Em artigo, Richa diz que sente muita saudade da era FHC; se era tão bom assim, por que não tenta voltar?

Em artigo, Richa omite desemprego recorde e juros estratosféricos, mas defende as privatizações da era FHC; governador do Paraná sente saudades do pai do neoliberalismo! verde-amarelo, entretanto, os brasileiros tiveram mais ganhos nos governos Lula e Dilma; se o ex-presidente tucano era melhor em tudo, por que não tenta voltar ao Palácio do Planalto?

Em artigo, Richa omite desemprego recorde e juros estratosféricos, mas defende as privatizações da era FHC; governador do Paraná sente saudades do pai do neoliberalismo! verde-amarelo, entretanto, os brasileiros tiveram mais ganhos nos governos Lula e Dilma; se o ex-presidente tucano era melhor em tudo, por que não tenta voltar ao Palácio do Planalto?

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), parece que vive no mundo da Lua. Aliás, como lembrou reiteradas vezes o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o tucano sempre sonhou em adquirir um terreninho por lá.

Richa, em artigo publicado no site do PSDB nacional, diz que o Brasil era muito melhor na era Fernando Henrique Cardoso — o imortal que agora também ameaça privatizar a Academia Brasileira de Letras (ABL).

O tucano paranaense, cujas obras principais são a manutenção do pedágio caro, o inchaço da máquina pública com cargos comissionados, tarifaços da água e da luz para satisfazer sócio privado da Sanepar e Copel, diz que sente saudades de FHC.

Só mesmo o governador do Paraná e os tucanos da privataria sentem saudades do neoliberalismo. A grande maioria do povo brasileiro acha que sua vida melhorou, pois teve acesso à  educação, à  crédito, comprou sua casa própria, carro próprio, enfim, milhões ingressaram na nova classe média.

Mais um detalhe: o Plano Real, motivo do artigo do governador do PSDB, foi obra do ex-presidente Itamar Franco, que emprestou a bandeira para a candidatura de FHC em 1994, então ministro da Fazenda.

Fico por aqui, mas publico a íntegra do artigo do governador Beto Richa:

Aniversário e Ameaças

O real comemorou 19 anos de existência, no último dia 1!º, em um terreno perigoso, pois, como lembrou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, vivemos agora o período de uma economia absolutamente sem rumo, com forte ameaça de retorno da inflação, surgida em decorrência do absoluto abandono, pelo atual governo, dos fundamentos da política macroeconômica vigente desde 1994.

Naquele ano, a inflação explodiu em 916,46% e foi estabilizando-se nos anos seguintes !“ entre 1994 e 2013, a taxa acumulada, segundo o àndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegou a 332,33%.

Os brasileiros sentiram a mudança do Plano Real, especialmente a partir de 1999, com a soma de medidas: regime de câmbio flutuante, metas de inflação e estratégia de geração de superávits fiscais primários, voltada à  redução da dívida pública.

Reconhecido como o mais consistente programa de combate à  inflação adotado no Brasil, implantado sem choques e sem traumas e discutido criteriosamente, passo a passo, de forma democrática, com a sociedade brasileira, por intermédio do Congresso Nacional, o Plano Real foi concebido e executado a partir de maio de 1993.

No entanto, sua transformação em um projeto de desenvolvimento para o País exigiria a substituição do esforço fiscal provisório (direcionado a minar a principal fonte geradora de inflação inercial), lançado em 1993, por um ajuste fiscal definitivo, capaz de devolver a capacidade de o Estado coordenar a construção de um futuro econômico desprovido de desequilíbrios fiscais estruturais e orientar as escolhas estratégicas dos agentes privados.

Isso seria possível com a ativação de um conjunto de avanços institucionais. O primeiro deles foi deflagrado na gestão Fernando Henrique Cardoso à  frente da Presidência da República, especificamente com o aprofundamento da abertura comercial e do programa de privatizações, a flexibilização dos monopólios e a lei de responsabilidade fiscal, ao lado da edificação de uma rede de proteção social, nascida da Carta Magna de 1988, incluindo a recuperação do poder de compra do salário mínimo. Fernando Henrique implantou as bases do Plano Real.

A gestão Lula teve o mérito de preservar os alicerces desta orientação econômica, apesar de declarar-se contra ela por anos a fio, e unificar e ampliar a abrangência dos programas oficiais de transferência de renda.

Porém, negligenciou a tarefa de preparação do futuro, contentando-se com o êxito eleitoral de um populismo distributivista e abandonando o projeto de reformas. Ficaram para trás as modificações necessárias nos campos tributário e previdenciário, a continuidade consistente das privatizações, a melhoria da eficiência operacional e financeira do Estado, os investimentos em modernização e ampliação da infraestrutura, a política de apoio à  integração competitiva das empresas brasileiras na fronteira internacional e o pacto federativo, redefinindo receitas e encargos entre União, Estados e Municípios.

Para piorar, a gestão Dilma perdeu a mão no gerenciamento das variáveis de estabilização e praticamente eliminou, de maneira autoritária, a política econômica até então vigente, ignorando a necessidade de uma ampla discussão social sobre o aperfeiçoamento da mesma, ou até da sua substituição.

Como resultado, o País vem sendo obrigado a conviver com o delineamento de uma atmosfera extremamente desfavorável, combinando retorno da inflação e ausência de crescimento, elementos incompatíveis com qualquer tentativa séria de organização de uma agenda de projeto de Nação.

Beto Richa
Governador do Paraná

58 Comentários

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  2. Isso aqui parece filial do pt. Pedir volta de Lula? Querem acabar com o Brasil de vez? Muito fanatismo e baboseira juntos, é muito pra minha beleza. Um pouco de mente aberta e um mínimo de inteligência cairiam bem!

  3. Esmael, pare de confundir seu leitor.

    Todos sabemos que o governo Lula foi e continua (com a Dilma) sendo extremamente neoliberal.

    O governo Lula privatizou 2.600 quilômetros de rodovias federais;
    720 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul; as usinas hidrelétricas Santo Antonio, Girau, Teles Pires e Belo Monte. Remeteu ao domínio do capital particular os 2 mil quilômetros da linha de transmissão de energia Porto Velho-Araraquara (SP); privatizou a Ponte Rio-Niteroi; Privatizou os três maiores aeroportos do país “” Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Brasília). A nova lista inclui o Galeão (RJ) e o Cofins (MG). Na agenda privatista figuram outros, ou todos, terminais aeroviários. Há pouco, Dilma mobilizou a maioria governista do Congresso, à força de concessões aéticas, para obter o aval legislativo à privatização de portos.

    Aliás, como bem colocou o senador Requião, a privataria petista é MUITO PIOR que a tucana.

