Richa paralisa obras visando fazer caixa para a folha de pagamento

Publicado em 15 outubro, 2013

Obras diminuem ritmo no trevo maldito!, em Foz, foram paralisadas pelo governo estadual para fazer caixa e honrar folha de pagamento; obras da trincheira estão em fase de concretagem das vigas, o povo aguarda a obra com ansiedade; é impossível atravessar a BR 277; segundo o jornalista Rogério Bonato, em seu blog, iguaçuenses exigem que o prefeito Reni Pereira (PSB) faça cobrança junto ao governador Beto Richa pela continuidade da construção da rotatória.
Obras diminuem ritmo no trevo maldito!, em Foz, foram paralisadas pelo governo estadual para fazer caixa e honrar folha de pagamento; obras da trincheira estão em fase de concretagem das vigas, o povo aguarda a obra com ansiedade; é impossível atravessar a BR 277; segundo o jornalista Rogério Bonato, em seu blog, iguaçuenses exigem que o prefeito Reni Pereira (PSB) faça cobrança junto ao governador Beto Richa pela continuidade da construção da rotatória.
O blogueiro Rogério Bonato, de Foz do Iguaçu, registra que o governo estadual paralisou obras na BR 277 objetivando fazer caixa para a folha de pagamento. Segundo o jornalista iguaçuense, o tucano estaria encontrando “dificuldades” dentro do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão da administração estadual, para tocar a construção de uma trincheira na rodovia que corta o município. A parada “técnica” seria de quatro meses, até honrar os compromissos salariais com os barnabés. Leia o texto:

Obras diminuem ritmo no trevo maldito

Quem passar pelas imediações da trincheira que está sendo construída na BR 277, perceberá um movimento bem pequeno no ritmo de obras, sobretudo se comparado com o vai-e-vem de tratores e máquinas nas semanas anteriores. Ontem, no período da tarde, não havia um caminhão sequer, levantando poeira.

Segundo uma informação, o IAP teria sinalizado uma suposta irregularidade aqui, outra ali e dependendo da análise, o conjunto de obras poderá estacionar uns três ou quatro meses, até depois das festas de final de ano.

O governador Beto Richa não deve ficar nem um pouco triste com a situação, já que em obra paralisada, não se precisa pagar empreiteiras logo, sobrará dinheiro para aliviar o caixa do governo e cumprir a folha de pagamento do funcionalismo, décimo terceiro, as obrigações de final de ano, pá-tá-ti e pá-tá-tá!¦até parece coisa combinada.

Ainda bem que o entendimento do governador com o IAP é muito bom, daí não corremos o risco de ver o sonho dourado da comunidade nas nuvens, como outras obras que começaram e, jamais terminaram, em Foz.

Onde havia a problemática rotatória! que enlouquecia os motoristas e pessoas que tentavam chegar ao outro lado da cidade, hoje há um enorme conjunto de buracos, cercado de tapumes. Quem conhece de engenharia garante que faria a trincheira em menos tempo. O resultado temporário da iniciativa é bem menos agradável, com o trânsito simplesmente insuportável nos gargalos do CTG Charrua de proximidades da Ponte da Amizade. Pior, sem um único policial orientando o trânsito. Só de helicóptero para conseguir atravessar a BR 277, ou dar uma volta até Três Lagoas.

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