Azedou o cafezinho: Educadores prometem “arrepiar” governo Richa

Professor Paixão, da APP-Sindicato, denuncia terrorismo e ilegalidade cometidos pelos tucanos Arns e Richa, que descumprem a Lei Nacional do Piso; entidade do magistério reclama implantação de 33% da hora-atividade e pagamento de R$ 100 milhões atrasados relativos a avanços e promoções da categoria; cansados de tanto calote do governo do PSDB, educadores afirmam que vão abandonar a política do cafezinho para implantar, na marra, a hora-atividade nos dias 11, 19, 27 de fevereiro e 07 de março; portanto, o ano letivo no Paraná começará em clima de guerra.

Professor Paixão, da APP-Sindicato, denuncia terrorismo e ilegalidade cometidos pelos tucanos Arns e Richa, que descumprem a Lei Nacional do Piso; entidade do magistério reclama implantação de 33% da hora-atividade e pagamento de R$ 100 milhões atrasados relativos a avanços e promoções da categoria; cansados de tanto calote do governo do PSDB, educadores afirmam que vão abandonar a política do cafezinho para implantar, na marra, a hora-atividade nos dias 11, 19, 27 de fevereiro e 07 de março; portanto, o ano letivo no Paraná começará em clima de guerra.

A APP-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná), entidade que representa cerca de 100 mil professores e educadores de 2,1 mil escolas no estado, por meio de nota, em seu site, acusa o governo Beto Richa de promover terrorismo contra a categoria.

De acordo com denúncia da APP-Sindicato, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) enviou à s escolas um comunicado (001/2014), assinado pelo vice-governador e secretário Flávio Arns (PSDB), no qual condena, difama e ameaça com retaliações os professores que aderirem ao “Hora-Atividade pra Valer”.

Já que os tucanos Richa e Arns insistem em permanecer na ilegalidade, a ideia dos educadores é implantar na marra os 33% da hora-atividade, de acordo com a Lei Nacional do Piso do Magistério, professores a farão valer na prática nos dias 11, 19, 27 de fevereiro e 07 de março.

Na prática, ao que parece, azedou a política do cafezinho que a APP-Sindicato vinha mantendo com o governo estadual. O enviou de mensagem à s escolas, pelo governo do PSDB, pode significar o rompimento de uma relação que vinha sendo, nos últimos três anos, bastante amistosa.

“A Seed também aterroriza os professores, ameaçando valer-se de todos os meios administrativos e legais! para coibir a ação”, criticam os professores.

A bronca dos educadores com o governo do estado está há muito represada, pois Arns e Richa aplicaram sucessivos calotes na categoria. O não cumprimento da Lei do Piso na íntegra, vide a não implantação da hora-atividade, é apenas a ponta do ice-berg. Governador e vice deixaram de pagar R$ 100 milhões referentes a avanços na carreira (progressões e promoções).

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