    Portanto, sem demagogia mestre Esmael…

  4. Outra:

    Segue um balanço ligeiro informa que, até agora, o legado do governo lulopetista já inclui

    o Programa Fome Zero,
    as três refeições por dia,
    o fim da pobreza,
    o extermínio da miséria,
    o espetáculo do desenvolvimento que deu no pibinho,
    o enquadramento da inflação nas metas do Banco Central,
    o Programa Primeiro Emprego,
    o trem-bala,
    a Ferrovia do Sarney,
    a ressurreição da rede ferroviária em ruínas ,
    a transposição das águas do Rio São Francisco,
    a rede nacional de hidrovias,
    as 6 mil creches prometidas em 2010,
    as 6 mil casas na Região Serrana do Rio prometidas em 2011,
    os 6 mil agentes especializados na prevenção de enchentes,
    os 6 mil caminhões-pipa para as vítimas da seca,
    os 6 mil médicos cubanos,
    o sistema de saúde que Lula considera “perto da perfeição”,
    a importação do SUS pelos Estados Unidos,
    as 14 universidades de Primeiro Mundo concebidas por Lula,
    a erradicação do analfabetismo,
    a recuperação da rede rodoviária federal,
    o asfaltamento da rodovia Cuiabá-Santarém,
    a recuperação da Transamazônica,
    a autossuficiência em petróleo anunciada em 2007,
    a entrada na OPEP a bordo das jazidas do pré-sal,
    as quatro refinarias da Petrobras,
    a ascensão da Petrobras à liderança do ranking mundial,
    a vaga no Conselho de Segurança da ONU,
    o crescimento espetacular do Mercosul bolivariano,
    a solução do conflito do Oriente Médio pelo palanque ambulante
    (e, como consequência natural, o Prêmio Nobel da Paz),
    a candidatura de Lula a secretário-geral da ONU,
    a esquadrilha de caças franceses,
    a “aliança estratégica” com a França,
    os dois submarinos russos,
    a fórmula milagrosa que faz tsunami econômica virar marolinha,
    a superprodução do biocombustível de mamona,
    os pitos telefônicos de Lula em George Bush,
    as advertências de Lula a Barack Obama,
    os conselhos de Dilma a Angela Merkel,
    a Copa do Mundo de matar argentino de inveja,
    a Olimpíada de assombrar dinamarquês,
    as “obras de mobilidade urbana” legadas pelos eventos esportivos,
    o terceiro aeroporto de São Paulo,
    os 800 novos aeroportos distribuídos por todo o país,
    a reforma e ampliação dos aeroportos das capitais,
    a política de segurança nacional,
    os presídios federais de segurança máxima,
    a proteção das fronteiras com aviões não tripulados,
    os recordes de popularidade estabelecidos por Lula e Dilma,
    o controle social da mídia,
    a regulamentação dos meios de comunicação,
    a onisciência da doutora em economia,
    o PT detentor do monopólio da ética,
    o partido que não roubava nem deixava roubar,
    fora o resto.

  5. Entre janeiro e maio, o déficit da contra de petróleo e derivados (exportação e importação) do Brasil alcançou os 7,6 bilhões de dólares. Um volume recorde.

    Nesta toada, o país fecha 2103 com um buraco superior a 18 bilhões de dólares nesta conta. Cadê a auto-suficiência proclamada por Lula?

  6. Nada mal para um Sr. que venceu o Lula duas vezes no 1o turno.

  7. Este Dennis, O Guri De Guarapuava, deve ser muiiiito amigo do Carli Fiho, rs

  8. Eu compreendo que o governador queira endeusar o FHC;
    Eu compreendo que o governador tenha esquecido que FHC urdiu o ardil para acabar com o Banestado, o que dizer? O Banrisul tinha números no mínimo 3 vezes pior – sobreviveu – está aí belo e formoso, já o nosso soçobrou no Rio da indiferença empurrados pelas mãos de alguns políticos lacaios;
    Eu compreendo que o governador por alguma razão que a própria razão desconhece reconheça no FHC um sapientissimo mestre que num golpe certeiro, a socapa, colmeado da maior ingratidão obrigou o Zé Eduardo a vender o Bamerindus, pois fechou o redesconto no BC, em plena época que sobrava recursos do PROER, programa este que depois se verificou como sendo o bolsa banqueiro, estrangeiros é claro;
    Eu compreendo o governador queira elevar templos a insensatez e cavar masmorras a dignidade e o respeito;
    Eu compreendo que o governador imagine que bajulando FHC, capitalize votos,
    Mas, não o apoio nestas enrrascadas que se mete de graça e pior passa uma imagem de imaturidade, talvez esteja precisando se reengenhar para sobreviver, politicamente está se suicidando.

  9. Ué, pra que tanto escândalo? O Governador, em quase tudo, está certo. Que tiro no pé colocar link para um texto que só destaca os méritos do seu adversário…

    • Meritos do adversário, hahahahaha, se enxerga tucaninho, os méritos do PSDB são de quebrar o Brasil 3 vezes, nisso vocês são especialistas, ficou mágoada santa por colocar o link? Não fique de beicinho, de mimimi.

  10. É parece mesmo que esse Dennis toma chá de santo daime misturado com gardenal, só pode, pra votar no Richa e no Silvestri. Se o governador ou o prefeito de Guarapuava fizerem um Raio X nas partes baixas, la aparece esse tal de Dennis segurando com as mãos, um guri desce precisa de um tratamento psicológico urgente.

  11. Essa é pra humilhar qualquer tucano recalcado:
    Economia
    Salário Mínimo ““ o salário mínimo passou de R$ 200,0 em 2002 para R$ 510,0 em 2010. Na comparação com o dólar, passou de US$ 81,0 para US$ 288,0 no mesmo período. O poder de compra do mínimo subiu de 1,4 cestas básicas em jan/03, para 2,4 cestas básicas em jul/10.
    Emprego Formal ““ o Governo Lula gerou 14,7 milhões de empregos (jan/03 a set/10), enquanto o Governo FHC (1995 a 2002) criou apenas 5,0 milhões de empregos. Pela primeira vez, o Brasil tem mais empregos formais do que informais.
    Taxa de desemprego ““ em 2002, a taxa de desemprego era 9,2%. Em set/10, chegou a 6,2%, a menor taxa desde o início da medição pelo IBGE.
    Inflação ““ a inflação baixou de 12,53% a.a., em 2002, para 4,31% a.a. em 2009.
    Exportações ““ subiram de US$ 60,3 bilhões, em 2002, para US$ 152,9 em 2009.
    Reservas internacionais ““ passaram de US$ 38,0 bilhões em 2002 para US$ 275,0 bilhões em 2010.
    Dívida com o FMI ““ FHC entregou o governo com uma dívida acumulada de US$ 20,8 bilhões, em 2002. O Governo Lula quitou toda a dívida em 2005, e, hoje, é credor externo, tendo emprestado US$ 10,0 bilhões ao FMI em 2009.
    Investimento Público (Governo Federal e estatais) ““ a taxa de investimento passou de 1,4% do PIB em 2003, para 3,2% do PIB (abr/10).
    Risco Brasil ““ teve pico de 1.439 pontos base em 2002. Com o Governo Lula, chegou a 206 pontos em set/10.
    Dívida pública líquida ““ a razão da dívida pública sobre o PIB estava em 60,6% em 2002, último ano do Governo FHC. Com o Governo Lula, esta razão caiu para 41,4%.

