Em Curitiba, garis e educadores estão em greve por tempo indeterminado

Inspirados pelos colegas do Rio, 2,5 mil garis curitibanos cruzaram os braços na manhã desta terça; trabalhadores do asseio e conservação querem reajuste nos salários e nos vales-refeição; também estão em greve cerca de  4 mil educadores, que atuam nas creches (CMEIs), lutam por isonomia com professores e pedagogos do município.

Inspirados pelos colegas do Rio, 2,5 mil garis curitibanos cruzaram os braços na manhã desta terça; trabalhadores do asseio e conservação querem reajuste nos salários e nos vales-refeição; também estão em greve cerca de 4 mil educadores, que atuam nas creches (CMEIs), lutam por isonomia com professores e pedagogos do município.

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) acordou esta terça-feira (18) com greves nas creches e na coleta de lixo. As duas paralisações são por tempo indeterminado.

Em assembleia à s 7 horas, os garis rejeitaram proposta da Prefeitura de Curitiba de 10,5% de aumento nos salários e de 15% nos vales-refeição. A categoria de 2,5 mil trabalhadores reivindica 20% e 30% de reajuste, respectivamente.

Os cerca de 4 mil educadores que atuam nos CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil) também cruzaram os braços hoje por tempo indeterminado. Eles querem isonomia salarial com professores e pedagogos do município, além de valorização da profissional.

Ontem, os professores municipais aceitaram o princípio da “política do cafezinho” ao suspender a greve.

O magistério decidiu conceder 20 dias para que a gestão Fruet encaminhe o acertado em comissão: enquadramento por tempo de serviço no novo Plano de Carreira, contratação de professores e mudança na composição da jornada de trabalho dos profissionais das escolas do 6!º ao 9!º ano.

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