Hauly na marca do pênalti. Sebastiani cotado para a Fazenda

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O diretor financeiro da Copel, Luiz Eduardo Sebastiani, deverá substituir Luiz Carlos Hauly na Secretaria da Fazenda; tucano, que poderia ficar no cargo até abril de 2014, antecipou a saída; o ex-chefe da Casa Civil encontrará cenário de guerra e enfrentará movimentos de servidores que reivindicam reajuste nos salários; governo Richa tem dificuldades até mesmo para fechar a folha de pagamento; funcionários públicos temem calote no 13!º salário.
O diretor financeiro da Copel, Luiz Eduardo Sebastiani, deverá substituir Luiz Carlos Hauly na Secretaria da Fazenda; tucano, que poderia ficar no cargo até abril de 2014, antecipou a saída; o ex-chefe da Casa Civil encontrará cenário de guerra e enfrentará movimentos de servidores que reivindicam reajuste nos salários; governo Richa tem dificuldades até mesmo para fechar a folha de pagamento; funcionários públicos temem calote no 13!º salário.
O deputado federal licenciado Luiz Carlos Hauly (PSDB) deverá voltar à  Câmara nos próximos dias. O tucano ficou na marca do pênalti porque não conseguiu resolver as finanças do Paraná, que estourou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O diretor financeiro da Copel (Companhia Paranaense de Energia), Luiz Eduardo Sebastiani, é o mais cotado para assumir a pasta. O rapaz já foi secretário da Administração e chefe da Casa Civil.

A “promoção” é considerada nos meios políticos como “rabo de foguete”, “presente de grego”, pois, se aceitar, Sebastiani trocará a tranquilidade da estatal de energia pela linha de frente dos conflitos. Será quem vai dizer “não” aos movimentos de reivindicação e terá redução de salário de R$ 30 mil para cerca de R$ 12 mensais.

O cenário do “choque de gestão” governo de Beto Richa (PSDB) não poderia ter desfecho pior. O tucano está tendo dificuldades até mesmo para fechar as folhas de pagamento dos servidores estaduais para os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro, além do 13!º salário. O funcionalismo teme calote no final do ano.

Paralelamente, Richa enfrenta grave crise na segurança e no sistema prisional. Agentes penitenciários estão acampados há uma semana em frente do Palácio Iguaçu, sede do governo. Amanhã (10), os trabalhadores deverão decretar greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam reajuste de 23,73% prometido por Richa em abril.

Enfim, o cenário deixado por Hauly para Sebastiani é de “terra arrasada”. Literalmente.

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