    Agricultura
    Safra de grãos ““ em 2002, foram colhidas 97,7 milhões de toneladas de grãos. Já em 2010, são 148 milhões de toneladas ““ a maior safra da história.
    Pronaf ““ o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinou, na safra 2002/2003, R$ 2,4 bilhões para os pequenos produtores brasileiros. Na safra 2010/2011, esse valor subiu para R$ 16,0 bilhões.
    Programa de Aquisição de Alimentos ““ com o programa, o Estado compra diretamente a produção de 92.642 pequenos agricultores brasileiros, dando segurança à agricultura familiar. O programa não existia no Governo FHC.
    Eletrificação Rural ““ o Programa Luz no Campo, de FHC e Serra, realizou 290,7 mil ligações de energia elétrica no campo brasileiro. Já o Luz Para Todos, de Lula e Dilma, já acumula 2,5 milhões de ligações.
    Reforma agrária ““ no Governo Lula, foram incorporados 46,7 milhões de hectares no Programa de Reforma Agrária, beneficiando 574.609 famílias, com a criação de 3.348 assentamentos. Até então, havia pouco mais de 330 mil famílias assentadas.

    Desenvolvimento Social
    Estrutura social ““ em 2002, 44,7% da população brasileira era pobre, ou seja, tinha renda per capita mensal de até meio salário mínimo. Em 2009, somente 29,7% da população era considerada pobre. Isso significa que 27,9 milhões de pessoas superaram a pobreza entre 2003 e 2009. E 35,7 milhões de pessoas ascenderam às classes AB e C. Pela primeira vez na história, a classe média é maioria no país.
    Desigualdade de renda ““ o Índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, caiu de 0,587, em 2002, para 0,539 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, mais desigualdade, quanto mais próximo de zero, menos desigualdade.
    Índice de Desenvolvimento Humano ““ subiu de 0,790 para 0,813 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, melhor a qualidade de vida da população.
    Programas de transferência de renda ““ a soma de todos os programas de transferência de renda do Governo FHC no ano de 2002 é de R$ 2,3 bilhões. O Bolsa Família, em 2010, soma recursos de R$ 14,7 bilhões.
    Benefício de Prestação Continuada (BPC) ““ o BPC, que atende idosos e pessoas com deficiência, chegava a apenas 1,6 milhão de pessoas em 2002, com recursos de R$ 3,4 bilhões. Hoje, o programa possui mais de 3,3 milhões de beneficiários, com recursos de R$ 20,1 bilhões.
    Equipamentos sociais ““ já são quase 7 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), que são a porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social, criado pelo Governo Lula. No Governo FHC, não havia CRAS nenhum.
    Restaurante popular ““ não existia nenhum restaurante popular no Governo FHC. Com Lula e Dilma, 89 já estão em funcionamento.
    Liderança mundial no combate à fome ““ o Brasil ficou no topo do ranking dos países em desenvolvimento na luta contra a fome, elaborado pela ONG Action Aid, pelo 2º ano consecutivo.

    Saúde
    Desnutrição infantil ¬”“ caiu 61%, passando de 12,5% em 2003, para 4,8% em 2008.
    Taxa de mortalidade infantil ““ caiu de 24,3 mortes por mil nascidos vivos em 2002, para 19,3 por mil em 2007.
    Saúde da Família ““ em 2002, 4.163 municípios eram atendidos por 16.734 equipes. Já em 2010, 5.275 municípios são atendidos por 31.500 equipes.
    Agentes comunitários de saúde ““ eram 175.463 agentes em 5.076 municípios em 2002. Hoje, são 243.022 agentes em 5.364 municípios.
    Equipes de saúde bucal ““ eram 4.261 em 2002. Hoje, são 20.103 equipes de saúde bucal, que cobrem quase metade da população brasileira.
    Serviços de reabilitação ““ os recursos do Ministério da Saúde destinados ao atendimento de pessoas com deficiência saltou de R$ 129,6 milhões em 2002, para R$ 538,4 milhões em 2009.
    SAMU 192 ““ Hoje, 1.437 municípios são atendidos pelo SAMU, que não existia antes do Governo Lula. São 1.956 ambulâncias que correm o Brasil atendendo casos de urgência.
    Assistência farmacêutica ““ os recursos do Ministério da Saúde destinados para a distribuição de medicamentos no SUS passou de R$ 660,16 milhões em 2002 para R$ 2,36 bilhões em 2010.

    Educação
    Analfabetismo ““ a taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 11,9% da população, em 2002, para 9,6% em 2009.
    Ensino Técnico ““ o número de escolas técnicas cresceu 2 vezes e meia com o Governo Lula. Até o final de 2010, estarão funcionando 214 novas escolas. Serra e FHC só fizeram 11 escolas.
    Prouni ““ com o Prouni, 748,7 mil jovens de baixa renda receberam bolsas de estudos para entrar no ensino superior. Com FHC e Serra, o Prouni não existia.
    Universidades Federais ““ Lula e Dilma criaram 15 novas universidades e, até o final de 2010, terão inaugurado 124 novos campi, a maioria pelo interior do país. Serra e FHC só criaram 1 universidade, em função da criação do Estado de Tocantins.
    Matrículas no ensino superior ““ o número de matrículas no ensino superior cresceu 63% entre 2003 e 2009, passando de 3,94 milhões para 6,44 milhões.
    Educação especial ““ o número de salas de aula com recursos multifuncionais para atender alunos com deficiência passou de 250 em 2005 para 10.000 em 2009.
    Orçamento do MEC ““ o orçamento total do MEC no Governo FHC (1995-2002) foi de R$ 214,8 bilhões. Já no Governo Lula (2002-2010), os recursos destinados ao Ministério somam R$ 317,2 bilhões.
    Alunos inscritos no ENEM ““ no Governo FHC, 4,35 milhões de estudantes prestaram a prova do ENEM. Com o Governo Lula, a prova passou a ser utilizada como porta de entrada do Prouni e das Universidades Federais. Com isso, o número de estudantes que fizeram a prova foi para 21,93 milhões (2003-2009).
    Alimentação escolar ““ o número de estudantes que recebem alimentação na escola saltou de 36,9 milhões, em 2002, para 47,0 milhões em 2009.

    Segurança Pública
    Investimentos federais ““ os recursos destinados para a Segurança Pública pelo Governo Federal eram de R$ 906,9 milhões em 2002, último ano do Governo FHC. Em 2010, último ano do Governo Lula, serão mais de R$ 3,3 bilhões.

