20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Dilma Rousseff: “Brasil defende uma internet aberta, democrática e participativa”

Dilma utilizou o Twitter, neste domingo (20), para orientar a delegação brasileira que vai à  Indonésia participar do Fórum sobre Governança na Internet; a revelação do ex-agente da CIA Edward Snowden, de que brasileiros são monitorados pelos governos dos EUA e do Canadá, apressou a votação do Marco Civil da Internet no Congresso; segundo João Arruda, presidente da Comissão Especial que analisou a nova lei, o objetivo é proteger os usuários e sua privacidade; todas as legislações anteriores tinham o sentido de criminalizar e punir os internautas; a neutralidade da rede, que obriga os provedores a tratar de maneira igual todos os usuários, está garantida; será a melhor legislação do mundo!, garante o deputado do Paraná.

Dilma utilizou o Twitter, neste domingo (20), para orientar a delegação brasileira que vai à  Indonésia participar do Fórum sobre Governança na Internet; a revelação do ex-agente da CIA Edward Snowden, de que brasileiros são monitorados pelos governos dos EUA e do Canadá, apressou a votação do Marco Civil da Internet no Congresso; segundo João Arruda, presidente da Comissão Especial que analisou a nova lei, o objetivo é proteger os usuários e sua privacidade; todas as legislações anteriores tinham o sentido de criminalizar e punir os internautas; a neutralidade da rede, que obriga os provedores a tratar de maneira igual todos os usuários, está garantida; será a melhor legislação do mundo!, garante o deputado do Paraná.

A presidenta Dilma Rousseff, pelo Twitter, informou na noite deste domingo (20) que enviou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para uma viagem a Bali, Capital da Indonésia, onde acontecerá de amanhã (21) até sexta (25) o Fórum sobre Governança na Internet. ... 

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20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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No epicentro do leilão, Guido vê US$ 180 bi com a privatização do Campo de Libra

do Brasil 247 Ministro da Fazenda e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, o economista Guido Mantega está no epicentro de um furacão. Um redemoinho global de especulações se ergue à  volta do leilão dos campos de Libra, pertencentes à  Petrobras, a menos de doze horas de sua realização, na manhã desta segunda-feira 21, num hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A previsão é que as maiores jazidas de petróleo conhecidas no mundo, na Bacia de Campos, sejam leiloadas em cerca de 30 minutos. A Petrobras faz parte dos quatro consórcios concorrentes.

Como Mantega, toda a área econômica do governo e também a presidente Dilma Rousseff dependem diretamente dos resultados do leilão para saberem como passarão os próximos meses. Se um pesado investimento for garantido, por meio dos lances esperados pelo governo, o cofre da administração estará recheado o suficiente para seguir dando estofo à  tentativa de impulsionar o crescimento da economia. Mas se as expectativas se frustrarem, a torrente de críticas à  gestão do próprio leilão será aumentada, além de lançar reflexos negativos para todas as direções da economia.

Por outro lado, Libra atrai não apenas as atenções, mas também boa parte da inveja do mundo, especialmente dos Estados Unidos. Espionando abertamente, o que parece ser uma contradição, o Brasil e, mais precisamente, a Petrobras, os americanos não pediram desculpas pela bisbilhotice de forte conotação comercial e assumiram uma atitude inesperada. As grandes multinacionais petrolíferas do país, assim como suas co-irmãs do Reino Unido, não apareceram para disputar o leilão. Apesar das suspeitas de informação privilegiada !“ ou talvez por causa delas -, essas ausências se deram logo na rodada de inscrições.

Com 1,1 mil soldados do Comando Militar do Sudeste isolando desde a tarde do domingo 20 o endereço do leilão, um hotel turístico na Barra da Tijuca, as interrogações são bem maiores que as certezas. Mas o ministro mantém seu férreo otimismo apesar dos sinais contraditórios sobre o sucesso emitidos à s vésperas do certame.

– Libra vai provocar uma onda inédita de investimentos, da ordem de US$ 180 bilhões em 35 anos, disse Mantega em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que repercutiu fortemente nas agências noticiosas.

Ele garantiu que o Tesouro não irá colocar nenhum recurso para ajudar a Petrobras a fazer frente aos investimentos que, como parceira de todos os concorrentes, terá de fazer nos próximos anos.

