Ricardo Barros conspira nas sombras contra reeleição de Beto Richa

Secretário da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, conspira contra a reeleição do governador Beto Richa, mas, "afrouxaria o sutiã" se obtivesse a vice na chapa do tucano para sua esposa Cida Borghetti; Barros ameaça candidatura própria do irmão ex-prefeito de Maringá, Silvio II, com o objetivo de levar Gleisi Hoffmann ao segundo turno da disputa pelo Palácio Iguaçu; nas sombras do poder, com aval do governo federal, o secretário de Richa articula com sete partidos políticos: PSD, PHS, PROS, PCdoB, PV, Solidariedade e PV; movimentação do G-7 também tem a ver com rebelião! contra o chapão proporcional com 14 siglas na reeleição do governador do PSDB, que seria equivalente ao suicídio para a maioria das pequenas e médias legendas!.

Secretário da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, conspira contra a reeleição do governador Beto Richa, mas, “afrouxaria o sutiã” se obtivesse a vice na chapa do tucano para sua esposa Cida Borghetti; Barros ameaça candidatura própria do irmão ex-prefeito de Maringá, Silvio II, com o objetivo de levar Gleisi Hoffmann ao segundo turno da disputa pelo Palácio Iguaçu; nas sombras do poder, com aval do governo federal, o secretário de Richa articula com sete partidos políticos: PSD, PHS, PROS, PCdoB, PV, Solidariedade e PV; movimentação do G-7 também tem a ver com rebelião! contra o chapão proporcional com 14 siglas na reeleição do governador do PSDB, que seria equivalente ao suicídio para a maioria das pequenas e médias legendas!.

O secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), ex-vice-líder no governo Lula, conspira nos bastidores contra seu “patrão”, o governador Beto Richa (PSDB).

Com aval do Palácio do Planalto, Barros articula um bloco com sete partidos — PSD, PHS, PV, Solidariedade, PCdoB, PV e PROS — caso o projeto da candidatura do senador Roberto Requião (PMDB) bata na trave.

O PP de Barros está fora dessa diabólica! conspiração porque é controlado pelos deputados Dilceu Sperafico e Nelson Meurer.

Conhecido nas sombras do poder como Grupo dos Sete!, essa articulação pilotada pelo secretário de Richa teria como candidato ao Palácio Iguaçu o ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PHS), que também é sondado para a vice da ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT).

O objetivo do governo federal com essa movimentação é assegurar a existência de segundo turno nas eleições de outubro, pois, analisa o Planalto, uma disputa “mano a mano” entre a senadora petista e Richa, por exemplo, seria liquidada já no primeiro turno com o favoritismo do tucano.

Barros coloca a faca no pescoço do governador, mas “afrouxaria o sutiã” se Richa convidasse sua esposa, a deputada Cida Borghetti (PROS), para a vice. Isto ele não esconde de ninguém. Tampouco o líder do PSD, Eduardo Sciarra, omite que deseja a vaga de vice ou de candidato ao Senado na chapa do PSDB, que hoje está prometida ao tucano àlvaro Dias.

Outros interesses que não as corridas pelo governo do Paraná e ao Senado unem os dirigentes desses sete partidos: as eleições proporcionais. Cada qual cuida de sua própria pele, ou seja, de conquistar uma ou mais cadeira na Câmara ou na Assembleia para si ou para suas siglas.

“A fome de Beto Richa por partidos pode sair pela culatra”, avaliou um dos presidentes de partido que participou, na última quarta, de uma reunião do Grupo dos Sete, o G-7. Para ele, que pediu para não ser identificado, “um chapão com 14 partidos disputando a Câmara e a Assembleia é uma boa para o projeto de reeleição do governador, mas é equivalente ao suicídio para a maioria das pequenas e médias legendas”.

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