Fruet e Kireeff patinam e não conseguem fazer gestão nem política nem técnica; incompetência ou estelionato eleitoral?

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Com o blog de Zé Otávio, de Londrina

Eleitos sob o signo da mudança, os prefeitos de Londrina, Alexandre Kireeff, e o de Curitiba, Gustavo Fruet, estão deixando a desejar nesses oito meses de gestão; na campanha de 2012, ambos se venderam como novos! capazes de revolucionar as duas cidades, mas, na prática, eles têm dificuldades até mesmo para fazer uma simples compra de água mineral ou organizar concurso público, comprar de merenda, etc.; os formadores de opinião londrinenses até antecipam um apelido ao prefeito local: Kibleff!; nas duas maiores cidades do Paraná as críticas de oposicionistas aos respectivos prefeitos são parecidas: um administrava bois (Kireeff), outro carneiros (Fruet).
Eleitos sob o signo da mudança, os prefeitos de Londrina, Alexandre Kireeff, e o de Curitiba, Gustavo Fruet, estão deixando a desejar nesses oito meses de gestão; na campanha de 2012, ambos se venderam como novos! capazes de revolucionar as duas cidades, mas, na prática, eles têm dificuldades até mesmo para fazer uma simples compra de água mineral ou organizar concurso público, comprar de merenda, etc.; os formadores de opinião londrinenses até antecipam um apelido ao prefeito local: Kibleff!; nas duas maiores cidades do Paraná as críticas de oposicionistas aos respectivos prefeitos são parecidas: um administrava bois (Kireeff), outro carneiros (Fruet).
Falta água mineral para beber nos órgãos da prefeitura de Curitiba. Se o funcionário ficar com sede tem que recorrer ao precioso líquido torneral!. Há um ditado popular, muito usado no interior do Paraná, segundo qual o que não mata engorda!.

Além da água, segundo fontes no Palácio 29 de Março, também não tem papel higiênicos em alguns banheiros. Correspondências, como as multas de trânsito, deixaram de ser entregues no prazo e sua validade poderá ser contestada pelos motoristas penalizados, como revelou aqui neste blog o colunista especialista em trânsito Marcelo Araújo. Estima-se que o governo Gustavo Fruet (PDT) poderá perder receita de cerca de R$ 1 milhão. Tapumes substituem os vidros na fachada do prédio, no Centro Cívico, que há dois meses foram quebrados nos protestos.

Por que da fartura! na prefeitura de Curitiba? Não tem dinheiro para suprir as necessidades básicas de quem trabalha em prol de todos os curitibanos? Claro que não, caro leitor. Pelo contrário. Dinheiro há. O problema é a falta de experiência do Dream Time! escalado pelo pedetista. O academicismo, a falta de política e de conhecimento técnico travam a burocracia do executivo municipal. Tudo que levaria apenas alguns dias para ser resolvido agora leva um século para se concretizar.

A inexperiência do secretariado de Fruet faz de uma simples renovação do contrato com os Correios, por exemplo, um calvário. O mesmo pode-se dizer em relação à  licitação de produtos como água mineral, papel higiênico, etc. A reclamação é uma só: excesso de centralização na secretária das Finanças, Eleonora Fruet, e no próprio prefeito.

Há excesso de concentração na família [Eleonora e Gustavo Fruet], por isso nada anda. Também falta a definição de prioridades, pois mesmo não tendo água para beber se fala em construir um chafariz em frente à  prefeitura. Mas quem paga o pato! são os secretários, que na última reunião do secretariado fez o maior chororô!, relatou ao blog uma importante fonte ligada ao prefeito.

Entretanto, o grande teste para o prefeito de Curitiba será a realização da milionária licitação das agências de publicidade. Na prefeitura, já há alas se estapeando para comandar o certame. O edital fora prometido para este mês, mas não saiu. Por enquanto, as agências ligadas ao governador Beto Richa (PSDB) seguem dando à s cartas na gestão do pedetista que prorrogou contrato com as mesmas no começo deste ano.

Gestão técnica não produz resultados para Londrina

O prefeito Alexandre Kireeff foi eleito em Londrina, prometendo realizar a chamada “gestão técnica”, em que iriam ocupar cargos chaves secretários pessoas com conhecimento técnico e não político.

Dizia ele, que a cidade estava cansada dos políticos e que somente pessoas com o conhecimento técnico poderiam resolver as questões da população.
Passados quase nove meses de administração, a chamada gestão técnica somente derrapou e não conseguiu produzir resultado algum em benefício da população. Seus resultados beiram o desastre e trazem na memória do povo, como era era melhor a gestão chamada de “política”.

O governo Kireeff não conseguiu fazer uma licitação de peso na cidade. Chamo de peso as licitações da merenda escolar, transporte escolar e lixo.
Em todos estes casos, o governo adotou contratos emergenciais, contrariando o discurso do candidato Kireeff de que no seu governo nunca recorreria aos contratos emergenciais.

A incapacidade de realizar licitações provocou manifestações até de setores simpáticos ao governo londrinense, como o Jornal de Londrina, que na edição de 28 de junho, escreveu: A administração do prefeito Alexandre Kireeff (PSD), eleita no ano passado com um discurso de praticar uma gestão técnica! à  frente da Prefeitura de Londrina, está patinando nas licitações. Desde o começo do ano, editais importantes como as de coleta de lixo, merenda escolar, transporte escolar para as zonas urbana e rural e agora o Restaurante Popular, atrasaram por causa de problemas técnicos e forçaram, em alguns casos, contratações emergenciais.!

A gestão técnica foi responsável em fechar o Restaurante Popular. Preferiu tomar uma decisão que cortou a alimentação para mais de mil pessoas diariamente. Alegaram questões burocráticas, de documentação, porém tudo isto mostrou a insensibilidade de um governo que não olha o lado humano. Aliás, já está chegando 90 dias do fechamento e nada de reabrir o Restaurante Popular.

O ápice da incompetência da gestão técnica foi o concurso da saúde. Tido como emergencial pois substitui contratos que estão vencendo o prazo de trabalhadores de programas como o Saúde da Família, foi anulado após a Promotoria de Justiça constatar plágio de questões, retiradas de testes realizados em outros Estados, e suspeita de venda de gabarito aos candidatos por até R$ 5 mil.

A cidade ficou perplexa, porque a Secretaria de Saúde teve pelo menos 3 meses para planejar e organizar o concurso, e o resultado foi o pior possível. Hoje, a Prefeitura fala em contratar um instituto de concurso especializado para realizar a prova. Porque não fizeram isto há 3 meses?

A propalada gestão técnica do prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, tomou decisões que a população não compreendeu, foi quando o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippul) decidiu aumentar o limite de velocidade para 60 km/h em oito vias de Londrina.

Poderíamos enumerar diversos exemplos de como a gestão técnica tem sido utilizada para não fazer nada para a população. Mas para ilustrar, cito o texto do indignado jornalista José Antonio Pedriali, que recentemente escreveu em seu blog, após a assinatura de mais contrato emergencial: “Kireeff, que se apresentou na campanha como administrador eficiente, que se cuide.Pois urgentemente, corre o risco de ser chamado de Kibleeff!”.

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