Aos 73 anos, Requião planeja escolher melhor! o vice para voltar pela 4!ª vez ao Palácio Iguaçu

Senador Roberto Requião completa 73 anos nesta quarta (5); peemedebista ainda luta no partido para viabilizar sua candidatura ao governo do Paraná, mas, segundo ele, o que mais lhe preocupa é acertar na escolha do vice porque 90% dos delegados partidários já definiram pela candidatura própria; nas três oportunidades anteriores que ocupou o Palácio Iguaçu, Mário Pereira (1991-1994) e Orlando Pessuti (2003-2006 e 2007-2010) foram seus vices; sobre a questão da idade, Requião tem a resposta na ponta da língua: "O diabo é diabo não porque é feio, mas pela experiência que tem".
Senador Roberto Requião completa 73 anos nesta quarta (5); peemedebista ainda luta no partido para viabilizar sua candidatura ao governo do Paraná, mas, segundo ele, o que mais lhe preocupa é acertar na escolha do vice porque 90% dos delegados partidários já definiram pela candidatura própria; nas três oportunidades anteriores que ocupou o Palácio Iguaçu, Mário Pereira (1991-1994) e Orlando Pessuti (2003-2006 e 2007-2010) foram seus vices; sobre a questão da idade, Requião tem a resposta na ponta da língua: “O diabo é diabo não porque é feio, mas pela experiência que tem”.
“O diabo é diabo não porque é feio, mas pela experiência que tem”. Este é um dos adágios populares que o senador Roberto Requião (PMDB-PR) costuma repetir como se fosse um mantra. Não é à  toa que destaca a questão da “experiência”, pois, nesta quarta (5), ele completa 73 anos de idade com um objetivo em mente: voltar ao Palácio Iguaçu pela quarta vez.

No tabuleiro eleitoral deste ano, Requião terá de remover alguns obstáculos dentro do PMDB. Repartido em três pedaços, na legenda tem quem prefira a candidatura própria e os que defendem coligação ou com Gleisi Hoffmann (PT) ou com Beto Richa (PSDB). O senador garante que 90% dos delegados no partido já decidiram pelo projeto autônomo, ou seja, da candidatura própria ao governo do Paraná.

Certa feita, este blogueiro perguntou ao experiente Requião o que ele não faria — ou não repetiria o erro — se conquistasse o quarto mandato no Palácio Iguaçu. “Não erraria mais na escolha do vice. Capricharia para acertar o vice”, disse, sem titubear.

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