Para seduzir PMDB, Palácio Iguaçu oferece para Pessuti vaga ao Senado

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Palácio Iguaçu conspira contra permanência de àlvaro Dias no Senado; tropa do governador Beto Richa estimula candidaturas avulsas de Sciarra, do PSD, e tenta cooptar peemedebistas oferecendo a vice na chapa do PSDB e apoio a uma hipotética candidatura do ex-governador Orlando Pessuti ao Senado; palavra de ordem é desmobilizar candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná; temor do tucanato é que cenário curitibano de 2012 se repita nas eleições de 2014, quando o candidato oficial sequer conseguiu avançar para o segundo turno.
Palácio Iguaçu conspira contra permanência de àlvaro Dias no Senado; tropa do governador Beto Richa estimula candidaturas avulsas de Sciarra, do PSD, e tenta cooptar peemedebistas oferecendo a vice na chapa do PSDB e apoio a uma hipotética candidatura do ex-governador Orlando Pessuti ao Senado; palavra de ordem é desmobilizar candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná; temor do tucanato é que cenário curitibano de 2012 se repita nas eleições de 2014, quando o candidato oficial sequer conseguiu avançar para o segundo turno.
A tropa de choque do governador Beto Richa (PSDB) está fazendo o diabo para tentar seduzir o PMDB. A última é que o Palácio Iguaçu ofereceu ao ex-governador Orlando Pessuti a vaga ao Senado, numa candidatura avulsa, além de coligação proporcional aos deputados estaduais e federais.

A nova investida palaciana toma como base resposta positiva a uma consulta realizada pelo PSD, de Eduardo Sciarra, acerca da possibilidade de candidatura avulsa ao Senado (clique aqui). Quem perde com isso é o senador àlvaro Dias, estrela do PSDB e da oposição nacional, que vai sendo rifado sem dó e nem piedade dentro do próprio ninho.

O esforço tucano para desmobilizar a candidatura própria peemedebista é algo sobrenatural. Ontem este blog registrou que o grupo de Richa também ofertou a vice para a bancada estadual do PMDB (clique aqui). Caíto Quintana e Artagão de Mattos Leão Júnior são os mais lembrados.

O PSDB não pretende dar sorte ao azar. Acredita que a candidatura própria com o senador Roberto Requião deixa o jogo incerto e a disputa vai para o segundo turno. As chances de o cenário das eleições municipais de Curitiba se repetir no estadual estão aumentando, onde o candidato oficial não conseguiu avançar para a segunda etapa (clique aqui para relembrar). Por isso a gincana tucana para tentar resolver as eleições no mano a mano com a ministra Gleisi Hoffmann já no primeiro turno.

Contra os luas-pretas do Palácio Iguaçu há uma resolução nacional do PMDB proibindo coligação com o PSDB país afora (clique aqui). Também conspira contra a reeleição de Richa o péssimo governo que faz, sem obras e realizações, e a fragmentação das lideranças peemedebistas — o que dificulta “acerco” por cima dos delegados e lideranças do partido desejado.

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