15 de março de 2014
por Esmael Morais
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José Dirceu, ícone da geração de 68, chega aos 68 anos como preso político

do Brasil 247 Em outubro de 1968, então com 22 anos, José Dirceu de Oliveira e Silva foi um dos mil estudantes presos no congresso realizado pela União Nacional dos Estudantes, num sítio em Ibiúna (SP). à€ época, como presidente da União Estadual dos Estudantes, Dirceu despontava como uma das principais lideranças do movimento estudantil e suas imagens da época o transformaram num dos principais ícones da chamada geração 68.

Dirceu já era reconhecido como liderança política e foi o primeiro nome citado na reportagem da Folha de S. Paulo sobre a prisão dos jovens que combatiam a ditadura militar:

Cerca de mil estudantes que participavam do XXX Congresso da UNE, iniciado clandestinamente num sítio, em Ibiúna, no Sul do Estado, foram presos ontem de manhã por soldados da Força Publica e policiais do DOPS. Estes chegaram sem serem pressentidos e não encontraram resistência. Toda a liderança do movimento universitário foi presa: José Dirceu, presidente da UEE, Luís Travassos, presidente da UNE, Vladimir Palmeira, presidente da União Metropolitana de Estudantes, e Antonio Guilherme Ribeiro Ribas, presidente da União Paulista de Estudantes Secundários, entre outros.

Eles foram levados diretamente ao DOPS. Os demais estão recolhidos ao presidio Tiradentes. Desde segunda-feira os habitantes de Ibiúna notaram a presença de jovens desconhecidos, que iam à  cidade comprar pão, carne, escovas e pasta de dentes, despertando suspeitas ao adquirir mais de NCr$ 200 de pão de uma só vez. Essas informações foram transmitidas ao DOPS e à  Força Publica, que desde quinta-feira já conheciam segundo afirmaram !”o local exato do Congresso.

A denuncia de um caboclo, que fora barrado ao tentar chegar até o sítio Muduru, onde estavam os estudantes, fortaleceu a convicção da Policia de que o congresso seria realizado ali. Depois de avançar alguns quilômetros de carro e outro tr Leia mais

15 de março de 2014
por Esmael Morais
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Deputado Caíto adere ao “Volta, Requião” e abandona o barco de Richa

Deputado Caito Quintana, neste sábado (15), abandonou o barco da reeleição do tucano Beto Richa; com a nova adesão, o movimento "Volta, Requião atingiu 100% de apoio no Sudoeste"; "Sempre soube da posição do deputado Caito. Galo veio de rinha não se cozinha na primeira fervura. Valeu Caito", comemorou o senador Requião; mês passado o decano Waldyr Pugliesi, histórico militante e ex-presidente do partido, também anunciou posição idêntica; nos próximos dias, informa Anibelinho, os governistas terão nova baixa na bancada peemedebista; "outros companheiros [da bancada] vão cuspir o bagaço", adianta sem, no entanto, revelar nome.

Deputado Caito Quintana, neste sábado (15), abandonou o barco da reeleição do tucano Beto Richa; com a nova adesão, o movimento “Volta, Requião atingiu 100% de apoio no Sudoeste”; “Sempre soube da posição do deputado Caito. Galo veio de rinha não se cozinha na primeira fervura. Valeu Caito”, comemorou o senador Requião; mês passado o decano Waldyr Pugliesi, histórico militante e ex-presidente do partido, também anunciou posição idêntica; nos próximos dias, informa Anibelinho, os governistas terão nova baixa na bancada peemedebista; “outros companheiros [da bancada] vão cuspir o bagaço”, adianta sem, no entanto, revelar nome.

O deputado estadual Caíto Quintana oficializou neste sábado (14), no município de Francisco Beltrão, Sudoeste do Paraná, debandada do grupo político do governador Beto Richa (PSDB) ao aderir ao movimento “Volta, Requião”. O parlamentar vinha dando sustentação ao tucano na Assembleia Legislativa desde 2011, assim como parte da bancada peemedebista. ... 

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15 de março de 2014
por Esmael Morais
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Sem provas e em “off”, Veja aponta regalia de Dirceu; mídia continua agindo como partido anti-PT

do Brasil 247 A revista Veja, que já invadiu um quarto de hotel em Brasília, numa operação feita em parceria com o bicheiro Carlos Cachoeira, entrega, neste fim de semana, mais uma armação jornalística a seus leitores, com o objetivo de manipular o Poder Judiciário. O alvo, mais uma vez, é o ex-ministro José Dirceu, por quem Veja nutre um estranho fascínio, tantas as capas que lhe foram dedicadas. Desta vez, a reportagem trata de supostos privilégios que Dirceu estaria recebendo na Papuda.