– O Tesouro não dará nem nunca deu ajuda para a Petrobras. Não cabe a ele fazer isso. O Tesouro não vai participar da operação de Libra, insistiu Mantega. Neste ano, a companhia deve investir ao todo R$ 97 bilhões, e no primeiro semestre captou US$ 11 bilhões”, completou. Acentuou que a empresa está bem de caixa: “eu sei porque sou presidente do conselho. Há várias dezenas de bilhões de reais lá”.

Classificando o campo de Libra como “maravihoso, que será um dos mais rentáveis do mundo”, Mantega calculou em nada menos que US$ 180 bilhões os volume de investimentos diretos que o Brasil atrairá, no setor e suas adjacências, nos próximos 35 anos.

O ministro mostrou confiança nos resultados, apesar de análises apontaram grandes chances para a participaçã Leia mais

20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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“à‰ preciso entender as redes e as ruas”

por Igor Carvalho, na Revista FórumO caso Snowden é o último elo de uma cadeia que vem vindo de várias outras que já entenderam o enorme potencial das redes, de politizar as questões simplesmente pela circulação dos fluxos de informação. Por quê? Porque se o Estado e o mercado podem saber tudo sobre a população, explorando isso do ponto de vista do controle, por outro lado os movimentos também podem.! A ponderação é de Laymert Garcia dos Santos, doutor em Ciências da Informação pela Universidade de Paris VII e professor titular do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, e remete à  importância de se debater o funcionamento das redes e sua relação com as ruas, algo que veio à  tona com as manifestações de junho no Brasil.

Para Laymert, o advento do Wikileaks fez com que se prestasse mais atenção sobre quais informações as elites gostariam que não fossem reveladas. O conflito de classes, em escala global, começa a acontecer nas redes, porque existe uma política de controle e hierarquização da informação nas redes, e, do outro lado, há gente trabalhando para a desobstrução dos canais!, afirma. E isso é democracia, porque se você começa a fazer todo o fluxo de informação passar, as pessoas ficam sabendo o que os de cima não querem que elas saibam.! Confira abaixo trechos da entrevista, que está na edição 127 de Fórum.

Fórum !“ Dentro dessa sua ideia de entender o digital como o futuro e remetendo um pouco à s manifestações. Nós tínhamos esse setor do Gil, com o Juca Ferreira, no governo Lula, que tinha esse entendimento muito claro do papel da tecnologia aliada à  cultura. Mas as manifestações também não mostraram para certos setores que estão analógicos demais? Ou seja, nossos partidos de esquerda, muitos sindicatos e movimentos sociais não tratam desse tema ainda.

Laymert !“ Concordo plenamente com a análise que você faz, tem uma questão que para mim é complicada, a incapacidade que governos do PT tiveram em lidar com a questão da mídia. De certo modo, ela permaneceu intocada, até quando houve momentos em que alguma coisa de mais forte poderia ter sido feito, quando a Globo fez uma aposta errada no mercado financeiro e entrou em uma situação de crise. Ali havia um flanco aberto, mas o governo Lula foi lá e bancou, sem colocar condições.

Isso continua até hoje. Em parte, isso se deve ao fato de a esquerda brasileira nunca ter feito a crítica de fundo da mídia. E nem da tecnologia. A posição de esquerda de partidos, sindicatos etc. é de que os meios são neutros e tudo depende de quem se apropria dessa técnica e, portanto, quando chegar o momento de a esquerda estar no poder, se faz uma inversão de signos. Isso é o máximo que a esquerda pensou sobre essa questão, e há muitos anos venho pensando e batalhando por um outro entendimento, porque não é possível você considerar a tecnologia como algo meramente instrumental, quando ela modifica completamente tod Leia mais

20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Exército já ocupa frente de hotel onde ocorrerá leilão do pré-sal; black blocs convocam protesto

da Agência Brasil

As tropas do Exército já estão posicionadas em frente ao Hotel Windsor Barra, no Posto 4 da Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, onde nesta segunda-feira, a partir das 14h, ocorrerá o primeiro leilão de Libra, do pré-sal da Bacia de Santos, atendendo à s novas regras do modelo de partilha.

Os militares ocupam a entrada do hotel desde a meia-noite de hoje (20), equipados com escudos e armas não letais. A tropa está preparada para agir em casos de manifestações, que estão sendo convocadas pelos petroleiros em greve e pelos movimentos sociais que apoiam a paralisação, contrários ao leilão da camada do pré-sal. Os petroleiros estão parados, por tempo indeterminado, desde quinta-feira (17).

