Grupo do Amendoim, no PT, exige que Fruet “baixe” a tarifa e “acabe” com o contrato dos ônibus

Petistas do "Grupo do Amendoim" planejam se juntar em protestos contra Fruet, caso a tarifa de ônibus seja reajustada; militantes do partido com mais idade, sob o estímulo da oleaginosa, pedem o cancelamento de seguro mensal de R$ 2 milhões (sem licitação há 20 anos), rompimento de contrato com concessionárias do transporte público e eliminação da planilha do Imposto de Renda que as empresas sonegam; paralelamente, prefeito também estuda cortar repasse de R$ 800 mil mensais ao Sindimoc; Lafaiete Neves, coordenador da Plenária Popular do Transporte, vê absurdo na hipótese de reajuste; Os protestos de junho passado serão fichinha, se o preço da passagem for reajustado", avisam os membros do corneteiro Grupo do Amendoim!.

Petistas do “Grupo do Amendoim” planejam se juntar em protestos contra Fruet, caso a tarifa de ônibus seja reajustada; militantes do partido com mais idade, sob o estímulo da oleaginosa, pedem o cancelamento de seguro mensal de R$ 2 milhões (sem licitação há 20 anos), rompimento de contrato com concessionárias do transporte público e eliminação da planilha do Imposto de Renda que as empresas sonegam; paralelamente, prefeito também estuda cortar repasse de R$ 800 mil mensais ao Sindimoc; Lafaiete Neves, coordenador da Plenária Popular do Transporte, vê absurdo na hipótese de reajuste; Os protestos de junho passado serão fichinha, se o preço da passagem for reajustado”, avisam os membros do corneteiro Grupo do Amendoim!.

O Grupo do Amendoim, formado por militantes do PT mais velhos, dentre os quais Elias Salomão, Milton Alves, Daniel Godoi, Messias da Silva (Obama das Araucárias), Cláudio Ribeiro e Anísio Garcez Homem, promete colocar o prefeito Gustavo Fruet (PDT) contra a parede. Esses adeptos da plantinha que tem efeitos afrodisíacos querem não só o congelamento, mas defendem a redução da tarifa do ônibus e o cancelamento dos contratos com as empresas licitadas em 2010.

Este blogueiro se reuniu ontem com três membros do Grupo do Amendoim — Milton Alves, Obama e Daniel Godoi. Eles apontaram dois cortes na planilha de custos que podem ajudar a baixar o preço da tarifa: 1- retirada do Imposto de Renda das empresas; e 2- suspensão de repasse de R$ 2 milhões/mês à  empresa de seguros de passageiros que atua há 20 anos sem licitação.

Paralelamente, há uma terceira medida sendo cogitada. O prefeito Gustavo Fruet (PDT) também mandou sua equipe estudar corte de repasse mensal de R$ 800 mil ao Sindimoc. Esse valor seria utilizado pela entidade para custear planos de saúde, mas é computado na tarifa técnica. Anualmente, estima-se que as empresas repassam R$ 10 milhões à  entidade sindical.

Os corte nas três gorduras existentes na planilha, de acordo com o Grupo do Amendoim, pode baixar a tarifa para R$ 1,50 para os usuários.

Para manter a tarifa congelada em R$ 2,70, segundo cálculos da Prefeitura de Curitiba, custaria R$ 5 milhões ao ano.

Caso nenhuma das três medidas apontadas acima seja levada a cabo pelo prefeito, inevitavelmente a “tarifa técnica” — valor efetivamente pago aos empresários — será reajustada dos atuais R$ 2,9994 para R$ 3,20.

“Um absurdo a URBS falar em aumento da tarifa técnica para R$ 3,20 se não sabe o custo real dos gastos das empresas e nem tampouco o número de passageiros, que até os empresários contestam as informações do ICI (Instituto Curitiba de Informática)!, reagiu Lafaiete Neves, professor aposentado da Universidade Federal do Paraná e coordenador da Plenária Popular do Transporte.

Por fim, o Grupo do Amendoim promete incentivar protestos de rua contra Fruet se a tarifa subir. “Os protestos de junho passado serão fichinha, se o preço da passagem for reajustado”, avisam os apreciadores da oleaginosa.

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