Por Esmael Morais

Denúncia de espionagem abre nova crise no governo Richa

Publicado em 01/02/2014

Servidores públicos do Paraná têm contas de e-mails espionados pela Companhia de Tecnologia da Informação do Paraná (Celepar), órgão do governo do estado que teria a função de zelar segurança de dados funcionais; segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, edição de domingo (2), bisbilhotagem do Expresso Livre Mail! atingiu órgãos de segurança público, agentes do Gaeco, policiais civis e militares, além do serviço secreto da Secretaria da Segurança; ainda não se sabe se outros funcionários públicos, como professores e escolas, bem como outros órgãos e secretarias foram alvos da espionagem do administrador secreto! do Expresso Livre Mail!; xeretagem abre nova crise no governo Beto Richa.

Servidores públicos do Paraná têm contas de e-mails espionados pela Companhia de Tecnologia da Informação do Paraná (Celepar), órgão do governo do estado que teria a função de zelar segurança de dados funcionais; segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, edição de domingo (2), bisbilhotagem do Expresso Livre Mail! atingiu órgãos de segurança público, agentes do Gaeco, policiais civis e militares, além do serviço secreto da Secretaria da Segurança; ainda não se sabe se outros funcionários públicos, como professores e escolas, bem como outros órgãos e secretarias foram alvos da espionagem do administrador secreto! do Expresso Livre Mail!; xeretagem abre nova crise no governo Beto Richa.

Sorria, você está sendo espionado, caro servidor público do estado. Sua conta de e-mail “Expresso Livre Mail”, controlada pela Companhia de Tecnologia da Informação do Paraná (Celepar), está sendo monitorada há muito tempo! à‰ isso que diz a reportagem de Diego Ribeiro e Felipe Aníbal, na edição de domingo (2) do jornal Gazeta do Povo.

Segundo a reportagem, administrador secreto das contas “Expresso Livre Mail” bisbilhotou mensagens eletrônicas de policiais civis e militares, agentes do Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público, e até de um agente do serviço secreto da Secretaria de Segurança Pública responsável pela ativação de “grampos” telefônicos com autorização judicial.

Não se sabe ainda qual a dimensão da espionagem, se há outras secretarias e funcionários vigiados, nem quem é o mandante da quebra de sigilo do funcionalismo público. O que se sabe é que informações sigilosas foram violadas dentro da estrutura do Estado.

A priori, de acordo com a Gazeta do Povo, as polícias e órgãos de segurança foram alvos da espionagem. A polícia Civil levou o caso para o Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber). A Polícia Militar abriu inquérito para apurar o crime.

Essa denúncia de espionagem abre nova crise no coração do governo Beto Richa.