3 de março de 2014
por Esmael Morais
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Chanceler responde a FHC: “O Brasil não está mudo diante da Venezuela”

do Brasil 247Em resposta à s duras críticas do ex-presidente FHC sobre a política externa da gestão petista, o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, defendeu a posição brasileira sobre a crise na Venezuela: Muitas coisas se obtêm em diplomacia sem que elas cheguem a público, até porque, se chegarem, não terão resultado!.

Em artigo, o ex-presidente tucano criticou a “diplomacia inerte do Brasil desde o governo Lula e o erro estratégico na avaliação das forças que predominariam no mundo”. Além disso, acusou o país de se encolher enquanto apoia o governo venezuelano, sem qualquer ressalva à s mortes, aprisionamento de oposicionistas e cortinas de fumaça que querem fazer crer que o perigo vem de fora e não das péssimas condições em que vive o povo venezuelano! (leia mais).

O chanceler rebate dizendo que o Brasil é sim a favor do diálogo entre o presidente Nicolás Maduro, a oposição e os manifestantes na Venezuela. No entanto, afirma que não estamos muito diante do país e que Maduro não precisa de recados sobre como lidar com a crise política.

Ele afirma que a nota do Mercosul sobre a questão foi mal compreendida e ressalta trecho que diz que os países “repudiam todo tipo de violência e intolerância […], qualquer que seja a origem”. Ninguém diz que há uma culpa específica. Aliás, nós lemos que agentes do Estado estão sendo presos na Venezuela, acusados de mortes de manifestantes!, diz.

Sobre o impasse na Ucrânia, ele diz que não pode especular, mas sugere compreensão ao envolvimento da Rússia – lembrou que o país de Vladimir Putin foi decisivo no desarmamento químico da Síria e na intervenção contra uma intervenção armada: A Ucrânia era parte da União Soviética, a Rússia tem a base naval de Sebastopol, na Crimeia, e a Ucrânia tem uma importante população de origem étnica russa, que ainda hoje fala russo!.

Leia aqui a entrevista de chanceler à  Folha de S. Paulo.

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3 de março de 2014
por Esmael Morais
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Justiça determina que Richa reabra salas de aula fechadas no Paraná

Vara da Fazenda Pública de Jaguapitã, a 55 km de Londrina, mandou Beto Richa reabrir sala de aula fechada no município; decisão inédita, com base na ação pública movida pelo promotor de Justiça Erinton Cristiano Dalmaso, do Ministério Público do Paraná, obriga a SEED cumprir as Constituições Federal e Estadual acerca da universalização do ensino público fundamental; descumprimento da determinação judicial implica em multa diária de R$ 10 mil até o limite de R$ 300 mil; fechamento de salas de aula consiste em uma política de contenção de gastos! para o governo Richa adequar-se à  LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal); trata-se da cota sacrifício! imposta à  Educação para manter o exército de comissionados no Palácio Iguaçu.

Vara da Fazenda Pública de Jaguapitã, a 55 km de Londrina, mandou Beto Richa reabrir sala de aula fechada no município; decisão inédita, com base na ação pública movida pelo promotor de Justiça Erinton Cristiano Dalmaso, do Ministério Público do Paraná, obriga a SEED cumprir as Constituições Federal e Estadual acerca da universalização do ensino público fundamental; descumprimento da determinação judicial implica em multa diária de R$ 10 mil até o limite de R$ 300 mil; fechamento de salas de aula consiste em uma política de contenção de gastos! para o governo Richa adequar-se à  LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal); trata-se da cota sacrifício! imposta à  Educação para manter o exército de comissionados no Palácio Iguaçu.

Atendendo a uma ação civil pública do promotor de Justiça Erinton Cristiano Dalmaso, do Ministério Público do Paraná, a Vara da Fazenda Pública de Jaguapitã (55 km de Londrina) determinou que o governo do estado volte a ofertar as aulas do sexto ano fundamental noturno na Escola Estadual Dr. Waldemiro Pedroso. ... 

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3 de março de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Araújo: “As bravatas e o continuísmo do ‘xerife’ Fruet”

Advogado Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira de Carnaval, ironiza o prefeito Gustavo Fruet que, no auge da greve dos ônibus, ameaçou prender sindicalistas e empresários pela prática de locaute!; Falou e tomou Doril, sumiu. Coube à  vice-prefeita, Mirian Gonçalves, assumir as negociações e pôr fim à  greve dos ônibus!, registrou o especialista em multas; colunista também observa que Fruet realiza uma gestão de continuidade quando o assunto é trânsito e multas eletrônicas: Se continua a ocupação dos equipamentos da Consilux é porque a solução encontrada na gestão anterior !” do prefeito Luciano Ducci !” foi correta e assim parece que vai continuar!, espinafra; leia o texto.

Advogado Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira de Carnaval, ironiza o prefeito Gustavo Fruet que, no auge da greve dos ônibus, ameaçou prender sindicalistas e empresários pela prática de locaute!; Falou e tomou Doril, sumiu. Coube à  vice-prefeita, Mirian Gonçalves, assumir as negociações e pôr fim à  greve dos ônibus!, registrou o especialista em multas; colunista também observa que Fruet realiza uma gestão de continuidade quando o assunto é trânsito e multas eletrônicas: Se continua a ocupação dos equipamentos da Consilux é porque a solução encontrada na gestão anterior !” do prefeito Luciano Ducci !” foi correta e assim parece que vai continuar!, espinafra; leia o texto.

Marcelo Araújo* ... 

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