Em resumo, os privilégios seriam picanha, lanches do McDonald’s, visitas fora de horário e acesso a um podólogo, para tratar uma unha encravada. As provas… bem, as provas, elas não existem. Todo o texto de Veja está ancorado em declarações em “off” de supostos servidores da Papuda. Ou seja: supostas fontes que se mantêm no anonimato. “Nas últimas semanas, VEJA ouviu funcionários da Papuda que, sob a condição de anonimato, revelaram detalhes do regime especial a que estão submetidos os mensaleiros. ‘Aqui já teve até picanha e peixada feitas exclusivamente pra eles’, conta um servidor”, diz um trecho da reportagem.

Notícias desse naipe, sem nenhuma comprovação factual, atingem seus objetivos. Foi a suspeita de uso de um celular no presídio, lançada na imprensa mas negada por uma sindicância interna, que impediu a análise do pedido de trabalho externo de José Dirceu. Foi também uma nota sobre uma feijoada o argumento usado pelo juiz Bruno Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB no Distrito Federal, para mandar Delúbio Soares de volta para a Papuda.

Com a capa desta semana, Veja tem alguns objetivos. Um deles é garantir a volta de José Genoino à  prisão. “Numa conversa entreouvida por um servidor, um médico que atendia Genoino revelou ter escutado do próprio petista a admissão de que deixara de tomar alguns remédios para provocar uma arritmia cardíaca e, assim, poder pleitear a prisão domiciliar”, diz Veja. A prova? Mais uma vez, uma “conversa entreouvida”.

No caso de Dirceu, o que move a publicação é mais grave. Veja pretende manipular a Justiça para que um réu condenado ao semiaberto e recentemente inocentado da acusação de formação de quadrilha seja enviado a um presídio de segurança máxima !“ o que contraria a própria decisão do Supremo Tribunal Federal. “A Justiça está analisando um pedido do Ministério Público para que, diante da impossibilidade de controlar os privilégios concedidos aos mensaleiros pelo governo petista de Brasília, todos eles sejam transferidos para um presídio federal.”

Nos próximos dias, o Brasil saberá se uma reportagem da insuspeita Veja, em off, será acolhida como prova pelo Poder Judiciário. Esculhambação? Sim, esculhambação total.

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15 de março de 2014
por Esmael Morais
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Peemedebistas lançam campanha “Volta, Requião” em Francisco Beltrão

Expectativa é que o deputado Caíto Quintana, nesta manhã, em Francisco Beltrão, no Sudoeste, anuncie apoio ao movimento "Volta, Requião"; peemedebistas realizam caravana pelas principais cidades do estado para alçar o senador Roberto Requião ao Palácio Iguaçu pela quarta vez; campanha pela candidatura própria no PMDB avança rumo à  inevitabilidade; pelo Twitter, o senador tem demonstrado que não aliviará, durante a corrida eleitoral, nem para Richa nem para a colega de parlamento Gleisi Hoffmann.

Expectativa é que o deputado Caíto Quintana, nesta manhã, em Francisco Beltrão, no Sudoeste, anuncie apoio ao movimento “Volta, Requião”; peemedebistas realizam caravana pelas principais cidades do estado para alçar o senador Roberto Requião ao Palácio Iguaçu pela quarta vez; campanha pela candidatura própria no PMDB avança rumo à  inevitabilidade; pelo Twitter, o senador tem demonstrado que não aliviará, durante a corrida eleitoral, nem para Richa nem para a colega de parlamento Gleisi Hoffmann.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) continua seu giro pelo estado neste sábado (15), em Francisco Beltrão, onde se reúne com correligionários que lançam na região a campanha “Volta, Requião”. Neste ano, a caravana pelo retorno do peemedebista ao Palácio Iguaçu, pela quarta vez, já passou pelos municípios de Irati, Pitanga, Laranjeiras do Sul, Campo Mourão, Umuarama, Paranavaí, Cambé, Maringá, Apucarana, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Ponta Grossa. ... 

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15 de março de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Racismo: esta discussão não pode esfriar”

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na "Copa da Paz"; "O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro", ensina o colunista; "Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa"; leia o texto.

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na “Copa da Paz”; “O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro”, ensina o colunista; “Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa”; leia o texto.

Ricardo Gomyde* ... 

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