    Política urbana
    Investimentos em Habitação ““ os recursos aplicados em habitação eram R$ 7,0 bilhões em 2002. Em 2009, foram R$ 63,3 bilhões.
    Minha Casa, Minha Vida ““ o Governo Lula criou o Minha Casa, Minha Vida, que vai construir 1 milhão de moradias ““ a maior parte destinada para a população mais pobre. No Governo FHC, não existia nenhum grande programa de habitação popular.
    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/10/25/fhc-e-um-fracasso-comparacao-com-o-lula-e-de-dar-pena/
    Sem dúvida alguma que hoje precisamos melhorar, mas o presente é muito melhor do que o passado negro vivido pelos brasileiros. PSDBosta nunca mais.

  12. A saudade dele é que na época do FHC ele não tinha tantas responsabilidades e não precisa tentar dar duro e trabalhar… É só isso, está sentindo falta da ociosidade da época;;;

  13. Fora Dilma e amigos do FHC, corja de ——-, era FHC, LUla e Dilma, tudo igual.
    Temer, Dilma, SArney, Collor e muitos outros, todos são brincalhões, brincam com a cara do povo.

  14. Pensando bem o governador Beto Richa esta certo !! Melhor o Fernando Henrinque privatizando, do que o PT roubando !!

    • olivir, não é melhor o beto trazer o pessoal do PT, A FAZER UM ESTAGIO na ALEP, e para o bem do Brasil, ensinar como faturar legalmente com as rodovias pedagiadas.

    • SE FOSSE OLIVIR GOIABA SERIA A MESMA COISA.

    • A privatização é roubalheira praticada impunemente.

    • FHHC privatando é pior que roubar, pôs no seu, no meu, no de todos nós e ainda tem gente que o aplaude…

      Deve ser comissionado.

    • Privatizaçãodo FHC foi o que????
      acorda otario

    • O COITADO DO BURRO!
      U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U,U, FANTASMAS

      07/08/2007 ““ O MP recebe a denúncia de que a sogra do então chefe de gabinete do prefeito Beto Richa (PSDB), Ezequias Moreira, recebeu sem trabalhar salários da Assembleia por 11 anos. A denúncia também dizia que Ezequias usava a sogra como “laranja” e que ele próprio ficava com os R$ 3,4 mil mensais.

  15. Implementação do Plano Real
    PT foi contra
    Implementação do regime de câmbio flutuante
    PT foi contra
    Implementação do regime de metas de inflação
    PT foi contra
    Implementação do regime de superávit primário
    PT foi contra
    Autonomia do Banco Central
    PT foi contra
    Criação do Bolsa-Família (Bolsa-Escola, Vale Gás e Bolsa-Alimentação)
    PT foi contra e Lula dizia que era esmola para compra de votos
    Criação do Prouni (FIES – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior)
    PT foi contra
    Criação dos medicamentos genéricos
    Olha. Se o PT foi contra eu não sei, mas que eles torceram para não dar certo…
    Quebra do monopólio estatal sobre a telecomunicação
    PT foi contra
    Quebra do monopólio estatal sobre a extração e comercialização de minérios
    PT foi contra
    Quebra de barreiras constitucionais à entrada de empresas estrangeiras
    PT foi contra
    Privatização da Vale do Rio Doce
    PT foi contra
    Privatização do setor de telecomunicação e internet
    PT foi contra
    Reforma da Previdência
    PT foi contra
    Aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal
    PT foi contra
    Aprovação da Emenda da Reeleição
    PT foi contra

    • ESSE AVÔ DO GURY DE GUARAPUAVA, com certeza anda exagerando na dose diária do cha do SANTO DAYMI, o prefeito de Guarapuava deveria levar o piá, em suas viagens turisticas, para arejar a mente do GURY.

    • E o que tudo isso trouxe de bom? Por exemplo, reeleição foi a pior merda que inventaram na vida, o cara usa a máquina estatal e se reelege, quando não consegue é porque é ruinzinho mesmo…

      QUER DIZER QUE VOCÊ ACHA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA LEGAL??????? Meu Deus……….Chamem o manicômio e prendam esse louco, tragam camisa de força….

    • Olha o teu FHC levando uma sonora mijada de Bill Clinton:
      http://www.youtube.com/watch?v=t_W4kkhJndI

    • E o teu prefeito hein Guri de Guarapuava é só fiasco:

      Depois de dar um aumento de 110% para ele e 75% aos seus oito secretários municipais, no começo deste ano, o prefeito de Guarapuava (252 km a oeste de Curitiba), Cesar Silvestri Filho (PPS), enviou nesta terça-feira (28), à Câmara proposta de reajuste de 10% nos salários dos servidores públicos municipais. O funcionalismo, informou o sindicato que representa a categoria, ficou “bem insatisfeito”.

      Atualmente, o prefeito de Guarapuava, cidade de 167.443 habitantes do centro-sul paranaense, recebe R$ 21 mil mensais. É mais do que recebe, por exemplo, o prefeito de Londrina, maior cidade do interior paranaense. Os secretários municipais passaram a ganhar R$ 10,5 mil. É o mesmo salário que recebe a vice-prefeita Eva Schran (PHS). O antecessor dela ganhava R$ 6.000.

      “Os servidores acumulam um achatamento salarial de 51%”, disse a presidente do sindicato dos servidores, Clair Simões. “Repudiamos o aumento do prefeito e seus secretários. Na época, argumentamos que ele deveria ser igual ao que a prefeitura poderia pagar ao conjunto dos servidores.”
      “Chiadeira geral”

      “Foi chiadeira geral”, afirmou o vereador Geraldo Barbosa (PT), sobre a repercussão, na cidade, do aumento nos salários do prefeito e secretários.

      “A repercussão foi péssima. Hoje, só prefeitos de capitais ganham mais que o nosso. Em Curitiba, onde o prefeito doa 30% do salário, tradicionalmente, o valor líquido é menor. Cidades maiores que Guarapuava, como Londrina e Maringá, também pagam menos.”

      Barbosa foi dos poucos parlamentares a votar contra o projeto de lei que revisou os salários de prefeito, vice, secretários e vereadores.

      “Passamos a receber R$ 6.200, foram uns 20% de aumento”, disse.

      “Diante de todas as perdas que tivemos, ao longo do tempo, [os 10% propostos pela prefeitura] não são um aumento real”, disse a vereadora Maria José Mandu Ribeiro Ribas (PSDB).

      Também da bancada da oposição, ela votou contra o aumento da cúpula da prefeitura, e fala com propriedade sobre a remuneração dos servidores ““ é enfermeira do quadro do município.

      Pelo projeto de lei enviado pela prefeitura, todos os servidores terão reajuste de 10%. Os professores, porém, já haviam recebido aumento salarial de 7,97% no início do ano, quando a prefeitura de Guarapuava passou a respeitar o piso nacional do magistério. Por isso, agora receberão aumento de apenas 2,03%, se aprovado o projeto.

