Governadores propõem ‘pacto do atraso’ contra reajuste de 19% no piso de professores

Todos os 27 governadores, inclusive o tucano Beto Richa e seu vice, Flávio Arns, secretário da Educação, assinaram documento contra reajuste de 19% no piso nacional dos professores para 2014; de acordo com a Folha de S. Paulo, 'pacto do atraso' prevê aumento de 7,7% para os docentes no ano que vem.

Todos os 27 governadores, inclusive o tucano Beto Richa e seu vice, Flávio Arns, secretário da Educação, assinaram documento contra reajuste de 19% no piso nacional dos professores para 2014; de acordo com a Folha de S. Paulo, ‘pacto do atraso’ prevê aumento de 7,7% para os docentes no ano que vem.

Todos os governadores do país, inclusive Beto Richa (PSDB), do Paraná, assinaram um documento, enviado ao governo federal, contra previsão de aumento de 19% no piso nacional dos professores da educação básica.

Atualmente, de acordo com a lei, nenhum professor pode receber menos do que R$ 1.567.
Com o reajuste previsto, o piso em 2014 poderá saltar para R$ 1.865.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, edição desta segunda (23), os governadores fizeram um pacto pela redução nos salários dos docentes. Eles criaram uma nova fórmula de cálculo que corta o aumento para o ano que vem para 7,7%, ao invés de 19%.

Ainda de acordo com a Folha, a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação) defende aumento intermediário de 10%.

Os governadores dizem que o modelo atual de reajuste no piso é imprevisível! e insustentável!. Eles querem adotar o aumento com base no INPC (àndice Nacional de Preços ao Consumidor, apurado pelo IBGE) do ano anterior acrescido de 50% da variação real (descontada a inflação) do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

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