Veja essa: Tucano Valdir Rossoni faz escola até no velho PCdoB de guerra

Aliel Machado, o "Rossoninho" comunista, devolveu R$ 1,3 milhão do orçamento da Câmara de Ponta Grossa ao prefeito Marcelo Rangel (PPS); tucano Valdir Rossoni, da Assembleia, fez da devolução de cheques seu principal marketing de "austeridade"; dinheiro imobilizado, na verdade, revela insuficiência de gestão; direções de casas parlamentares impõem pauta udenista; um se espelha no outro e vice-versa.

Aliel Machado, o “Rossoninho” comunista, devolveu R$ 1,3 milhão do orçamento da Câmara de Ponta Grossa ao prefeito Marcelo Rangel (PPS); tucano Valdir Rossoni, da Assembleia, fez da devolução de cheques seu principal marketing de “austeridade”; dinheiro imobilizado, na verdade, revela insuficiência de gestão; direções de casas parlamentares impõem pauta udenista; um se espelha no outro e vice-versa.

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Rossoni (PSDB), eleito e reeleito no cargo sob a bandeira da “moralidade” e da “austeridade”, começa fazer escola pelo interior do estado. O tucano tem costume de “devolver” cheques gigantes ao executivo relativos a sobras no orçamento do legislativo. Este blogueiro tem uma opinião clara sobre essa jogada de marketing (clique aqui).

Pois bem, leio no Blog do Johnny, parceiro deste blog no Caderno Ponta Grossa, que o presidente da Câmara do importante município dos Campos Gerais, Aliel Machado, comunista do PCdoB, segue a mesma pegada do tucano Rossoni. O moço devolveu ao executivo R$ 1,3 milhões economizados do orçamento (clique aqui). Coisa de louco

Rossoni demitiu, cancelou contratos, cortou o cafezinho, devolveu orçamento, fez o diabo numa campanha udenista sem precedentes. Aliel põe limites na conta de celular, monitora veículos, devolve orçamento, enfim.

Quem não consegue executar orçamento é porque tem problemas de gestão, pois se imobiliza durante um ano milhões que já poderiam significar uma escola ou posto de saúde no bairro mais carente. Portanto, uma dica aos gestores tucanos e comunistas: no próximo orçamento, por favor, aprovem menos recursos para o legislativo e ficarão livres desse vexame.

Há algo mais constrangedor do que devolver orçamento que foi imobilizado durante um ano? Orçamento, para quem não sabe, é dinheiro emprestado. O poder público paga taxas de juros de mercado pelo recurso paralisado.

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