      A reportagem procurou a Prefeitura de Guarapuava ainda na segunda-feira (27). A assessoria informou que o prefeito poderia falar apenas na terça sobre o aumento salarial concedido ao primeiro escalão.

      Hoje, a assessoria disse que Silvestri Filho estava em Curitiba, cuidando de assuntos de saúde, e não poderia ser contatado.

      À assessoria, a reportagem pediu a justificativa do aumento concedido a prefeito, vice e secretários. Ouviu como resposta que tal documento não seria enviado.

      Na segunda, o pai do prefeito de Guarapuava, Cezar Silvestri, que é secretário estadual de Governo, disse que os prefeitos estão com “o pires na mão” e que “não conseguem cumprir com seu plano de governo e atender a população da forma que ela precisa”.

      A declaração foi feita a prefeitos e vereadores durante evento promovido pelo governo do Estado.
      http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/05/28/prefeito-de-guarapuava-pr-concede-70-de-aumento-ao-proprio-salario-e-preve-reajuste-de-10-a-servidores.htm

      • Ah, pare com isso, o Silvestrinho já nasceu rico, não precisa roubar o Município. Provavelmente os salários estavam defasados.

    • Ladroagem, PSDB a favor
      Pilantragem, PSDB/DEMO a favor
      Vampiragens encima do povo brasileiro, PSDB/DEMO, a favor
      corrupçoes, PSDB/DEMO a favor
      Mensaloes, PSDB/DEMO a favor
      Cura gay, PSDB /DEMO a favor
      Assassinatos no transito, PSDB/DEMO a favor
      Deletagens de multas dos amigos do rei, PSDB/DEMO a favor
      Contratos fraudulentos com a consilux, PSDB/DEMO a favor
      Indunstrias das multas de transito, PSDB/DEMO a favor
      Contratos onerosos a populçao de padagios, PSDB/DEMO a favor
      As concessionarias d pedagios 15 anos roubando os brasileiros, PSDB/DEMO a favor
      Delapidações dos patrimônios públicos, PSDB/DEMO a favor
      Sabotagens, falcatruas, pilantragens, PSDB/DEMO a favor
      Cassinos,putarias,agiotagens,liberaçoes de drogas, PSDB/DEMO a favor
      Sonegaçoes de impostos, tráfegos de divisas, de pessoas, PSDB/DEMO a favor
      Os menos favorecidos morrerem todos de fome, por ñ terem empregos, bolsas familias, PSDB / DEMO a favor
      Tocar fogo nas favelas, invasoes para acabar com os pobres,PSDB/ DEMO favor
      Charlatanismo, curanderismo,cobranças de dízimos dos assalariados, PSDB/DEMO a favor
      Nepotismos, PSDB/DEMO a favor
      Todo de ruim ao povo brasileiro, o PSDB/DEMO é a favor.
      A unica coisa q o PSDB/DEMO é contra, é o povo do BRASIL!!
      O PSDB /DEMO , é contra o povo brasileiro!
      O PIA DE MERDA DE GUARAPUAVA Q VAI TOMAR NO C…!

  16. Falam mal do FHC, mas a verdade tem que ser dita.

    O FHC deu estabilidade ao Brasil, teve grande participação no plano Real que foi o primeiro passo para o desenvolvimento que o Brasil tem hoje, acabou com a superinflação. O FHC pegou o Brasil quebrado e deu estabilidade. o desenvolvimento que o Brasil passa hoje, começou a ser construido em 1994, é um efeito cascata ou dominó. As privatizações foram necessarias, faz parte do processo, nesse pais tem que sacrificar umas coisas para conseguir outras, é assim que as coisas funcionam e as privatizações aumentaram o numero de empregos criados pela VALE e as outras empresas e deu impulso pro seus crescimentos. Você pode ter certeza, se o P pegasse o Brasil em 1994, do jeito que o Brasil estava, o LULA não ia saber contornar a situação e o Brasil ia estar hoje um pais em retrocesso, ia ser uma bolivia. O FHC pegou o Brasil quebrado e com sua visão e sua otima administração publica, contornou a situação com amestria, deu estabilidade e entregou pra LULA um pais saido do forno, prontinho para crescer. É isso, é um efeito cascata.

    Eu era muito pequeno, tudo o que escrevi foi meu avô que me disse, O PT colhe os frutos da plantação do Fernando Henrique Cardoso.

  17. FHC é otário, isso sim, o homem que é favor da legalização da maconha. O povo não quer mais esses canalhas do PSDB, o Beto deve gostar da época do desemprego em alta de 12%, indústria naval sucateada, Petrobrás com nome mudado pra Petrobráx já no forno pra ser vendida, o mesmo com Caixa, Banco do Brasil, tempo que o Brasil ficava pedindo arrego pro FMI. O país hoje pode até não estar tão bem hoje como é o desejo de todos, mas está bem melhor do que na época que essa jaguarada do PSDB quebrou o Brasil 3 vezes, que fecharam as escolas técnicas.
    “O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE – 45 escândalos da era FHC
    45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO PFL
    Analisem – Você tem boa memória?
    Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC.
    O BRASIL NÃO ESQUECERÁ

    45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB

    ITINERÁRIO DE UM DESASTRE

    Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor.

    1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

    A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado. Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo FHC premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.
    O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo. Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.
    1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.

    45 escândalos que marcaram o governo FHC

    1 – Conivência com a corrupção

    O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um
    dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo
    combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

    1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das “reformas” que o país precisava fazer para se modernizar.

    2 – O escândalo do Sivam
    O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

    3 – A farra do Proer
    1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro ““ um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.
    O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

    4 – Caixa-dois de campanhas
    As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
    1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e “convenceu” as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo “que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo”.

    5 – Propina na privatização
    A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
    1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.

    6 – A emenda da reeleição
    O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
    1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava “amigos dos amigos” e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems ““ conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.

    7 РGrampos telef̫nicos
    Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
    1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

    8 – TRT paulista
    A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
    Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.

    9 – Os ralos do DNER
    O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
    1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

    10 – O “caladão”
    O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo
    FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistemahaviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
    1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

    11 -Desvalorização do real
    FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial
    e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
    1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um “risco sistêmico” para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico

    12 – O caso Marka/FonteCindam
    Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
    2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.

    13 – Base de Alcântara
    O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado ““ todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
    2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como “prêmio”, teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.

    14 – Biopirataria oficial
    Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
    2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um “acordo de cooperação internacional” que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada.
    Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.

    15 – O fiasco dos 500 anos
    As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no epísódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

    Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes “gerentes financeiros” da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.

    16 – Eduardo Jorge, um personagem suspeito
    Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um
    dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
    Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP”™s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.

    17 – Drible na reforma tributária
    O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
    O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

    18 РRombo transamaz̫nico na Sudam
    O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
    Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que “flexibiliza” a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.

    19 – Os desvios na Sudene
    Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da
    Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
    Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.

    20 – Calote no Fundef
    O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
    Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado “Massacre Eldorado do Carajás”, no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.

