Coluna do Traiano: “Comédia de erros até nas privatizações de Gleisi”

Publicado em 2 outubro, 2013
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Ademar Traiano, líder de Beto Richa na Assembleia, garante que o governo tucano é eficiente e rotula o governo federal de medíocre; segundo o colunista, a ministra Gleisi promove uma comédia de erros até nas privatizações; o deputado bate na tecla que o governo do Paraná é perseguido pelos petistas, mas, mesmo assim, de acordo com ele, o estado recebeu R$ 25 bi em investimentos que geraram 150 mil empregos em 33 meses de choque de gestão!; leia a coluna.
Ademar Traiano, líder de Beto Richa na Assembleia, garante que o governo tucano é eficiente e rotula o governo federal de medíocre; segundo o colunista, a ministra Gleisi promove uma comédia de erros até nas privatizações; o deputado bate na tecla que o governo do Paraná é perseguido pelos petistas, mas, mesmo assim, de acordo com ele, o estado recebeu R$ 25 bi em investimentos que geraram 150 mil empregos em 33 meses de choque de gestão!; leia a coluna.
por Ademar Traiano*

Em menos de três anos o Paraná recebeu R$ 25 bilhões em investimentos nacionais e estrangeiros, esses empreendimentos estão gerando 150 mil empregos com carteira assinada.

Para se ter uma ideia do que isso significa, basta dizer que em 33 meses o governo do Paraná atraiu 60% mais investimentos que os recebidos pelo Estado nos oito anos, ou 96 meses, anteriores.

Isso não aconteceu por acaso ou por passe de mágica. à‰ resultado de trabalho duro. Tão logo assumiu o governo, em janeiro de 2011, o governador Beto Richa tratou de restabelecer a segurança jurídica, melhorar o ambiente de negócios e empreender uma agressiva e bem sucedida estratégia de atração de investimentos.

Graças a essa política estão se instalando ou ampliando investimentos no Paraná empresas como a Klabin, que vai investir R$ 6,5 bilhões no Estado, a Renault (R$ 1,5 bilhão) a Sumitomo (R$ 560 milhões), a Audi (R$ 500 milhões). Dezenas de outras empresas, pequenas, médias e grandes se instalaram no Paraná ou aumentaram seus investimentos no Estado.

Desde 2011, apesar da significativa redução das transferências federais para o Estado, e de uma mal disfarçada política perseguição ao Estado pelo governo federal – perseguição confirmada por dados oficiais do Siafi, órgão do Ministério da Fazenda – a economia do Paraná cresce acima da média nacional.

As empresas paranaenses lideraram o ranking das 500 maiores da Região Sul em 2012, segundo levantamento feito pela revista Amanhã e pela consultoria PwC. Foi o segundo ano em que as companhias paranaenses foram campeãs em patrimônio líquido, faturamento e lucro, segundo matéria da insuspeita Gazeta do Povo.

Ao contrário do que acontece no governo federal, onde sumidades, como a ministra Gleisi Hoffmann, comandam uma comédia de erros na política de privatizações (que o PT insiste em chamar de “concessões”) e onde se tenta inventar um capitalismo sem lucro, o Paraná firmou uma pragmática parceria com a iniciativa privada.

No Paraná os preconceitos ideológicos fósseis foram substituídos pelo conceito que o desenvolvimento econômico pode ser bom para todos, que a prosperidade pode ser compartilhada e se tornar um importante instrumento para promover a inclusão social.

Os resultados estão aí. Apesar de o Paraná sofrer uma perseguição sem tréguas por parte do governo federal – o Estado tem empréstimos bloqueados, perdas estimadas em mais de R$ 1,5 bilhão por conta de desonerações impostas de cima para baixo !“ apresenta, em todos os setores, resultados melhores do que os da média brasileira.

No cenário de mediocridade que caracteriza a economia brasileira nos anos Dilma, o Paraná se diferencia de forma significativa. à‰ o Estado que apresenta os melhores indicadores, de crescimento industrial, de geração de emprego e de aumento da renda. O crescimento do PIB do Paraná, até agosto de 2013, foi de 4,2%. O brasileiro não passou de 2,4%. Esses números falam por si. E calam uma oposição frustrada diante dos excelentes resultados do governo Beto Richa.

*Ademar Traiano é deputado estadual pelo PSDB e líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa. Ele escreve à s quartas-feiras sobre governo e parlamento.

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