Conexão 2014-2018: Fruet que preserva Richa, que preserva Fruet

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Fruet e Richa adotam política de boa vizinhança; prefeito e governador param com críticas mútuas, adotam o discurso da cooperação; pedetista já tem compromisso com Gleisi, mas, se o projeto da petista bater na trave, ele, Fruet, se apresenta ao governo em 2018; detalhe: sem o tucano no páreo.
Fruet e Richa adotam política de boa vizinhança; prefeito e governador param com críticas mútuas, adotam o discurso da cooperação; pedetista já tem compromisso com Gleisi, mas, se o projeto da petista bater na trave, ele, Fruet, se apresenta ao governo em 2018; detalhe: sem o tucano no páreo.
Cessaram as críticas mútuas entre o governador Beto Richa (PSDB) e o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), aliado da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), nas eleições de 2014.

O prefeito curitibano está “preso” ao compromisso assumido com a petista ainda nas eleições 2012. Seus correligionários afirmam que o pedetista vai honrá-lo no ano que vem.

Fruet não é candidato em 2014, logo, analisam seus estrategistas, não tem porquê sair “queimando pneu” agora. Se o projeto eleitoral de Gleisi bater na trave, o próprio prefeito entra em campo em 2018 — daí sem Richa no páreo.

O leitor pode perceber que Richa e Fruet pararam com a troca de caneladas. Para usar uma expressão dos tecnocratas da economia, “houve um freio de arrumação” entre os dois, que fizeram política juntos por muito tempo.

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