    21 – Abuso de MPs
    Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas.
    Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.

    22 – Acidentes na Petrobras
    Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras
    protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
    Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.

    23 – Apoio a Fujimori
    O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

    Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).

    24 -Desmatamento na Amazônia
    Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

    25 ““ Os computadores do FUST
    A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

    26 – Arapongagem
    O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.

    27 – O esquema do FAT
    A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

    28 – Mudanças na CLT
    A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.

    29 – Obras irregulares
    Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.

    30 – Explosão da dívida pública
    Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. A dívida já equivalia em 2001, preocupantes 54,5% do PIB.

    31 – Avanço da dengue
    A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

    32 ““ Verbas do BNDES
    Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

    33 – Crescimento pífio do PIB
    Na “Era FHC”, a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.

    34 ““ Renúncias no Senado
    A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães
    (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

    35 – Racionamento de energia
    A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em
    sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.

    36- Assalto ao bolso do consumidor
    FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.

    37 ““ Explosão da violência
    O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.

    38 ““ A falácia da Reforma agrária
    O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.

    39 – Subserviência internacional
    A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

    40 ““ Renda em queda e desemprego em alta
    Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

    41 – Relações perigosas
    Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman – paraíso fiscal do Caribe.

    42 ““Violação aos direitos humanos
    Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.

    43 ““Correção da tabela do IR
    Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

    44 ““ Intervençãona Previ
    FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de
    2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.

    45 ““ Barbeiragens do Banco Central
    O Banco Central ““ e não o crescimento de Lula nas pesquisas ““ foi naquele ano o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.”
    http://psdbnuncamais.blogspot.com.br/

    Quem quiser ver o Brasil voltar a viver ou passar de novo esses tristes 45 motivos, é só votar no Aécio pózinho que isso voltará a se repetir.

  18. Plano Real, a verdade:

    https://www.youtube.com/watch?v=CdcPi8vHpLk

    Da boca do ITAMAR FRANCO.

  19. Os políticos do PSDB usam como justificativa para seus inúmeros equívocos o Plano Real.
    Em primeiro lugar o Plano Real não é um sucesso do governo FHC, foi criado no governo do ex-presidente Itamar Franco (FHC, foi apenas um, entre os idealizadores do Plano Real ““ que compunham a equipe econômica do ex-presidente Itamar Franco).
    Em segundo lugar, FHC em seu primeiro mandato,conseguiu controlar a inflação destruindo a classe média, entregando o patrimônio público aos interesses privados e seguindo a cartilha do FMI com medidas recessivas. Já o seu segundo mandato (1999-2003) foi um desastre maior ainda, não trouxe crescimento econômico e o país mergulhou profundamente na recessão. A desvalorização da moeda que estava atrelada ao Dólar ocorrida no início de 1999 disparou a inflação, trazendo o aumento generalizado dos preços. No segundo semestre de 2001, ocorreu a crise interna de energia elétrica, levando o governo a impor à população e as empresas um plano de racionamento de energia que ficou conhecido como “apagão”, como resultado da incompetência da administração tucana houve uma queda da produção industrial, aumento da inflação e do desemprego, quebrado o governo tucano pediu socorro ao FMI e obteve, em agosto de 2001 13,8 Bilhões. Para quem critica o governo petista preste atenção nesta informação: a renda média do trabalhador brasileiro caiu de R$754,00 (1996) para R$590,00 (2002). Em outubro de 2002, diante da grave crise que o país enfrentava as aplicações financeiras foram suspensas e o preço do Dólar disparou chegando a R$4,00, a inflação atingiu 12,5%, desorientado e desesperado (devido a ingerência tucana o Brasil estava literalmente quebrado), o governo FHC novamente pediu SOCORRO para o FMI e obteve mais 30 Bilhões de Dólares sob a condição de se enquadrar as malditas e recessivas regras dessa instituição financeira, seguindo a cartilha do diabo. Tenho mais de 40 anos e me lembro muito bem dos escândalos do governo FHC, na aprovação da Reeleição pelo Congresso Nacional favorecendo o ex-presidente (na época alguns deputados afirmaram terem recebido $ para votar à favor), nesse período não se investigava nada, todas as denúncias eram ignoradas pelo “engavetador oficial da República” o procurador-geral Gerado Brindeiro , o escândalo de Furnas, as privatizações que entregaram vergonhosamente do patrimônio público aos interesses privados, as desastrosas concessões de pedágios, o valerioduto mineiro do governo tucano de Eduardo Azeredo, o qual deu origem ao mensalão petista, Joaquim Barbosa em um dos seus discursos durante o julgamento comentou que os dois processos deveriam ser unificados. Entretanto, o julgamento do mensalão tucano finalmente vai acontecer no STF, Luis Roberto Barroso será o relator!

    • Muito bom Gabrielle, parabéns pelo comentário.

      • Gabrielle, para começar esta ótimo, o que você aponta, é somente a ponta do iceberg. parabéns pelo comentário.

    • São de informações assim que esse GIGANTE que acordou agora precisa saber, senão fica parecendo que este pais era um mar de rosa, e que a Presidente Dilma foi quem o estragou, ACORDA BRASIL PARA OS FATOS.
      Parabéns Gabrille.

  20. Na época dos tucanos era muito bom!!!!
    *não havia crescimento algum, nem “pibinho”, apenas recessão.,
    *a inflação chegou a 12,5%.,
    *não se investigava nada, todas as denuncias eram engavetadas.,
    *o desemprego batia recordes consecutivos.,
    *as taxas de juros estavam nas alturas.,
    *a classe média desaparecia,mergulhando na pobreza.,
    *a renda do trabalhador, em queda livre.,
    *a dívida externa, subindo de forma meteórica.,
    *o desiquilíbrio fiscal, desesperador.,
    *o valerioduto sendo apresentado para o Brasil “governo Azeredo”.,
    *racionamento de energia elétrica “apagão”.,
    *compra da reeleição “mensalão”.,
    *entrega do patrimônio público.,
    *empréstimos bilionários.,
    *etc.
    Beto Richa como legítimo representante da caterva Demo-Tucana morre de saudades do tempo onde milhões de brasileiros viviam a baixo do nível da pobreza, ou seja, na miséria absoluta, no tempo onde pertencer a classe média tinha prazo de validade e onde a renda média do trabalhador, ao contrário da atualidade, caminhava para trás. Obs: no governo tucano a renda média do trabalhador brasileiro caiu de R$754,00 em 1996, para R$590,00 em 2002.

  21. FHC é Octagenário…tem de ser Referência de um País que mudou…
    A era PT tende ao retorno de antes da Era FHC…felizmente o povo acordou..
    Dilma ferrou com a Petrobras, Ferrou com o Setor Elétrico….Inflação…dolar em alta…serviços públicos pioraram…carga tributária só aumenta…39 ministérios..
    se que mais o que? Precisamos de novas lideranças…

    • Sobre a Petrobrax (nome que os tucanos inventaram quando queriam doar, ops…, privatizar a Petrobras) só digo uma coisa: P-36.

      http://www.youtube.com/watch?v=PKV_zl9vpeo

      350 milhões de dólares no fundo do mar e ninguém foi preso!

