TCE: Rossoni será agora tão ágil como foi no caso Bonilha, contra Requião?

Publicado em 28 novembro, 2013
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Mundo político pressiona Rossoni para que adote mesma celeridade adotada em 2011, na eleição de Bonilha; na prática, deputados defendem nova e rápida eleição para conselheiro do TCE; Fábio Camargo, eleito em julho, com apoio de Richa, foi afastado ontem pelo TJPR; história muito parecida com a de Maurício Requião, que perdeu o cargo mesmo sem o julgamento do mérito; será que o presidente da Assembleia aplicará o princípio da isonomia ou adotará dois pesos duas medidas para situação idêntica?; pelo sim pelo, Plauto Miró, segundo colocado na disputa de julho, avisa que já está no aquecimento.
Mundo político pressiona Rossoni para que adote mesma celeridade adotada em 2011, na eleição de Bonilha; na prática, deputados defendem nova e rápida eleição para conselheiro do TCE; Fábio Camargo, eleito em julho, com apoio de Richa, foi afastado ontem pelo TJPR; história muito parecida com a de Maurício Requião, que perdeu o cargo mesmo sem o julgamento do mérito; será que o presidente da Assembleia aplicará o princípio da isonomia ou adotará dois pesos duas medidas para situação idêntica?; pelo sim pelo, Plauto Miró, segundo colocado na disputa de julho, avisa que já está no aquecimento.
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), abriu precedente, em 2011, ao declarar vacância em vaga litigiosa no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A cadeira pertencia — ou ainda pertence — ao ex-secretário da Educação, Maurício Requião, mas, mesmo a questão não transitando em julgado, o tucano convocou nova eleição que culminou com a escolha do advogado Ivan Bonilha (clique aqui para relembrar).

Não entrarei no mérito, agora, da pendenga judicial entre Bonilha e Requião (clique aqui), mas uma pergunta é muito pertinente ao presidente da Assembleia: Rossoni, o senhor será também ágil e convocará nova eleição para a vaga do conselheiro Fábio Camargo no TCE ou afrouxará o sutiã?

Bonilha, assim como Fábio Camargo, afastado ontem por decisão liminar da desembargadora Regina Portes, do Tribunal de Justiça do Paraná, rezam pela cartilha do Palácio Iguaçu. Eles foram eleitos para o conselho do órgão de contas com as bênçãos do governador Beto Richa (PSDB).

Paralelamente, em frente ao prédio Assembleia, a partir das 18 horas desta quinta (28), um grupo promete nova “farofada” em apoio à  desembargadora Regina Portes. A convocação corre pelas redes sociais (clique aqui). A RPCTV e o primeiro-secretário do Legislativo Estadual, Plauto Miró, juram de pés juntos que não tem nada a ver com isso. Será?

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