Osmar Dias pode disputar a Câmara

Publicado em 2 outubro, 2013
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Segundo o Blog do Johnny, de Ponta Grossa, o empresário Márcio Pauliki flerta com o PSDB, de Valdir Rossoni, com o intuito de pressionar Osmar a definir-se já pelo Senado, vice ou Câmara; a tendência é que o irmão de àlvaro cozinhe o galo até junho de 2014.
Segundo o Blog do Johnny, de Ponta Grossa, o empresário Márcio Pauliki flerta com o PSDB, de Valdir Rossoni, com o intuito de pressionar Osmar a definir-se já pelo Senado, vice ou Câmara; a tendência é que o irmão de àlvaro cozinhe o galo até junho de 2014.
O vice-presidente do Banco do Brasil, Osmar Dias, presidente estadual do PDT, poderá disputar uma cadeira na Câmara Federal. Esta é a expectativa — e aposta — de boa parte da frente política paranaense depois que seu irmão, senador àlvaro Dias, ser lançado à  reeleição pelo colega de ninho e de Senado, Aécio Neves, e pelo governador Beto Richa no último final de semana.

Osmar não enfrentará o irmão nas urnas, como também não enfrentou em outras vezes. Deverá continuar dizendo o contrário visando apenas “guardar o lugar” para àlvaro, ou seja, inibindo o surgimento de adversários no campo político da ministra Gleisi Hoffmann (PT).

Por outro lado, essa “indecisão” de Osmar acaba deixando seus liderados — potenciais candidatos a deputado estadual e federal — igual biruta de aeroporto. Muitos falam em deixar o PDT, como é caso do empresário pontagrossense Márcio Pauliki (clique aqui), que quase ganhou a eleição no município, diante das incertezas.

Se ao Senado não dá para Osmar, daria a vice numa chapa de Gleisi. Pode ser, mas hoje essa vaga estaria reservada ao deputado Eduardo Sciarra (PSD). Restaria ao irmão de àlvaro a disputa pela Câmara. à‰ aí que apostam lideranças como Pauliki, que é candidato a estadual.

Osmar candidato a federal, dizem os matemáticos mais experientes, poderia “puxar” (eleger) de dois a três nomes na chapa proporcional, além de facilitar dobradas para estadual. Também daria uma mãozinha ao mano tucano.

Se prevalecer a mesma escrita de 2010, Osmar vai cozinhar o galo até junho de 2014. Chegando lá ele decide o que fazer, mas a tendência é mirar na Câmara. Ele vai negar como noutras vezes, mas é o espaço que lhe restará no cenário político.

Tem outra possibilidade que já comentei antes (clique aqui) de o pedetista assumir um ministério no governo Dilma. Em dezembro haverá uma debandada na Esplanada dos Ministérios por conta das eleições de 2014. Haverá vagas de sobra, inclusive para Osmar.

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