Por Esmael Morais

PT da vice-prefeita Mirian Gonçalves quer que Fruet adote orçamento participativo em Curitiba

Publicado em 03/11/2013

Vice-prefeita Mirian Gonçalves quer implantar o orçamento participativo em Curitiba; ela quer que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) se associe à  proposta; petista se consultou com o prefeito porto-alegrense José Fortunati sobre o modelo de gestão democrática durante Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, em Foz, no último final de semana, que contou com a presença de Lula; Maria Olivia Samek, assessora e estrategista da vice, testemunhou os entendimentos para a importação do modelo gaúcho de consulta popular.

Vice-prefeita Mirian Gonçalves quer implantar o orçamento participativo em Curitiba; ela quer que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) se associe à  proposta; petista se consultou com o prefeito porto-alegrense José Fortunati sobre o modelo de gestão democrática durante Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, em Foz, no último final de semana, que contou com a presença de Lula; Maria Olivia Samek, assessora e estrategista da vice, testemunhou os entendimentos para a importação do modelo gaúcho de consulta popular.

Neste final de semana, em Foz do Iguaçu, durante sessão do Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, a vice-prefeita de Curitiba, a petista Mirian Gonçalves, consultou-se com o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, sobre o funcionamento do orçamento participativo.

Orçamento com a participação e a decisão de 100% da população!, garantiu o pedetista em sua exposição no evento, que contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A vice-prefeita, que também é secretária do Trabalho e Emprego, já acordou uma visita à  capital gaúcha para conhecer como funciona o modelo e trazer bons exemplos para Curitiba.

O entendimento sobre a importação do modelo gaúcho de orçamento participativo foi testemunhado por Maria Olivia Samek, assessora e estrategista política de Mirian Gonçalves.

Acerca do orçamento participativo

Considerado um dos mais antigos do Brasil, o orçamento participativo de Porto Alegre foi implantado em 1989. Neste ano, mais de 25 comunidades da capital gaúcha deliberaram sobre um orçamento de R$ 173 milhões.