Não é só o governador Beto Richa (PSDB) que vem perdendo prefeitos, como registrou este blog na semana passada (clique aqui). A senadora Gleisi Hoffmann (PT) também tem sofrido importantes baixas, mas entre partidos que compõem a base de sustentação do governo Dilma.

Se alguém perde é porque na outra ponta tem alguém ganhando, certo? Bingo.

O senador Roberto Requião (PMDB), só no sapatinho, está “papando tudo” durante a caravana “Volta, Requião” que consiste nos encontros regionais que peemedebistas realizam pela candidatura própria ao governo do Paraná.

“Estou sentindo que a militância do PCdoB e da UJS está no clima ‘Me chama que eu vou'”, escreveu nas redes sociais Edson Souza, vice-presidente municipal do PCdoB de Cascavel, no Oeste do estado.

Sintomático à  percepção do dirigente comunista cascavelense, no último fim de semana, em União da Vitória, região Sul, a União da Juventude Socialista (UJS), braço político da legenda vermelha na juventude, esteve em peso no evento “Volta, Requião” com direito à  tietagem.

O mesmo movimento da UJS ocorrido na região Sul também foi visto em Cascavel, uma semana antes, com a presença da direção do PCdoB local.

O Blog do Esmael quis saber do presidente estadual do PCdoB, Ricardo Gomyde, se já há uma decisão pelo apoio a Requião. O dirigente desconversou ao dizer que “as bases do partido” vão definir o melhor caminho para as eleições de outubro.

Entre os comunistas paranaenses, não será tranquilo o alinhamento automático ao PT como dantes. Há resistências ao nome de Gleisi. Hoje, se fosse fazer uma aposta, de zero a 10, Requião teria a preferência de 8.

Requião, sem predador e temido pelos demais adversários, até agora, segue rumo ao quarto mandato no Palácio Iguaçu em velocidade de cruzeiro.

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