27 de julho de 2013
por esmael
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Por que a velha mídia dá refresco para os tucanos e desce o sarrafo nos petistas?

do Brasil 247Duas semanas atrás, no dia 14 de julho, a Folha de S. Paulo revelou ao País o chamado “caso Siemens”. De acordo com a reportagem, a empresa denunciou um cartel na venda de equipamentos ao metrô, do qual ela própria fazia parte, e aceitou um acordo de delação premiada, para reduzir suas penalidades (leia mais aqui).

Nos dias que se seguiram, a Folha, curiosamente, tirou seu time de campo e praticamente não voltou ao assunto.

No fim de semana passado, a revista Istoé, da Editora Três, dedicou sua primeira capa ao tema. A publicação obteve o depoimento de um ex-funcionário da Siemens, que revelou até o nome da empresa que recolhia a propina, chamada MGE, que dizia agir em nome dos governos tucanos (leia aqui).

A contrapartida da propina, naturalmente, era a possibilidade de vender os equipamentos a um preço mais alto. Neste fim de semana, a nova capa de Istoé sobre o tema aponta superfaturamentos de até R$ 425 milhões no metrô de São Paulo (o suficiente para vários mensalões) (leia aqui).

Dito isso, algumas questões intrigantes:

1) por que a Folha não voltou ao assunto?

2) por que jornais concorrentes, como Estado ou Globo, não decidiram apurar o caso Siemens?

3) por que o Jornal Nacional não dedicou nenhum mísero segundo ao tema?

Cada veículo de comunicação adota seus próprios critérios. Mas o fato é que Geraldo Alckmin, ao menos junto à  chamada “grande imprensa”, conseguiu se blindar. Por que será?

27 de julho de 2013
por esmael
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Fruet põe o pé na estrada pela eleição de Gleisi no Paraná

Em nome do acordo político firmado com a petista Gleisi Hoffmann, o prefeito curitibano pôs o pé na estrada pela primeira vez; ele foi a Marechal Cândido Rondon, quase 600 km da capital, se reunir com lideranças políticas do PMDB, PT e PDT; caso a ministra-chefe da Casa Civil não dispute o governo do Paraná, como se ventila nos bastidores do poder no estado e em Brasília, Gustavo Fruet estaria disposto a transferir seu prestígio e aparato eleitoral ao correligionário Osmar Dias, vice-presidente do Banco do Brasil, na disputa pelo Palácio Iguaçu.

Em nome do acordo político firmado com a petista Gleisi Hoffmann, o prefeito curitibano pôs o pé na estrada pela primeira vez; ele foi a Marechal Cândido Rondon, quase 600 km da capital, se reunir com lideranças políticas do PMDB, PT e PDT; caso a ministra-chefe da Casa Civil não dispute o governo do Paraná, como se ventila nos bastidores do poder no estado e em Brasília, Gustavo Fruet estaria disposto a transferir seu prestígio e aparato eleitoral ao correligionário Osmar Dias, vice-presidente do Banco do Brasil, na disputa pelo Palácio Iguaçu.

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), entusiasmado com o projeto de levar a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), ao governo do Paraná, em 2014, participou neste sábado (27), em Marechal Cândido Rondon, Oeste do estado, da Expo Rondon 2013 e da Feira de Suínos. Leia mais

27 de julho de 2013
por esmael
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Dilma abre o coração: “Eu e Lula somos indissociáveis”

do Brasil 247Numa de suas raras entrevistas, concedida à  jornalista Monica Bergamo, a presidente Dilma Rousseff, falou sobre vários temas. Da sucessão presidencial, em 2014, ao lobby do tomate, passando pelos boatos sobre a redução do número de ministérios e a substituição de Guido Mantega, na Fazenda.

Os principais trechos da entrevista, que será publicada amanhã na Folha de S. Paulo, você confere agora, no 247. Leia abaixo os principais pontos abordados pela presidente:

Redução de ministérios

“Não acho que reduza custos. As medidas de redução de custeio, nós tomamos. Todas. E sabe o que acontece? Vão querer cortar os de Direitos Humanos, Igualdade Racial, Política para as Mulheres. São pastas sem a máquina de outros. Mas são fundamentais.”

Guido Mantega

“O Guido está onde sempre esteve: no Ministério da Fazenda. E vocês podem me matar, mas eu não vou falar de reforma ministerial.”

Inflação

“O IPCA deu 0,07% neste mês… E nós temos acompanhamento diário da inflação, tá? Hoje, deu menos de 0,02%, tá? Ela é cadente”

Emprego

“Houve uma variação. Foi de 5,9% para 6%. à‰ a margem da margem da margem (…) Em todo o primeiro mandato do Fernando Henrique Cardoso foram gerados 824.394 empregos. Em, em 30 meses, gerei 4,4 milhões. Você vai me desculpar.”

