Ministério Público do Paraná põe secretário da Segurança Pública na marca do pênalti

Publicado em 29 agosto, 2013
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Guerra intestina no Ministério Público do Paraná opõe as alas "independentes" e "tucana" no órgão; os "independentes" se identificam com Gilberto Giacoia, chefe do MP, e Leonir Batisti, do GAECO; ala governista do MP é representada pelos secretários Cid Vasques (Segurança) e Maria Teresa (Justiça); no tiroteio, o braço policial acusa o secretário de obstruir! os trabalhos de investigação, por isso pediu sua cabeça ao Conselho Superior do Ministério Público.
Guerra intestina no Ministério Público do Paraná opõe as alas “independentes” e “tucana” no órgão; os “independentes” se identificam com Gilberto Giacoia, chefe do MP, e Leonir Batisti, do GAECO; ala governista do MP é representada pelos secretários Cid Vasques (Segurança) e Maria Teresa (Justiça); no tiroteio, o braço policial acusa o secretário de obstruir! os trabalhos de investigação, por isso pediu sua cabeça ao Conselho Superior do Ministério Público.
São dois os Ministérios Públicos em atividade no estado do Paraná. De um lado aquele atucanado! representado pelos promotores Maria Tereza Uille Gomes e Cid Vasques, ambos com cargos no 1!º escalão do governo Beto Richa (PSDB). Ela na pasta da Justiça. Ele na de Segurança Pública.

De outro lado estão os promotores Gilberto Giacoia, Procurador-Geral de Justiça, chefe do MP, e Leonir Batisti, coordenador estadual do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) !“ braço policial do Ministério Público.

Os secretários da Justiça e da Segurança, ou seja, a ala governista do MP, quer o rodízio de policiais que atuam no GAECO. No entanto, o braço policial do MP teme perder independência! com a medida.

Giacoia e Leonir denunciam o secretário Cid Vasques por obstrução ao trabalho do GAECO, por isso eles foram ao Conselho Superior do Ministério Público do Paraná para retirá-lo do cargo por meio da suspensão da licença dele como procurador do órgão. Se a licença for revogada, Vasques terá que deixar o comando Segurança Pública.

A história é a mesma que se invocou contra a atuação do promotor Luiz Fernado Delazari, ex-secretário da Segurança de Roberto Requião (PMDB). Lulinha!, como é chamado o ex-secretário, preferiu pedir as contas no MP e permanecer no governo em nome da Carta de Puebla!.

Como pau que bate em Chico também bate em Francisco, se o Conselho Superior do Ministério Público determinar a saída de Vasques, muito provavelmente, igualmente solicitará que Maria Tereza Uille Gomes deixe o cargo de secretária da Justiça.

Ou será que o altruísmo falará mais alto e ambos trocarão a carreira no MP por mais alguns meses de governo?

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