Secretária da Fazenda é contra bolsa-moradia de R$ 4 mil para juízes do PR

A secretária da Fazenda, Jozélia Nogueira, exibindo sinceridade no Facebook (clique na imagem para aumentar), se posicionou contra o auxílio-moradia para juízes no Paraná; opinião dela bate de frente com a do governador Beto Richa, que, antes do Carnaval, promoveu jantar nababesco para comemorar aprovação pela Assembleia da bolsa-moradia de R$ 4 mil aos magistrados; calote do governo tucano chega a R$ 2 bilhões, segundo o deputado Enio Verri.

A secretária da Fazenda, Jozélia Nogueira, exibindo sinceridade no Facebook (clique na imagem para aumentar), se posicionou contra o auxílio-moradia para juízes no Paraná; opinião dela bate de frente com a do governador Beto Richa, que, antes do Carnaval, promoveu jantar nababesco para comemorar aprovação pela Assembleia da bolsa-moradia de R$ 4 mil aos magistrados; calote do governo tucano chega a R$ 2 bilhões, segundo o deputado Enio Verri.

A procuradora de Justiça Jozélia Nogueira, atual secretária de Estado da Fazenda, em seu perfil no Facebook, contrariando seu chefe, governador Beto Richa (PSDB), criticou a aprovação da bolsa-moradia de R$ 4 mil a juízes do Paraná.

“O Brasil é um país cheio de curiosidades: Tem BOLSA FAMàLIA para os pobres. AUXàLIO MORADIA para os ricos. BONIFICAà‡àƒO para os médicos cubanos e DOAà‡àƒO para os camaradas (políticos) cubanos”, escreveu.

Antes do feriadão do Carnaval, Richa ofereceu jantar nababesco no Jockey Club a juízes, desembargadores, deputados e conselheiros do Tribunal de Contas. Naquele dia, longe da imprensa, o tucano comemorou a aprovação pela Assembleia Legislativa do auxílio-moradia de R$ 4 mil aos magistrados (clique aqui para relembrar).

Jozélia, supersincera, admitiu em audiência pública com parlamentares que o estado está quebrado. Ela, mais do que ninguém, sabe das dificuldades financeiras e por isso emitiu opinião contrária ao governador.

“A dívida com os fornecedores já passa dos R$ 2 bilhões”, atualiza o deputado Enio Verri, presidente estadual do PT. “Engana-se quem acha que o calote seja ‘só’ de R$ 1,1 bilhão”.

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