De olho no tetra, Requião segue pegadas de Gleisi na região dos Campos Gerais

 Senador Roberto Requião luta em duas frentes: 1- interna, onde busca votos dos convencionais para viabilizar-se candidato e 2- na externa, onde tem que brigar como um leão para não deixar que a disputa pelo Palácio Iguaçu polarize entre Richa e Gleisi; peemedebista, de olho no tetra mandato à  frente do governo do Paraná, neste final de semana, segue as pegadas da senadora petista na região dos Campos Gerais; ela visita hoje Irati e Ponta Grossa; ele visita hoje Irati e amanhã estará em Pitanga e Laranjeiras do Sul.


Senador Roberto Requião luta em duas frentes: 1- interna, onde busca votos dos convencionais para viabilizar-se candidato e 2- na externa, onde tem que brigar como um leão para não deixar que a disputa pelo Palácio Iguaçu polarize entre Richa e Gleisi; peemedebista, de olho no tetra mandato à  frente do governo do Paraná, neste final de semana, segue as pegadas da senadora petista na região dos Campos Gerais; ela visita hoje Irati e Ponta Grossa; ele visita hoje Irati e amanhã estará em Pitanga e Laranjeiras do Sul.

Quem esperava uma eleição morna este ano pode ir tirando o cavalinho da chuva. A temperatura dos tende a acompanhar o clima dos últimos dias, quente, muito quente.

Desenha-se no horizonte uma cruenta briga pelo Palácio Iguaçu, onde cada passo e cada palmo conquistados equivalerão a ouro nessa corrida que durará até 5 outubro.

Se na semana passada o governador Beto Richa (PSDB) e a senadora Gleisi Hoffmann (PT) se engalfinharam na região Noroeste, onde se cruzaram, simulando uma polarização, neste fim de semana se distanciaram.

O tucano percorre a região Noroeste e o Vale do Ivaí. A petista corre a região dos Campos Gerais.

pegadasQuem está bem pertinho de Gleisi é o senador Roberto Requião (PMDB). Ele vem se reunindo com correligionários em busca de votos para a convenção do partido. Hoje ele estará em Irati. Amanhã em Pitanga e Laranjeiras do Sul. Requião não quer perder Gleisi de vista, por isso segue suas pegadas.

O peemedebista tem distribuído caneladas, “democraticamente”, na petista e no tucano para evitar que ambos polarizem a discussão política e o isolem no debate eleitoral. A polarização significaria o naufrágio do projeto de retorno ao governo do Paraná pela quarta vez.

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