Lobby do tomate

“Eu não sou dona de casa, não posso mais ir ao supermercado e não sei o preço do tomate. Mas sei a estatística do tomate. Teve uma queda, se não me engano, de 16%.”

Críticas da mídia

“Eu propus cinco pactos. E eu tenho um sexto, sabe? Que é o pacto com a verdade. Não é admissível o que se faz hoje no Brasil (…) O país, nessa conjuntura (referindo-se à  crise internacional) mantém a estabilidade. Cumpriremos a meta de inflação pelo décimo ano consecutivo. Sabe em quantos o Fernando Henrique não cumpriu a meta? Em três dos quatro anos dele [o regime foi implantado no segundo mandato de FHC]”

Política fiscal

“A relação dívida líquida sobre o PIB nunca foi tão baixa (…) Como é que eu afrouxei o fiscal?”

27 de julho de 2013
por esmael
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Terror midiático naufraga diante da realidade do país

do Brasil 247 Um a um, todos os principais programas lançados pela presidente Dilma Rousseff foram dinamitados, desde logo e sem piedade, pela imprensa tradicional. A vida real, no entanto, mostrou, com o tempo, que todas, repita-se, to-das as sinistras previsões multiplicadas pela mídia não pagaram as apostas. Em outras palavras, o escrito não valeu. Acompanhe:

INFLAà‡àƒO DISPARADA – O terrorismo midiático com forte viés ideológico previu, no início do ano, uma disparada sem freios da inflação, com uma capa da revista Veja, em janeiro, mostrando Dilma, em montagem grosseira, pisando no tomate. Na Rede Globo, Ana Maria Braga, quem não se lembra?, exibiu um colar em que os legumes vermelhos faziam as vezes de pérolas. Em junho, no entanto, a variação do àndice de Preços aos Consumidor (IPC) foi de ínfimos 0,07% e, para julho, todas as previsões convergem para uma deflação. Até o presidenciável José Serra, em teleconferência esta semana, admitiu que o índice inflacionário fechará o ano dentro da meta prevista pelo BC. O assunto, assim, saiu da pauta.

APAGàƒO ENERGà‰TICO – Antes da aposta na alta dos preços, não houve noticiário de jornal ou colunista que não tivesse cravado, na virada do ano, um iminente apagão de energia elétrica no País. Nesse campo, a ênfase mais especial partiu no jornal Folha de S. Paulo e sua articulista Eliane Cantanhêde. As defesas feitas pela presidente em pessoa e o ministro Edson Lobão, das Minas e Energia, foram ironizadas e desprezadas.

LUZ MAIS CARA – O propalado colapso no sistema de energia, porém, não se deu, e o Brasil continuou com suas luzes acesas, apesar do obscurantismo da mídia tradicional. Mais ainda, o igualmente combatido plano federal de barateamento das contas de luz para todos os consumidores do País, indiscriminadamente, por meio de subsídios oficiais, deu certo !“ e, hoje, o que se paga pela energia é mais de 10% menos do que o custo no início do ano.

FRACASSO DO ENEM – A aposta pelo caos energético foi sucedida, este ano, pela cravada geral na imprensa de que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seria um retumbante fracasso. Desta feita, foi o jornal O Estado de S. Paulo quem mais aplicadamente bateu o bumbo da derrota governamental. O que se viu quando foram contadas oficialmente as inscrições do Enem de 2013, entretanto, foi um recorde espetacular, com mais de 7,8 milhões de adesões es

27 de julho de 2013
por esmael
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Conspiração Palaciana: Mercadante tramou a queda de Guido Mantega?

do Brasil 247 O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, é apontado nesta edição da revista Veja como pivô de uma intriga para derrubar seu colega da Fazenda; de acordo com a reportagem, ele teria procurado o vice-presidente, Michel Temer, e pedido a ele que levasse críticas sobre a condução da economia à  presidente Dilma; Temer confirma o encontro com Mercadante, mas nega o teor da conversa; Mercadante, por sua vez, também repudia a insinuação; fogo amigo real ou intriga de Veja? O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, é apontado nesta edição da revista Veja como pivô de uma intriga para derrubar seu colega da Fazenda; de acordo com a reportagem, ele teria procurado o vice-presidente, Michel Temer, e pedido a ele que levasse críticas sobre a condução da economia à  presidente Dilma; Temer confirma o encontro com Mercadante, mas nega o teor da conversa; Mercadante, por sua vez, também repudia a insinuação; fogo amigo real ou intriga de Veja?[/caption]Uma reportagem do jornalista Robson Bonin, publicada em Veja deste fim de semana, aponta uma suposta conspiração capitaneada pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, com o objetivo de derrubar seu colega da Fazenda, Guido Mantega. De acordo com o texto, Mercadante teria procurado o vice-presidente Michel Temer, do PMDB, e pedido a ele que engrossasse as críticas a Mantega.