Fracassa “política do cafezinho”. APP-Sindicato agora cogita greve por tempo indeterminado, diz deputado

Deputado Professor Lemos, em discurso na Assembleia Legislativa, nesta quarta (19), anunciou o fim da "política do cafezinho" ao relatar fracasso nas negociações com o governo Richa; Marlei Fernandes, presidenta da APP-Sindicato, também hoje à  tarde, reconheceu que não houve avanço significativo em nenhuma pauta; educadores poderão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da assembleia da categoria no próximo dia 29 de março;  ontem à  tarde, o blog mostrou com exclusividade que quatro chapas expõem divergências com a

Deputado Professor Lemos, em discurso na Assembleia Legislativa, nesta quarta (19), anunciou o fim da “política do cafezinho” ao relatar fracasso nas negociações com o governo Richa; Marlei Fernandes, presidenta da APP-Sindicato, também hoje à  tarde, reconheceu que não houve avanço significativo em nenhuma pauta; educadores poderão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da assembleia da categoria no próximo dia 29 de março; ontem à  tarde, o blog mostrou com exclusividade que quatro chapas expõem divergências com a “política do cafezinho” da diretoria da APP-Sindicato!.

O deputado estadual Professor Lemos (PT), na Assembleia Legislativa do Paraná, fez hoje à  tarde um duro pronunciamento após a marcha dos professores até o Palácio Iguaçu. O parlamentar lamentou que as negociações com o governo Beto Richa (PSDB) não tenham avançado em nada.

Segundo o deputado Lemos, a categoria já pensa em greve por tempo indeterminado a partir da assembleia marcada para o próximo dia 29 de março.

A própria presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, após reunião no Palácio Iguaçu, nesta tarde, reconheceu que não houve avanço significativo em nenhuma pauta. O comunicado da líder sindical coloca em xeque a “política do cafezinho” que prevaleceu em relação ao governo do PSDB.

A paralisação dos professores foi marcada de controvérsias, pois convocada nacionalmente como “Greve” no Paraná o movimento ganhou cores de “paralisação”. Desde o início da gesta Richa e de seu vice, Flávio Arns (PSDB), nunca houve uma greve contra os tucanos embora eles sempre dessem motivos de sobra. Em três anos, foram vários calotes e acordos não cumpridos com o magistério paranaense.

Arns e Richa agem fora da lei ao não cumprirem, por exemplo, a Lei Nacional do Piso que prevê 33% da hora-atividade. Os tucanos têm enrolado há anos a categoria acerca dos R$ 100 milhões devidos aos educadores relativos a avanços e progressões. Também ficou outra vez na promessa a resolução de salários atrasados dos professores PSS, contratação de mais funcionários para as escolas, dentre outras reivindicações.

Ontem à  tarde, o blog mostrou que quatro chapas expõem divergências com a “política do cafezinho” da diretoria da APP-Sindicato!.

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