Paralisação de professores atinge 100% das escolas públicas do Paraná

Publicado em 19 março, 2014
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Professores das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná vão à s ruas nesta quarta 19 para exigir que Richa e Arns cumpram a Lei Nacional do Piso, que prevê 33% de hora-atividade; questionamento da "política do cafezinho" enseja articulação de quatro chapas para disputar a diretoria da APP; magistério também reivindica melhoria na qualidade do atendimento da saúde e cobra R$ 100 milhões devidos pelo governo aos educadores; leitor pode acompanhar online toda a movimentação dos grevistas pela Fanpage deste blog no Facebook (link abaixo).
Professores das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná vão à s ruas nesta quarta 19 para exigir que Richa e Arns cumpram a Lei Nacional do Piso, que prevê 33% de hora-atividade; questionamento da “política do cafezinho” enseja articulação de quatro chapas para disputar a diretoria da APP; magistério também reivindica melhoria na qualidade do atendimento da saúde e cobra R$ 100 milhões devidos pelo governo aos educadores; leitor pode acompanhar online toda a movimentação dos grevistas pela Fanpage deste blog no Facebook (link abaixo).
O governador Beto Richa (PSDB) enfrenta nesta quarta 19 uma “paralisação” estadual de professores das escolas da rede pública que exigem o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê os 33% da hora-atividade.

De acordo com informações deste blog, 100% dos estabelecimentos de ensino amanheceram fechados hoje em todo o estado.

Profissionais de diversas cidades se deslocaram do interior para Curitiba, onde haverá uma marcha da Praça Santos Andrade (UFPR) até o Palácio Iguaçu (sede do governo estadual).

Pela Fanpage deste blog no Facebook, o leitor pode acompanhar online toda a movimentação. Basta curtir a página para receber as atualizações das notícias gratuitamente.

A paralisação do magistério atende a uma convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Os professores também reivindicam melhoria na qualidade do atendimento da saúde e cobra R$ 100 milhões devidos pelo governo aos educadores.

Ontem à  tarde, o blog mostrou que “quatro chapas expõem divergências com a ‘política do cafezinho’ da diretoria da APP-Sindicato”.

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