Rato morto e bituca de cigarro na comida de presos no Paraná; assista

"Eles não estão sendo tratados como porcos porque porcos são melhores tratados do que eles", disse promotor de Justiça, Caio Bergamo Marques, sobre a situação da cadeia pública de Marechal Cândido Rondon; estrutura precária para dezoito abriga 160 presos, que relatam carne estragada que vem com bituca de cigarro e, de brinde, tem rato morto que fica na parte externa da cela; comissão de vistoria recomende a interdição do local; assista ao vídeo.

“Eles não estão sendo tratados como porcos porque porcos são melhores tratados do que eles”, disse promotor de Justiça, Caio Bergamo Marques, sobre a situação da cadeia pública de Marechal Cândido Rondon; estrutura precária para dezoito abriga 160 presos, que relatam carne estragada que vem com bituca de cigarro e, de brinde, tem rato morto que fica na parte externa da cela; comissão de vistoria recomende a interdição do local; assista ao vídeo.

Integrantes de Comissão de Vistoria na cadeia pública de Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, realizada pela Vigilância Sanitária, Ministério Público e Secretaria de Justiça ficaram alarmados com o que viram.

Segundo reportagem da TV Tarobá (Band), a estrutura precária para dezoito abriga 160 presos, que relatam carne estragada que vem com bituca de cigarro e, de brinde, tem rato morto que fica na parte externa da cela.

“Eles não estão sendo tratados como porcos porque porcos são melhores tratados do que eles”, disse Caio Bergamo Marques, promotor de Justiça de Marechal Cândido Rondon.

A tendência é que a comissão de vistoria recomende a interdição da cadeia pública.

Assista ao vídeo:

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