Debandada no PCdoB do Paraná

Francischini, do Solidariedade e Força Sindical, e Paulo Rossi, da UGT e PSD, lutam pelo espólio do PCdoB no movimento sindical paranaense; Gomyde, recém-eleito comandante supremo dos comunistas no estado, pode ficar sem tropa para 2014; movimento pelo esvaziamento da gestão do presidente parece ser orquestrado pela banda defenestrada da direção da legenda vermelha.

Francischini, do Solidariedade e Força Sindical, e Paulo Rossi, da UGT e PSD, lutam pelo espólio do PCdoB no movimento sindical paranaense; Gomyde, recém-eleito comandante supremo dos comunistas no estado, pode ficar sem tropa para 2014; movimento pelo esvaziamento da gestão do presidente parece ser orquestrado pela banda defenestrada da direção da legenda vermelha.

A chegada de Ricardo Gomyde à  posição máxima no PCdoB do Paraná ainda está causando efeitos colaterais.

Depois de o ex-presidente da sigla no estado e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, embarcar na canoa do PSD agora é a vez de os sindicalistas do partido fazerem o mesmo.

Célio Bolinha e dirigentes da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) pularam fora do barco comunistas. Eles flertam com a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a exemplo de Brasileiro.

Mas, segundo informações do front dissidente, os ex-filiados da região Sul da capital, onde estão baseados os sindicalistas, também devem iniciar conversas com o deputado Fernando Francischini (Solidariedade e Força Sindical).

O movimento pelo esvaziamento da gestão Gomyde parece ser orquestrado, pois ocorre nas vésperas do prazo fatal para troca de partidos e envolve os mesmos atores defenestrados da direção do PCdoB.

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