Por Esmael Morais

Preço da comida caiu em 14 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese; e agora urubólogos?

Publicado em 03/10/2013

da Agência Brasil

Notícia boa nem sempre ganha as páginas dos jornais da velha mídia, mas o fato que caiu o preço da cesta básica em 14 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Dieese; se as previsões das urubólogas! da TV Globo, Mirian Leitão e Ana Maria Braga, estivessem corretas, o país estaria vivendo momentos de fome, miséria, desemprego e recessão; felizmente a realidade é bem melhor para todos os brasileiros.

Notícia boa nem sempre ganha as páginas dos jornais da velha mídia, mas o fato que caiu o preço da cesta básica em 14 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Dieese; se as previsões das urubólogas! da TV Globo, Mirian Leitão e Ana Maria Braga, estivessem corretas, o país estaria vivendo momentos de fome, miséria, desemprego e recessão; felizmente a realidade é bem melhor para todos os brasileiros.

Em setembro, o preço da cesta básica caiu em 14 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese). Segundo o levantamento divulgado hoje (3), a cesta básica subiu em Belo Horizonte (1,87%), Curitiba (0,66%), Campo Grande (0,48%) e no Recife (0,02%). As maiores quedas ocorreram em Aracaju (-5,36%), Brasília (-3,61%) e Vitória (-2,74%).

Os produtos da cesta básica que puxaram a queda de preço foram o tomate, o feijão, o açúcar e o arroz. Os produtos que mais subiram são a manteiga, a carne, e o leite. A cesta mais cara do país é a de São Paulo, onde custa R$ 312,07, seguida pela de Porto Alegre (R$ 311,34). A cesta mais em conta é a de Aracaju, onde o preço médio é R$ 220,68.

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, o preço da cesta teve alta em 16 das 18 capitais analisadas. Houve queda em Florianópolis (-3,09%) e em Goiânia (-1,97%). A maior alta ocorreu em Salvador (12,79%), seguida por Natal (10,08%).

Ante a Constituição, que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese calcula que o salário mínimo deveria ser R$ 2.621,70 em setembro, ou seja, 3,87 vezes maior do que mínimo em vigor (R$ 678,00).