      Que saudades do fhh…

    • Na era de FHC havia desemprego, juros de 45%, venda da Vale que valia 600 bilhões ao preço de banana 2 bilhões, entrega do setor elétrico e das telecomunicações aos estrangeiros. Mais de 600 processos de denúncia de corrupção engavetados pelo procurador engavetador geral indicado pelo tucano. FHC entregou o país com uma inflação na casa dos 12%. FHC quebrou o Brasil por três vezes e foi com o pires na mão pedir ajuda ao FMI. Depois disso quem governava o país era o FMI. O verdadeiro criador do Plano Real foi o Itamar Franco que para ajudar o FHC na eleição deixou que ele assinasse. FHC saiu do governo com as reservas negativas. Ou seja, os Tucanos destruíram o Brasil. Isso é fato, isso é história e não tem como mudar, maquiar ou esconder. Estão, cravadas e sacramentadas em todos os jornais para quem quiser ver e relembrar.

    • Ferrou com a Petrobras? Vai se informar piá, você não sabe o que está falando.

    • DE: MIGUEL DO ROSÁRIO

      PARA: O GUARDIÃO DO BIGORRILHO

      PREZADO, ESCREVO ESTA.

      ENVIADO POR MIGUEL DO ROSÁRIO

      ONTEM EU TOMEI UNS CHOPES COM UM FERA DO JORNALISMO INVESTIGATIVO, NA ÁREA DE FINANÇAS. EU COMECEI A EXPLICAR A ELE QUE EU ACHO ATÉ ENGRAÇADO A GENTE DETONAR A GLOBO POR CAUSA DE SONEGAÇÃO FISCAL. ACHO QUE ME SENTI COMO ELIOT NESS, QUANDO UM DE SEUS SUBORDINADOS DIZ QUE A MELHOR MANEIRA DE PEGAR AL CAPONE É ATRAVÉS DO FISCO. CARAMBA, TANTA COISA CONTRA ESSA EMPRESA: LEVOU MENSALÃO DOS EUA PARA PARTICIPAR DO GOLPE DE 64; TENTOU FRAUDAR ELEIÇÕES NO RIO; EDITOU DEBATE ENTRE COLLOR E LULA; MANIPULA DIARIAMENTE INFORMAÇÕES; ETC. E A GENTE VAI PEGÁ-LA POR SONEGAÇÃO?
      A FIGURA, EXPERIENTE EM TEMPESTADES POLÍTICAS, OLHOU PARA MIM E SORRIU: “NÃO É APENAS SONEGAÇÃO, MIGUEL. É CRIME CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO, LAVAGEM DE DINHEIRO, FORMAÇÃO DE QUADRILHA, ALÉM DA TENTATIVA DE ENGANAR O FISCO”.
      NOSSA SENHORA! AÍ DEIXEI DE ME SENTIR UM ELIOT NESS TUPINIQUIM E PASSEI A ME SENTIR UM DAQUELES GAROTOS DO MOVIMENTO PASSE LIVRE, QUE FORAM ÀS RUAS CONTRA O AUMENTO DE 20 CENTAVOS NAS TARIFAS DE ÔNIBUS, E VIRAM MILHÕES VIR ATRÁS POR CAUSA DE TODOS OS PROBLEMAS DO BRASIL.
      A SITUAÇÃO DA GLOBO NESSA HISTÓRIA É A SEGUINTE: SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME. A EMISSORA DIZ QUE PAGOU, MAS NÃO MOSTRA O DOCUMENTO. NO ENTANTO, SE MOSTRAR O DOCUMENTO, ELA CONFIRMA O SEU CRIME CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO. SE NÃO MOSTRAR, PIOR AINDA: DEIXA NO AR QUE ESTÁ DEVENDO MAIS DE 1 BILHÃO DE REAIS AO POVO BRASILEIRO; NESTE CASO, DEVERIA ESTAR INSCRITA NA DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO E NÃO RECEBER MAIS RECURSOS PÚBLICOS.
      AÍ TEMOS UMA CONTRADIÇÃO INCRÍVEL: SEGUNDO O SINDICATO NACIONAL DOS AUDITORES FISCAIS, O BRASIL PERDE, POR ANO, MAIS DE R$ 400 BILHÕES EM SONEGAÇÃO. A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA É CONDESCENTENTE, EM ALGUNS CASOS QUASE CONIVENTE EM RELAÇÃO AOS CRIMES CONTRA A RECEITA. POR QUE, ENTÃO, OS PROTESTOS “POPULARES” NUNCA SE LEMBRAM DE MENCIONAR A “SONEGAÇÃO”, QUE É UM RALO BEM MAIOR DE RECURSOS PÚBLICOS DO QUE A CORRUPÇÃO? PIOR, AINDA VEMOS ALGUNS COXINHAS IMBECIS, SENÃO MERCENÁRIOS, INDO ÀS RUAS PEDINDO REDUÇÃO DE IMPOSTOS. EU ATÉ CONCORDARIA COM REDUÇÃO DE IMPOSTOS PARA SETORES ESTRATÉGICOS, COMO PESQUISA, TECNOLOGIA, PARA OS MAIS POBRES, PARA SETORES DA CLASSE MÉDIA. MAS AÍ TERÍAMOS QUE AUMENTAR A TRIBUTAÇÃO SOBRE OS MAIS RICOS: É ASSIM QUE SE FAZ NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS.
      SE QUEREMOS VER O BRASIL MUDAR MAIS RÁPIDO, TEMOS QUE ARRECADAR MAIS. A ÚNICA MANEIRA DE AUMENTAR A ARRECADAÇÃO SEM AUMENTAR OS IMPOSTOS É ENDURECENDO CONTRA A SONEGAÇÃO. UMA LEI MAIS DURA CONTRA A SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS SERIA MUITO MAIS EFICIENTE, PARA OS COFRES PÚBLICOS, DO QUE UMA LEI MAIS DURA CONTRA A CORRUPÇÃO. CORRUPTO DE VERDADE, EM ALTA ESCALA, NÃO VAI DEIXAR DE ROUBAR PORQUE A CONSTITUIÇÃO AUMENTOU DE 3 PARA 5 ANOS A PENALIDADE. NA SUA CABEÇA, ELE NUNCA VAI SER PEGO. MAS UM SONEGADOR, SE FOR ESPREMIDO, SERÁ OBRIGADO A PAGAR, SENÃO QUISER FECHAR AS PORTAS DE SEU NEGÓCIO.