Os black blocs, grupos que se vestem de negro e usam máscaras contra gás, presentes em todas as manifestações, estão convocando pelas redes sociais para um ato unificado amanhã, a partir das 10h, na praia da Barra da Tijuca, entre a Ponte Lúcio Costa e a Praça do à“. O texto diz que o ato unificado é “Um milhão contra o leilão, a opressão e pela educação”. Os black blocs também estão marcando uma concentração, à s 17h, na Candelária, para um ato ao longo da Avenida Rio Branco, com término na Cinelândia.

A segurança na região da Barra da Tijuca, onde ocorrerá o leilão, será feita pelo Exército, com o reforço da Marinha, da Força Nacional e da Polícia Militar. O patrulhamento ostensivo começou na madrugada de hoje (20), na faixa do litoral e nas vias do entorno do Hotel Windsor. A área de atuação das forças de segurança está delimitada pelas avenidas Lúcio Costa, à‰rico Verissímo, Armando Lombardi, Afonso Arinos de Melo Franco e o Canal de Marapendi.

O efetivo total empregado na operação é formado por cerca de 1.100 homens, entre militares e policiais federais e estaduais, policiais civis, guardas municipais e funcionários públicos. Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) pede aos motoristas que evitem a região entre hoje e amanhã, por causa de retenções no tráfego nas vias próximas ao hotel.

De acordo com o assessor de imprensa do CLM, coronel Roberto Itamar, “as coisas estão acontecendo progressivamente”, com o efetivo total a ser empregado até o início da manhã desta segunda-feira.

O comando das operações está a cargo do general Lundgren, coordenador do Centro de Operações do Comando Militar do Leste e pelo general Nolasco, comandante da 9!ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada no Rio de Janeiro.

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20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Ao espanhol El País, Lula lembra passado para renovar PT

do Brasil 247
Lula acaba de passar uma mensagem ao PT. Dura, resignada e algo melancólica, mas também confiante de que o partido tem capacidade para recuperar, ao menos em parte, os ideias perdidos numa trajetória de 33 anos até aqui.

– à‰ramos um pequeno partido que mais tarde se tornou grande, e com isso foram aparecendo defeitos!, recordou Lula em entrevista ao tablóide espanhol El País. Algumas pessoas querem muito um lugar no Congresso, outras um cargo público !¦!, completou.

O ex-presidente apoiou-se nos primeiros tempos da construção do PT, como seus militantes gostam de chamar os primeiros anos de atividade da agremiação, para criticar, de modo geral, as distorções no comportamento desses mesmos militantes.

– “As pessoas tendem a esquecer os tempos difíceis em que era carregávamos pedras”, continuou ele. “Era maravilhoso. Gente mais ideológica trabalhava de graça, de manhã, tarde, noite. Agora você faz uma campanha e todo mundo quer cobrar. Não quero voltar ao básico, mas não devemos esquecer para que fomos criados. Por que queríamos chegar ao governo? Não para fazer como os outros, mas para agir de forma diferente.!

Ao mesmo tempo, não há como não ver que o PT está atravessado, ao seu modo, neste exato momento a renovação pedida por Lula. O partido está em pleno processo de eleições diretas para todos os seus diretórios em nível nacional. A corrente Mensagem ao Partido, à  qual pertence o próprio Lula, continua majoritária, mas as correntes menores continuam fazendo vivas dentro da agremiação. A eleição de Fernando Haddad, em São Paulo, fortaleceu ainda mais o discurso de Lula no sentido da mudanças de cartas sobre a mesa eleitoral. O partido, no entanto, demorou, de resto como todos os outros, a reagir à s manifestações de junho, mas o fato é que parece ter acordado. Em São Paulo, o lançamento da candidatura do ex-prefeito de Osasco

Sobre 2014, Lula descartou que possa concorrer. Dilma é a minha candidata.! Lula criticou o comportamento da imprensa no Mensalão. A mídia, segundo ele, condenou muita gente à  prisão perpétua!.

