Veto de Temer a “ménage à  trois” põe Paulo Rossi, do PSD, no aquecimento

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Até o vice-presidente da República, Michel Temer, achou muita sacanagem proposta de "ménage à  trois" (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB) aos peemedebistas do Paraná; diante do veto da direção nacional do PMDB à  aliança com o tucano, muito provavelmente, Cheida e Romanelli deverão antecipar saída de seus cargos no governo; de olho no Trabalho, PSD já colocou o sindicalista Paulo Rossi no aquecimento; PSC tem o ex-presidente do Crea, àlvaro Cabrini, para o Meio Ambiente.
Até o vice-presidente da República, Michel Temer, achou muita sacanagem proposta de “ménage à  trois” (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB) aos peemedebistas do Paraná; diante do veto da direção nacional do PMDB à  aliança com o tucano, muito provavelmente, Cheida e Romanelli deverão antecipar saída de seus cargos no governo; de olho no Trabalho, PSD já colocou o sindicalista Paulo Rossi no aquecimento; PSC tem o ex-presidente do Crea, àlvaro Cabrini, para o Meio Ambiente.
O veto do vice-presidente da República, Michel Temer, à  participação do PMDB na “ménage à  trois” (palanque triplo) de Beto Richa (PSDB), poderá antecipar mexidas no primeiro escalão do governo do Paraná. O primeiro que entra na marca do pênalti é o secretário do Trabalho, Luiz Cláudio Romanelli, que é deputado estadual licenciado.

Richista de carteirinha, Romanelli não conseguiu convencer no jantar de ontem que uma aliança peemedebista, no Paraná, com o tucano seria uma boa para a reeleição de Dilma e do próprio Temer.

Em 2014, Richa já assumiu compromisso de subir no palanque de Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Agora tentou colocar um pé na campanha da presidenta Dilma Rousseff (PT) por meio de coligação com os peemedebistas.

Primeira hipótese candidato próprio a governador, segunda hipótese aliança com PT e terceira com PSDB. Ficou evidente que é muito difícil para o PMDB/PR apoiar Dilma/Temer, quando Beto vai apoiar Aécio/Eduardo. O palanque na hipótese da aliança com PSDB local “não fecha”!, disse hoje cedo, ao blog, Rodrigo Rocha Loures, porta-voz de Temer e da direção nacional do PMDB.

Diante do insucesso da missão “tucana” em Brasília, ontem, é natural que o governador peça os cargos que estão com os peemedebistas para negociar com outras agremiações. Nesse sentido, o PSD, de Eduardo Sciarra, já mandou o sindicalista Paulo Rossi, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), entrar no aquecimento. Há muito o partido de Kassab está de olho na Secretaria do Trabalho.

Outro que também deverá antecipar a saída do governo é o secretário do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, igualmente deputado licenciado. Richa deverá utilizar o cargo para reforçar o PSC de Ratinho Júnior no governo. Um dos nomes cogitados para a pasta é do engenheiro agrônomo àlvaro Cabrini, ex-presidente do Crea.

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