      PARA UMA EMPRESA DE CONCESSÃO PÚBLICA, COMO A GLOBO, A COISA É MAIS FÁCIL: NÃO PAGOU, ENTÃO NÃO RECEBE MAIS RECURSOS PÚBLICOS, E SE INSISTIR NO CALOTE, PERDE A CONCESSÃO.
      INDEPENDENTE DOS CRIMES FINANCEIROS DA GLOBO, TODAVIA, NÃO PODEMOS PERDER DE VISTA QUE O MAIOR MAL QUE A EMISSORA CAUSA AO PAÍS É SER A CABEÇA DE UM CARTEL MIDIÁTICO QUE TRABALHA DIA E NOITE CONTRA OS INTERESSES NACIONAIS.
      ONTEM, NO MESMO JANTAR COM O GRANDE JORNALISTA INVESTIGATIVO, TOPAMOS COM UM GRANDE COLUNISTA POLÍTICO DA”¦ GRANDE MÍDIA. CONVERSAMOS EDUCADAMENTE POR UM BOM TEMPO, ELE DEFENDENDO A SUA EMPRESA, NÓS OUVINDO E DISCORDANDO. LÁ PELAS TANTAS, QUANDO SE VIU EM APERTOS NA QUESTÃO DO MONOPÓLIO, ELE LEMBROU QUE É DIFÍCIL HAVER VÁRIOS GRANDES JORNAIS NUM PAÍS, E CITOU O NEW YORK TIMES. EU REBATI LEMBRANDO A GUERRA DO IRAQUE: MATOU MAIS DE 1 MILHÃO DE IRAQUIANOS, E CONTINUA MATANDO, E FEZ OS EUA GASTAREM MAIS DE 1 TRILHÃO DE DÓLARES (DINHEIRO QUE FOI PARA O BOLSO DA INDÚSTRIA DA GUERRA, QUE ASSIM FICOU MAIS PODEROSA E MAIS GOLPISTA), CAVANDO O BURACO ONDE O MUNDO IRIA SUBMERGIR ALGUNS ANOS DEPOIS. A GUERRA NO IRAQUE ACONTECEU, ENTRE OUTRAS RAZÕES, PORQUE O NEW YORK TIMES CHANCELOU A MENTIRA DO GOVERNO BUSH DE QUE SADDAM TINHA ARMAS DE DESTRUIÇÃO EM MASSA. UM OUTRO COLUNISTA DA GRANDE IMPRENSA À MESA TENTOU ME ATACAR, ENQUANTO EU ESTAVA NO BANHEIRO, COM O ARGUMENTO DE QUE EU DEFENDIA SADDAM HUSSEIN. AÍ COMEÇOU UMA GRITARIA DANADA, ENTRE OS COLUNISTAS E OS AMIGOS QUE ME DEFENDIAM. QUANDO VOLTEI, ESTAVA INSTALADO O CAOS. ACHAMOS MELHOR NOS DESPEDIRMOS, E CADA UM FOI PARA UM LADO.
      O FATO É O SEGUINTE: EM TODAS AS GRANDES MANIFESTAÇÕES QUE VIMOS NO PAÍS, HAVIA MUITA CRÍTICA À MÍDIA. NO ENTANTO, ESSA INFORMAÇÃO NÃO CHEGA À TV, NÃO ENTRA NA PAUTA DO CONGRESSO, NEM NO DISCURSO DA PRESIDENTA. SE HÁ UMA CRISE DO MODELO REPRESENTATIVO, HÁ UMA CRISE MUITO MAIOR DO MODELO MIDIÁTICO. AS EMPRESAS DE MÍDIA, AINDA MAIS EM PAÍSES EM FASE DE CONSOLIDAÇÃO DEMOCRÁTICA, CASO DO BRASIL, TEM CARACTERÍSTICAS ALARMANTES: CONCENTRAÇÃO EM POUCOS PROPRIETÁRIOS; UM PODER ENORME PARA DESESTABILIZAR GOVERNOS; ACOBERTAM A CORRUPÇÃO DE SEUS ALIADOS; TÊM UMA DISPOSIÇÃO IDEOLÓGICA PROFUNDAMENTE ANTI-TRABALHISTA, ANTI-NACIONAL E ANTI-POPULAR. E AGORA FICAMOS SABENDO DE UMA OUTRA FACE DA MÍDIA TUPI: SONEGA IMPOSTOS, COMETE CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO, LAVA DINHEIRO EM PARAÍSOS FISCAIS.
      VIVEMOS NUMA DEMOCRACIA ABERTA ONDE A LIBERDADE DE IMPRENSA É UM VALOR QUASE ABSOLUTO. QUEREMOS CONTINUAR ASSIM. MAS DEMOCRACIA TAMBÉM EM IMPLICA EM RESPEITAR O PODER SOBERANO DO POVO DE SE AUTOGOVERNAR E FAZER LEIS QUE O BENEFICIEM. ENTÃO VOLTAMOS MAIS UMA VEZ À NECESSIDADE DE DEMOCRATIZARMOS A MÍDIA BRASILEIRA, ATRAVÉS DE UMA LEI MODERNA, QUE NOS TORNE MENOS DEPENDENTES DOS CAPRICHOS DE MEIA DÚZIA DE HERDEIROS DA DITADURA.
      REPETINDO: NÃO É SÓ O DARF. NÃO É SÓ A SONEGAÇÃO. QUEREMOS QUE O GOVERNO PARE DE INJETAR RECURSOS PÚBLICOS NA CONTA DOS BILIONÁRIOS DA GLOBO. A GLOBO É CONCESSÃO PÚBLICA. TEM QUE BOTAR OS ANÚNCIOS PÚBLICOS DE GRAÇA. O DINHEIRO QUE O ESTADO BRASILEIRO GASTA COM A GLOBO DEVERIA IR PARA A EDUCAÇÃO, PARA ENSINAR NOSSOS JOVENS A PENSAREM COM SUAS PRÓPRIAS CABEÇAS, A NÃO SE TORNAREM MASSA DE MANOBRA DOS GOLPISTAS DA GRANDE IMPRENSA. SE O GOVERNO DO PT QUISER SOBREVIVER AO “GIGANTE”, TERÁ QUE OUVIR SUA VOZ, QUE TEM GRITADO FORTE NAS RUAS: “A VERDADE É DURA, A GLOBO APOIOU A DITADURA!”
      PS: A GLOBO AFIRMA EM NOTA, AGORA OFICIAL, QUE PAGOU A RECEITA, MAS NÃO MOSTRA O DARF, E AINDA DEIXA UM RABO DO LADO DE FORA, AO MENCIONAR DÍVIDAS “DISCUTIDAS” NO CONSELHO DO CONTRIBUINTE”¦

    • FHC é referência sim, também acho, mas uma referência do atraso, do preconceito, da entrega da Nação, da roubalheira desenfreada de bilhões de dólares e da impunidade total. Uma referência que não podemos esquecer para evitar para sempre.

    • para com isso babaca, se toca cara este FHC é uma otário metido a inteligente, e vc é uma baba ovo