Em reunião secreta com empresários, Marina ressuscita agenda neoliberal de FHC

A um seleto grupo de empresários paulistas, Marina Silva defende agenda neoliberal de FHC e adota tom conciliador em temas caros à  ex-ambientalista como maior agilidade em licenciamento a empreendimentos; segundo reportagem do Valor, jornal das Organizações Globo e Folha de S. Paulo, a nova socialista! propõe ao país adoção de superávit primário, câmbio flutuante e metas inflacionárias; para levantar esse tripé! econômico o país precisaria abrir mão do pleno emprego atual e criar estoque (desemprego) de mão-de-obra para alimentar o volátil mercado; Marina e Eduardo Campos, do PSB, querem substituir Aécio Neves e José Serra, por isso tentam ganhar a confiança de boa parte do PIB nacional que não tolera as políticas públicas do governo petista.

A um seleto grupo de empresários paulistas, Marina Silva defende agenda neoliberal de FHC e adota tom conciliador em temas caros à  ex-ambientalista como maior agilidade em licenciamento a empreendimentos; segundo reportagem do Valor, jornal das Organizações Globo e Folha de S. Paulo, a nova socialista! propõe ao país adoção de superávit primário, câmbio flutuante e metas inflacionárias; para levantar esse tripé! econômico o país precisaria abrir mão do pleno emprego atual e criar estoque (desemprego) de mão-de-obra para alimentar o volátil mercado; Marina e Eduardo Campos, do PSB, querem substituir Aécio Neves e José Serra, por isso tentam ganhar a confiança de boa parte do PIB nacional que não tolera as políticas públicas do governo petista.

à€s vezes os cadernos especializados em economia revelam exatamente o que pretendem os políticos para o país. No caso de Marina Silva, segundo o Valor Econômico desta segunda (14), defende uma marcha à  ré rumo aos tempos de FHC.

A nova parceira de Eduardo Campos, agora no PSB, ressuscitou em encontro “secreto” com 100 grandes empresários, na última sexta (11), o tripé geração de superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação.

Para quem não é muito íntimo com o tema, superávit primário é a alma da proposta de Marina e Eduardo. Nada mais é do que o total da receita do governo menos os gastos não financeiros; ou seja, trata-se do esforço do tesouro nacional para pagar os serviços da dívida pública; deixar-se-ia de investir nos programas sociais e na infraestrutura do país visando economia para agradar o deus mercado.

Quanto ao câmbio, ao defender a flutuação da moeda, a nova socialista! propôs a independência! do Banco Central !“ diminuindo a ingerência! do governo brasileiro na instituição.

Em relação à  meta de inflação, ela defende a lógica do mercado volátil tendo como base o fluxo de capitais, dívidas públicas, risco país e estoque de mão-de-obra (desemprego) para conter os índices inflacionários.

à€ plateia empresarial, Marina relaxou! o discurso acerca da proteção ao meio ambiente. Segundo o jornalão das Organizações Globo e Folha de S. Paulo, a ex-senadora adotou tom conciliador e defendeu agilidade nos licenciamentos ambientais.

Resumo da ópera: Marina Silva vendeu ao seleto grupo de empresários que ela e Eduardo podem ser-lhes confiáveis e ocupar o espaço de Aécio Neves e do PSDB na agenda neoliberal.

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