Ele também disse que é hora de democratizar! a mídia. Eu sou um democrata. Defendo a liberdade de imprensa. Sou r Leia mais

20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Promessa de reforma no Cascatão” faz prefeito de Matinhos vestir “cueca de seda”

Sob a testemunha de Deus e meia dúzia de deputados, Eduardo Dalmora vestiu a cueca de seda! ontem (19) durante evento ao lado do governador Beto Richa; prefeito de Matinhos era contabilizado como coordenador da campanha de Gleisi no Litoral, mas sucumbiu diante da promessa de R$ 150 milhões para obras no município; dentre os anúncios que mais animou o pedetista, de acordo com os presentes, foi a promessa de liberação de R$ 3,1 milhões para reformar o sugestivo Cascatão!, nome do ginásio de esportes local.

Sob a testemunha de Deus e meia dúzia de deputados, Eduardo Dalmora vestiu a cueca de seda! ontem (19) durante evento ao lado do governador Beto Richa; prefeito de Matinhos era contabilizado como coordenador da campanha de Gleisi no Litoral, mas sucumbiu diante da promessa de R$ 150 milhões para obras no município; dentre os anúncios que mais animou o pedetista, de acordo com os presentes, foi a promessa de liberação de R$ 3,1 milhões para reformar o sugestivo Cascatão!, nome do ginásio de esportes local.

O governador Beto Richa (PSDB) desceu a Serra do Mar e prometeu, neste sábado (24), R$ 240 milhões para os municípios de Matinhos e Ponta do Paraná. Em tese, o anuncio feito pelo tucano é nobilíssimo: ampliar o sistema de coleta e tratamento de esgoto nos dois municípios.  ... 

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20 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Made in Brazil: Bolsa Família faz 10 anos e já vai de Nova York à  Suíça

do Brasil 247
O principal programa social do governo, iniciado durante a gestão do ex-presidente Lula e pedra de toque da administração Dilma Rousseff, completa 10 anos neste domingo 20 – e se globaliza. Atacado por muitos no Brasil, ele é considerado, pela ONU e ONGs internacionais um dos principais programas de combate à  pobreza do mundo, tendo sido nomeado como “um esquema anti-pobreza originado na América Latina que está ganhando adeptos mundo afora” pela revista The Economist. Governos de todo mundo estão de olho”, registra o Wikipédia. Para o jornal francês Le Monde, “o bolsa família amplia, sobretudo, o acesso à  educação, a qual representa a melhor arma, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, contra a pobreza”.

Nas próximas semanas, informa o governo da Suíça, o modelo Bolsa Família será implantado em uma pequena região do pais. Mas numa versão 2.0, com benefícios equivalentes a R$ 6 mil (abaixo). Nos Estados Unidos, Nova York foi a primeira cidade a adotar o programa, hoje atingindo cerca de 3 mil famílias, com ajuda de técnicos brasileiros.

Para a pesquisadora italiana Francesca Bastagli, da London School of Economics, o programa foi “desenhado” de forma a permitir a emancipação dos beneficiados. “O bolsa família tem uma estrutura que vai em direção contrária ao assistencialismo”, acrescenta Francesca, que estuda ações de diversos países direcionadas à  transferência de renda para os pobres.

No Brasil, pode-se amá-lo ou odiá-lo. Nos 10 anos de implantação do programa, sobrou pouco espaço para o meio termo da oposição. Denúncias sobre irregularidades pontuais aparecem com frequência na mídia, mas uma coisa se reconhece: ele mudou a face do Brasil, ao atingir milhões de famílias.

“O Bolsa Família acomoda a população pobre”, analisou certa vez a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Para a entidade, o programa seria “só uma ajuda pessoal e familiar. à‰ verdade que 11 milhões de famílias recebem no Nordeste e no Norte, mas isso levou a uma acomodação, a um empanzinamento”.

ESTUDO INà‰DITO

Mas para o governo, é mesmo a sua menina dos olhos. Em estudo inédito divulgado na terça-feira 15 em comemoração ao aniversário de uma década do programa, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada) revelou que a iniciativa implantada no governo Lula reduziu a extrema pobreza em 28% nos últimos dez anos, superando em 70% o patamar estabelecido pela meta do milênio da ONU.

Atualmente, o Bolsa Família atende a cerca de 13,8 milhões de famílias !“ quase 80 milhões de pessoas. Para a ministra Tereza Campello, o programa traz melhorias, principalmente, na redução da pobreza e na redução da desigualdade. “Nós temos dados, estatísticas robustas que comprovam os benefícios que o Bolsa Família trouxe para as famílias ao aliviar a pobreza, ao levar crianças para salas de aula, ao melhorar o desem Leia mais